Músicas da BBC disponíveis

Postado por Rodrigo Porto - 27/02/2017 - Sem comentários

A7X BBC Radio 1

O site da BBC disponibilizou a performance do Avenged Sevenfold para ouvir online neste link .

Setlist:
Hail To The King
God Damn
Nightmare
The Stage

Além de uma pequena entrevista com Synyster Gates.

E neste link você pode conferir algumas fotos de como foi.

PS: Para ouvir todas ma músicas seguidas, basta clicar na foto nova que fica em cima do site.

“Não queríamos estar rodeados de pessoas imbecis” – Zacky Vengeance

Postado por Thammy Sartori - 04/02/2017 - Sem comentários

Em entrevista para a The National Student, Zacky Vengeance falou um pouco sobre o lançamento do novo álbum, como surgiu a ideia de Inteligência Artificial, onde buscaram inspiração para as músicas e sua antiga gravadora.
Confira a tradução:

Em outubro de 2016 o Avenged Sevenfold chocou o mundo com o lançamento surpresa do seu 7º álbum. Na era das mídias sociais, onde as bandas adoram lançar o maior número de músicas possíveis antes do lançamento do álbum, os Californianos desafiaram todas as formas de convenções, não somente no lançamento repentino do álbum, mas também na música em si. Fornecendo mais de 70 minutos de puro metal com algumas faixas batendo um quarto de uma hora. The Stage talvez tenha sido a surpresa do ano para os fãs de metal.E como uma imensa rocha caindo em um lago enorme, ainda da para sentir os efeitos após o impacto inicial. Este ano, The Stage levou o Avenged Sevenfold à banda principal de vários shows no Reino Unido, com uma turnê junto ao Disturbed e In Flames.

Antes do penúltimo show, o guitarrista Zacky Vengeance, fala sobre o sucesso do álbum e o que os levaram a chegar neste ponto.

“Para nós, tudo isso era para surpreender nossos fãs. Porque no nosso último álbum, levamos três meses para lançar e sentimos o quanto nossos fãs ficaram entediados: ‘Ah, o Avenged está nos sacaneando. Eles só fazem campanha, lança logo essas músicas! Nós só queremos ouvir o álbum!’ Desta vez, não demos nada e então demos o álbum!”.

“As vendas não foram tão boas, mas até qual ponto as pessoas criticam o sucesso em quantos álbuns você vende em uma semana, do que o quão grande suas bolas são? Então para nós, eu acho que temos umas bolas enormes e fizemos algo bem excitante. –risos- E acho também que os fãs apreciaram isso”.

Um dos fatores predominantes no The Stage é o seu conceito e ideias centrais: o álbum todo aborda o tema de Inteligência Artificial, a condição humana e olhar as estrelas para obter respostas.

“Estávamos procurando e lendo muita coisa sobre o espaço e o universo. Eu mandei um artigo sobre inteligência artificial ao Matt e pensei em pegarmos essa ideia para o álbum. Ele me mandou vários artigos sobre o Bill Nye, e seu livro Undeniable (Inegável) falando sobre a evolução e nosso lugar no universo, lemos também o livro Cosmos, de Carl Sagan”.

“Então a minha mente já estava bem focada no espaço e inteligência artificial, então criei a arte e o centro do álbum. Nós queríamos juntar a tecnologia e o universo, e onde nós nos encaixávamos nisso tudo”.

A enorme criatividade de The Stage bate em contraste com o seu antecessor, Hail To The King, que foi claramente inspirado em bandas clássicas de metal como Metallica e Guns n’ Roses.

“Obviamente você consegue enxergar a grande influencia do heavy metal no Hail To The King”, Zacky admite e explica quando se trata de The Stage, “Matt ouviu alguns hip-hops obscuros e trouxe um toque de bateria que pôde transmitir ao Brooks, que de alguma forma, seria mais metal, mas foi inspirado por algum riff de hip-hop maluco ou algo do tipo. Eu não seria capaz de decifrar que veio do hip-hop. A mente de todo mundo trabalha de formas diferentes”.

Ele continua: “Nós estávamos tão focados em criar algo novo dentro do heavy metal ou do hard rock, incorporando batidas doidas e longas, tentando criar algo mais ambicioso. Nossas influencias estavam longe do que costuma ser”.

Tanto para o álbum como para a turnê no Reino Unido, Vengeance afirma que “a parte visual é tão importante quanto a música”, o diretor de arte do Avenged criou um palco bem elaborado e envolvente para o nível da arena.

“Eu fui à mais artistas do que eu gosto de mencionar, esperando que eles conseguissem entender o que eu queria, o que eu estava tentando passar para eles.”.

“Ninguém foi capaz de enxergar, então por fim, eu mesmo fiz com a ajuda do meu irmão e elaboramos a capa do álbum e o visual do astronauta.”

“Houve poucos artistas que conseguiram fazer o que nós procurávamos com aquele material, então, a mesma coisa aconteceu com o clipe. Eu tive uma ideia e queria que fosse perfeito.

Nós tivemos a sorte de encontrar o Chris Hopewell do Reino Unido, porque ele tinha a mesma visão que eu. Ele entrou na minha mente e foi divertido!”

Apesar do The Stage ter sido um grande álbum criativo para o Avenged Sevenfold, não poderia não ter controvérsias. Em outubro começou a especulação sobre o título do novo álbum da banda, então a ex gravadora da banda, Warner Bros., tratou de tentar atrapalhar o lançamento de The Stage com um cd de “Melhores Músicas”, querendo causar uma pequena confusão para os fãs da banda.

“No que diz respeito a nossa antiga gravadora, nós não tínhamos ideia que fariam algo desse tipo. Não sabíamos sobre este álbum até ser lançado. Nós achamos uma atitude meio histérica, pois eles foram enganados por um tweet falso do nosso amigo Chris Jericho. Isso nos mostrou o tipo de gravadora que eles são, eles foram conduzidos por um rumor. E foi esse o motivo do porque nós saímos de lá, não queríamos estar rodeados de pessoas… – eu odeio usar essa palavra ‘imbecis’ mas eu vou usar- de pessoas imbecis.”.

Independente disso, o Avenged Sevenfold continua sendo uma das maiores bandas de rock do século 21, e o experimental e imprevisível álbum The Stage pode provar facilmente ser um destaque em sua carreira.

Entrevista Kerrang – Parte Um

Postado por Lucas - 21/12/2016 - Sem comentários

Tire um segundo para refletir nos últimos 12 meses e é muito claro que 2016 não foi um dos melhores anos, é chocante. Infelizmente a maioria dessas epifanias fizeram suas aparições em formas negativas, tristezas e cercadas de desgraças. Tivemos despedidas de lendas do rock que foram devastadoras, com o Lemmy (que morreu nos últimos dias de 2015), David Bowie, Prince e a partida mais recente de Leonard Choen; o caos em torno do clima político, a bomba inglesa de votar a favor do Brexit e é claro, duas semanas atrás a angustiante notícia que Donald Trump seria o novo presidente eleito dos Estados Unidos.

Em Orange County, Califórnia, durante uma manhã ensolarada, o vocalista do Avenged Sevenfold, M. Shadows, estava tentando absorver as notícias que seu país recebeu no dia anterior (a entrevista foi gravada um dia após a eleição de Donald Trump). “Esta nação está profundamente dividida.” começa o vocalista de 35 anos. “Estava realmente falando que vivemos na Califórnia (uma região totalmente democrata onde apenas um terço dos residentes votaram em Trump). É tipo uma bolha, é algo totalmente de pensamento progressista, novo e inovador. Mas tem muitos lugares no país que estão contentes com o jeito que está.’’.
Essa é uma lição que o Avenged Sevenfold aprendeu depois de um ano de corrida política nos Estados Unidos e isso foi um fato ao longo de seus 17 anos de carreira. Como uma das bandas com o pensamento mais lá na frente do metal moderno, o pensamento deles é ao mesmo tempo surpreendente e enlouquecido. E, recentemente carregando seu passo mais fora da curva desde de 1999, a banda de Huntington Beach pode ser uma das melhores coisas deste ano.

O imprevisível sempre foi uma das vestes mais fortes do Avenged Sevenfold. Há uma década, seu terceiro álbum de estúdio, City of Evil, os levou a um novo patamar para ir do metalcore a uma das maiores bandas novas de metal. Eles adentraram novas águas escuras em 2007, com o “Álbum Branco” e em 2010 com o grandioso Nightmare. Três anos depois o Hail To The King iria jogar o Avenged Sevenfold ao topo das paradas de download de listas da elite do metal.

(Ler mais…)

Entrevista para o Loudwire Nights

Postado por Lucas - 02/09/2016 - Sem comentários

O M. Shadows foi o convidado do programa de rádio chamado “Loudwire Nights”, apresentado pelo Toni Gonzale.

Shadows falou um pouco sobre shows em festivais, como eles tocavam com o baterista Brooks Wackermen antes de o anunciarem a imprensa como novo membro da banda, como anda o DVD “ This is Bat Country” e a relação do Avenged com a Warner Bros. Records.

O Avenged Sevenfold está caindo na estrada com o Volbeat, Killswitch Engage and Avatar, começando dia 12 de setembro em Kansas, parando em Michigan, Ohio, Indiana e Tenneessee. Não há muitas paradas.

Por que vocês fazem o período tão curto dando em conta que a demanda é grande sendo que a próxima turnê, que acontece na Europa com o Disturbed e Chevelle, é muito maior?

Há muito o que explicar. Fomos chamados meses atrás. Não sei quantas pessoas sabem disso, mas estão fechando os festivais, eles nos ligam, tipo, com um ano de antecedência. Dissemos que iriamos fazer os festivais, mas não tínhamos ideia que estaríamos em processo de composição do novo álbum.

Uma vez que chegamos nesse ponto e não temos um álbum pronto, já que ainda estamos trabalhando nele e fazendo essas coisas, então dissemos: ‘vamos fazer algumas das datas entre os festivais para não ter que ficar indo e vindo o tempo todo’. Espero que quando estivermos na Europa tudo volte nos eixos. Por isso não há muitos shows agora. Estamos apenas fazendo coisas entre os festivais e perguntamos aos nossos amigos do Volbeat e Killswitch, se eles queriam fazer isso com a gente e eles toparam. Vamos tocar em algumas datas só para ver o que acontece.

Vocês têm muitos festivais marcados nos próximos meses. Vi que na Rock Allegian e Houston Open Air vocês estão fazendo parceria com o LTD tweets. Pode nos falar um pouco sobre o que eles fazem? Onde que a banda entra nisso tudo?

Desde de Living The Dream até Fuck Cancer, o que nos interessa é encontrar com fãs que não conseguem ir ao nossos shows devido ao estado avançado de doença. Eles não conseguem necessariamente ter a experiência comuns que a maioria dos nossos fãs tem. Nós tentamos encontrar com esses fãs e tentamos fazer o máximo por eles. Fazemos doações, dedicamos o máximo de tempo à eles e é isso o que importa para nós.

Fazemos isso há anos. Quanto mais fãs pudermos encontrar ou que estão com doença terminal, nós tentamos fazer isso porque é realmente importante e você pode ver a esperança nos olhos deles e dos familiares. Normalmente, para coisas assim, eles levam o fã e membro da família para o palco e ele passa um tempo com a banda. Toda essa experiência faz toda a diferença, espero.

Você antecipa que haverá material para ouvirmos em 2016 ou em 2017 é mais realista?

Eu realmente não tenho ideia agora. Nada. Tenho certeza que todas as revistas e estações de rádio estão bravas com a gente, mas na real, quando houver algo pra ouvir vocês vão saber. Nesse momento, estamos trabalhando muito e queremos ter certeza que está tudo certo. Dar material picadinho para os fãs não me parece algo certo a fazer.

Há algo que você queira falar sobre o processo criativo, nesse mesmo estágio entre esse novo álbum e o Hail to the King?

Temos o Brooks Wackerman tocando com a gente agora, então nos últimos anos passamos um tempo fazendo um jamming com ele. Claro que ele vai trazer um elemento novo. Uma coisa sobre essa banda é se algum membro novo vai entrar, há uma razão para o Brooks estar com a gente. Não vamos sentar lá, colocar o Brooks de lado e falar “vai lá e faz sua parte da bateria”. Uma coisa que era realmente importante para nós era trabalhar com ele um bom tempo antes de anunciarmos qualquer coisa, porque queríamos ter certeza que tudo nele se encaixava com o estilo de onde queremos chegar.

A maior novidade que posso dizer é ter o Brooks na banda. Nós estamos usando ele e não somente dizendo “ow cara você é só um cara contratado”. Ele é parte da banda e queremos trabalhar com ele. Queremos que ele se encaixe e é isso que temos feito. Vai ser legal e muitas pessoas estão imaginando se a banda vai escrever um álbum e fazer o Brooks tocar. Não é o caso. Estamos compondo todos juntos e está sendo bem divertido.

Falando no Brooks, ele falou com vocês sobre o que passou pela cabeça dele logo após tocar o segundo show com o Avenged? O Metallica tocando, público de 50.000 e a inauguração de um estádio de 1 bilião de dólares. É muito de uma vez só. Ele disse alguma coisa sobre isso?

Eu sabia que ele estava nervoso. Todos nós estávamos. Tocamos só três shows anos passado e não estivemos em uma turnê por dois anos, você fica mais velho e gordo (risos). Você não consegue se preparar o suficiente para isso. Não tem como se preparar para se apresentar para 60.000 pessoas em um estádio e inaugurá-lo. Nós não abrimos para o Metallica por muito tempo e quando isso acontece é sempre um ambiente hostil. A qualquer momento as pessoas podem se virar contra você porque eles estão lá para ver o Metallica. Para nós, estávamos todos nervosos. Estávamos nervosos com o show no First Venue também porque fazia tempo que não subíamos ao palco. Isso não é como andar de bicicleta. No backstage você fica tipo “cara, a gente consegue fazer isso de novo?” . Uma vez que você está lá, você consegue, mas dá medo.

Lá em maio de 2015, todos nós tivemos uma prévia do DVD This is a Bat Country. A banda divulgou um teaser. O DVD já está pronto? Ele vai

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ser lançado? Há alguma novidade que você pode nos dar?

A real é que o DVD nunca chegou lá. Sei que alguns fãs não querem ouvir isso, mas pra nós quando estamos planejando algo e decidindo em lançar ou não, tem que passar por um tipo de processo, ou “isso é bom pra gente lançar? ”. A gente recebe sempre essa pergunta sobre o DVD. Aí começa a vazar informação de que temos um DVD e a gente fala “ é, temos um DVD”. Aí nada acontece e não há motivos para nós o lançarmos, na verdade.

Então, não sei o que está acontecendo sobre isso, no momento. Sei que está no comecinho. A gente está fazendo alguns ajustes, mas ainda tem aquele lance com a Warner Bros. Não estamos mais com a Warner e eles possuem os direitos daquelas filmagens. Não sei o que vai acontecer com aquele DVD. A resposta de verdade é que ele não está a par com o que queremos lançar.

Essa era minha próxima pergunta, vocês anunciaram no começo desse ano que a banda estava tentando quebrar o contrato com a Warner Bros record. Já definiram o que será feito? Aparentemente não.

Nada foi definido ainda. Vi uma coisa online, acho que outro site disse que o que tínhamos dito não era verdade sobre o motivo pelo qual saímos de lá. A informação não é verdadeira. Nós deixamos a Warner porque cada pessoa na gravadora, não cada pessoa, o departamento de rádio ainda está intacto. Mas as pessoas que assinaram com a gente, o pessoal da A&R, as pessoas importantes na companhia não sabiam quem era o Avenged Sevenfold e nem se importavam com a gente. A gente tinha que sair.

Não foi nada além de se você está em um lugar que as pessoas não se importam com a sua banda, então você tem que fazer suas coisas onde as pessoas se importem com sua banda. Então, ao longo que as gravadoras vão se transformando e vão mudando os funcionários, você precisa fazer algo que seja o melhor para você e foi esse o principal motivo da nossa saída. Para nós, é uma questão de achar um lugar que nos sentimos em casa, que se importe com o rock, se importe com o Avenged Sevenfold e queira nos ajudar a ir mais longe tanto quanto a gente.

Para terminar, qual foi a melhor conquista, musicalmente falando, que você já recebeu que significa muito para você.

Ah cara. Musicalmente, adoro quando as pessoas têm conhecimento de música e podem falar sobre isso. Eu sou meio nerd quando o assunto é estrutura dos acordes ou melodia, então sempre amei conversas profundas com músicos sobre isso. Também adoro um fã coloca o álbum para tocar e ele realmente não sabe nada sobre música, mas ele gosta do som e isso o toca de alguma forma.

Então, há muitas coisas legais. Acho que muitas das vezes você vai a um show e você ouve a história de um fã e isso sempre nos toca. É incrível. Uma vez ou outra você consegue tocar na vida de uma pessoa apenas escrevendo uma melodia ou alguma música, o que é sempre muito especial.

Nightmare está entre as canções favoritas de Chris Jericho

Postado por Thammy Sartori - 29/04/2015 - Sem comentários

Em entrevista à MTV Iggy, Chris Jericho, podcaster, lutador de WWE e vocalista da banda de heavy metal americana Fozzy, revelou suas 13 músicas favoritas desde o hard rock aos clássicos do heavy metal. Entre os grandes nomes listados, o vocalista incluiu a canção “Nightmare”, música título do disco anterior do Avenged Sevenfold:

Chris Jericho: Nightmare – Avenged Sevenfold

‘Uma das minhas favoritas deles. Eles sempre tem boas ideias para músicas, e são provavelmente a maior banda de heavy metal desta geração — uma banda que pode seguir tocando em arenas e sendo headline do Download mesmo tendo apenas 30 anos. Graças a Deus por bandas como essa.’

A lista também inclui nomes como Metallica, AC/DC, The Cult, Rolling Stones, Van Hallen, The Beatles, Kiss, Stone Sour, Nirvana e a banda brasileira Angra.

Em entrevista ao site Zoiks! Online no ano passado, Jericho falou um pouco sobre o estado atual do rock pesado e hard rock na América, citando o Avenged Sevenfold como uma das melhores coisas que aconteceram para o gênero na atualidade.

M. Shadows: “Nós sempre queremos ser o maior que pudermos”

Postado por Dani Barbosa - 07/02/2015 - Sem comentários

Após mais de seis meses de rumores espalhados sobre o show de estreia do Avenged Sevenfold em Hong Kong, a banda de heavy metal chegou como um furacão e apresentou suas faixas de metal de sucesso em show na Asia World Arena, no dia 14 de janeiro.

O Dinosaur Journal (DJ) fez uma entrevista exclusiva com a banda e seus integrantes. Eles falaram um pouco da trajetória do Avenged Sevenfold, da inspiração própria no som ao sucesso mainstream, mesmo com o nível de popularidade das meninas do Babymetal.
Confira a tradução adaptada da entrevista pingue-pongue com a banda:

Dinosaur Journal: Esta é a primeira vez que vocês tocam em Hong Kong. Como se sentem?

Avenged Sevenfold: Bem! Nós estamos aliviados! Estamos passeando por todos esses lugares que não conhecemos. A vista é fantástica. Nosso hotel é  ótimo. Muito para explorar. 

Dinosaur Journal: O que vocês esperam do público?

Avenged Sevenfold: Nós esperamos que seja o máximo! A maioria dos fãs nesta parte do mundo é completamente insana, de uma maneira boa. Ontem à noite foi demais. Eles estavam tão fora de controle e barulhentos. Estávamos acostumados com isso na Malásia e Jacarta, então esperamos o mesmo do público aqui. É realmente sempre incrível por aqui!

Dinosaur Journal: Vocês gostam e alguma banda da Ásia?

Avenged Sevenfold (M Shadows): Claro que sim. Eu sempre gostei da X-Japan, mas eles geralmente não fazem turnê nos Estados Unidos.

Avenged Sevenfold (Johnny Christ): Não sei… eu gosto da Babymetal! (risos)<

Dinosaur Journal: Como vocês descreveriam a música de vocês agora?

Avenged Sevenfold: Cada disco é completamente diferente. Sabe, quando você está no colégio, você diz “é isso… você gosta desse tipo de música…”, mas conforme você fica mais velho você não se importa mais. Nós tentamos fazer com que cada música tenha sua própria história, não temos temos um gênero fixo realmente. Tem algo de metal, um pouco de punk, um som pesado… enfim, alguma coisa boa também. (risos)

Dinosaur Journal: O que vocês consideram como “música boa”?

Avenged Sevenfold: Eu acho que é o que faz você se sentir emocional. Se você pode sentir um pouco de emoção, de modo que você gosta de estar em outros lugares, ouvindo Elton John, Queen, Metallica ou música pop, para mim, se você acha que isso é uma boa música, isso é uma boa música. Se isso pode te tocar, é música boa.

A que faz você sentir emotivo – se toca em alguma coisa, cria um sentimento e te leva a algum outro lugar, essa música vem de todos os tipos e formas, sabe, Elton John, Queen, Metallica, música pop, o que quer que você esteja ouvindo. Para mim, se a música é boa e te toca, isso é bom.

Dinosaur Journal: Os equipamentos nesta turnê na Ásia são diferentes dos que vocês usaram nas outras turnês?mpre terão muitas músicas no setlist.

Avenged Sevenfold: Eu acho que são um pouco diferente. Algumas coisas são mais duráveis e viajam sem problemas, mas ainda mantém a qualidade. Em termos de produção, é realmente difícil arrumar um show como fazemos na América. Tentamos trazer nossos próprios equipamentos e pessoal porque viajamos todos os dias basicamente e, a menos que você seja o Iron Maiden – que tem um 757 (Ed Force One), você não consegue trazer todas as suas coisas com você. Não é como se fôssemos o Metallica. Eles estariam com sua equipe organizando as coisas durante alguns dias. Nesse momento da nossa carreira, temos que chegar e partir o mais rápido possível. Por isso tentamos fazer o nosso melhor. Quanto maior é a banda, mais ela pode fazer. Se você se torna suficientemente ‘grande’, aí pode começar a trazer mais e mais coisas a cada turnê. Como nesta turnê que estamos trazendo conosco nossos equipamentos de vídeo e um cenário melhor. Se você já nos viu na última vez, só tínhamos um pano de fundo. Fazemos tudo o que podemos.

Dinosaur Journal: Então… como vocês decidem o setlist?

Avenged Sevenfold: Nós vemos se já estivemos no local antes ou quando tocamos lá pela última vez,  e sempre ouvimos o que os fãs querem escutar, o que é popular e tentamos improvisar com frequência. Eu acho que é importante olhar todos os álbuns, então tentamos inserir algumas músicas de cada um deles. Nós estamos tocando um dos nossos setlists mais longos da turnê.

Avenged Sevenfold (M Shadows): Muito disso se deve à reação do público – se uma música não funciona bem ao vivo, geralmente desistimos dela. Agora nós temos a experiência de que é a sequência de músicas (música após música) que cria a atmosfera que esperamos. Se você abre mão de um grande sucesso, então a maior parte dos fãs ficarão chateados com isso. Nós tentamos encaixar algumas músicas aleatórias que escolhemos, e então sobrarão só os hits no final.

Dinosaur Journal: A transição do A7x para o cenário mainstream muda o pensamento da banda? Levando em conta o processo criativo e os objetivos?

Avenged Sevenfold: Na verdade não. Desde o primeiro dia, fazemos o que queremos. E queremos escrever música que gostamos. Nós constantemente colocamos o que gostamos e esperamos que os nossos fãs gostem E nós temos os melhores fãs do mundo, eles de fato conseguem fazer isso. Nós sempre queremos ser o maior que pudermos ser. E não há cenário mainstream que possa interferir e, de repente, mudar o que somos. Então tem sido da maneira que nós desejamos que seja.

Dinosaur Journal: Vocês acumulam uma lista de metas bem-sucedidas, como por exemplo serem o headliner do Download Festival no ano passado. Quais as próximas metas?

Avenged Sevenfold: Nós não temos metas realmente… alguns sonhos, eu diria. Do tipo, queremos ser uma grande banda, mas não sabemos realmente o que isso significava ou onde isso nos levaria. Há diferentes níveis de tendência na música. Nos Estados Unidos, por exemplo, você pode ser a maior banda de rock e ainda assim não fazer parte do que se considera mainstream. Quero dizer, Katy Perry e Rihanna são o que é de fato o mainstream. Se você se ater somente aos números, quero dizer, nós somos a banda de rock mais tocada do país ou algo parecido do último ano. Mas nosso número é muito inferior ao de músicos realmente mainstream como Rihanna (que tem suas faixas tocadas 40 milhões de vezes por semana). Isso é mainstream! Mas eu acho que as pessoas têm a impressão errada de que uma grande banda de rock é mainstream. Para nós, somente escrevemos o que gostamos e o que queremos fazer. E isso funciona pra gente. Mas também podemos fazer outras coisas (jogar video game) e queremos que as pessoas nos escutem. Nós queremos que as pessoas sejam apresentadas ao rock porque acreditamos que elas vão gostar.  E sempre há aquela banda que te faz entrar no mundo do rock, e a partir dela, você começa a cavar mais fundo e encontrar outras coisas que goste. Daí você começa a ouvir coisas de artistas da Europa, Led Zeppelin, AC/DC. Você sempre precisa de uma banda que te faça entrar nesse mundo e não nos importamos em ser essa banda. Dessa forma nós conseguimos mais pessoas curtindo o rock ‘n roll.

Dinosaur Journal: Qual é o maior sonho de vocês no momento?

Avenged Sevenfold: Eu não sei se podemos falar isso. (risos)

Dinosaur Journal: Há alguma música que vocês tenham tocado tanto que não aguentem mais ouvir ou tocar?

Avenged Sevenfold: Todas elas. Acho que todas as músicas em nossa carreira se tornam cansativas. Mas eu te digo, se o público certo estiver lá e ficar louco, faz tudo isso ser diferente. Se você tocar para uma plateia estática, se torna bem entediante tocar músicas que você já toca há 15 anos. Por isso é ainda recompensador ir para a China e quando fomos para a Coreia e tocamos o setlist completo – que é realmente (!!) longo -, os fãs piraram o show inteiro e nos sentimos super bem! Uma daquelas coisas estranhas que se transforma em algo sensacional. É a atmosfera, sabe, tipo…. qualquer um ficaria cansado de tocar ‘Unholy Confessions’ por 5000 vezes se ninguém quisesse ouvir, mas ir para a Coreia e para alguns dos países asiáticos é algo como… vamos lá! É uma festa!

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Turnê


    10/01 – Glasgow, Escócia
    12/01 – Newcastle Upon Tyne, Tyne and Wear
    13/01 – Birmingham, Inglaterra
    15/01 – Sheffield, Inglaterra
    16/01 – Manchester, Inglaterra
    18/01 – Nottingham, Inglaterra
    19/01 – Cardiff, País de Gales
    21/01 – Londres, Inglaterra
    22/01 - Londres, Inglaterra
    12/02 – Frankfurt, Alemanha
    13/02 – Hamburgo, Alemanha
    15/02 – Berlim, Alemanha
    16/02 – Düsseldorf, Alemanha
    18/02 - Amsterdam-Zuidoost, Holanda
    20/02 – Estugarda, Alemanha
    21/02 - Rudolfsheim-Fünfhaus, Áustria
    25/02 – Munique, Alemanha
    26/02 – Zurique, Alemanha
    28/02 – Lila, França
    01/03 – Luxemburgo, Luxemburgo
    02/03 – Paris, França
    04/03 – Copenhague, Dinamarca
    07/03 – Helsínquia, Finlândia
    09/03 – Estocolmo, Suécia
    10/03 – Oslo, Noruega
    07/05 – Kannapolis, Carolina do Norte

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