Vídeo Clipe: GodDamn está chegando!

Postado por Thammy Sartori - 08/04/2017 - Sem comentários

O Avenged Sevenfold informou que o novo vídeo clipe da banda, GodDamn, está chegando, mas não passaram uma data prevista de lançamento. Em seu post falam também para ficarmos ligados para ver os bastidores do clipe!

a7x

 

Avenged Sevenfold está concorrendo ao Metal Hammer Golden Gods Award!

Postado por Thammy Sartori - 07/04/2017 - Sem comentários

O Avenged Sevenfold está concorrendo a categoria de “Melhor Banda Internacional” pela Metal Hammer Golden Gods Award.
Para votar, basta se registrar neste link e após localizar o ícone “Best International Band”.
A premiação ocorrerá no dia 12 de Junho!

Sem título

Synyster Gates sobre a nova turnê: somos a banda mais sortuda!

Postado por Tate - 30/03/2017 - Sem comentários

Durante a passagem do Avenged Sevenfold por Helsinki, na Finlandia. Synyster Gates foi entrevistado sobre a próxima turnê com o Metallica, o que aconteceu no Hard Rock Cafe e como a banda gosta de se divertir no seu tempo livre. Leia a transcrição completa da entrevista, acompanhada dos vídeos (em inglês).

Vocês terão um ano bem cheio tocando em turnê com o Metallica este verão [nos EUA]. O que é que você está esperando mais?
Bem, eu estou muito animado para essa turnê. Eu acho que será demais! É sempre uma honra e um privilégio tocar com o Metallica, uma das maiores bandas do mundo. Somos a banda mais sortuda por poder participar de um ato tão lendário. Nosso pensamento ao longo dos anos sempre foi: “O que o Metallica faria?” “Como fazemos isso também?” E por mais que tentemos ter nossa identidade própria, pensamos que eles foram os pioneiros nisso e eles ainda estão aí. Em um belo dia eles lançam 12 videoclipes diferentes de todas as músicas do novo CD e faz um sucesso inacreditável e aí a gente fica “É muito bom, ein?” [risos]. Então eles sempre têm esses momentos e é muito legal continuarem com esse pioneirismo. Eles sempre nos acolheram e nos guiaram e eu não poderia ser grato mais grato por isso.

Você ainda fica todo animado em conhecer essas bandas que tanto ouvia quando era adolescente?
Sim! Eu me lembro quando a gente tocou com Metallica pela primeira vez e o Lars veio nos cumprimentar. Aí você vê como, ao mesmo tempo, que o cara é um maluco no palco, mas ele é uma das pessoas mais legais, cheias de energia. É o Lars! É isso que ele é. Em frente ou atrás das câmeras. Eu não fazia ideia o quão legal ele era. Alias, todos eles são seres humanos incríveis e eles te inspiram a serem pessoas melhores com suas famílias, seja em turnê ou seja em casa, e não é porque você está na estrada que pode ser um babaca, pelo contrário, dá sim para ser legal com todo mundo.

Aparentemente vocês vieram para Helsinki há alguns dias e tiveram uma surpresa com os consumidores do Hard Rock Café. O que aconteceu aquele dia?
Bom, basicamente a gente não conseguia encontrar nenhum lugar aberto, porque pelo visto aqui nada abre aos domingos [risos]. Então fomos ao hard rock como turistas e não tinha ninguém, então ficamos por lá, bebendo e bebendo. Havia um pequeno palco e uma hora achamos uma boa ideia ir lá e tocar umas músicas. Aparentemente as pessoas acharam que a gente iria até lá fazer barulho e ser irritante e tinham tipo, seis pessoas lá. Elas não gostaram muito da ideia da gente tocar e acabaram reclamando, bem na hora do meu solo.

Pelo visto é algo que vocês estão acostumados a fazer, surpreender pessoas ao redor do mundo.

Não![risos] Apenas achamos irônico estarmos no Hard Rock Café, onde temos muitas memórias, e não sermos reconhecidos e ainda chutados do palco. Foi engraçado.

Vocês ainda fazem farra quando estão em turnê ou agora estão mais sossegados?

Helsinki tem muitos bares de Karaokê e a gente passou um bom tempo por esses bares nos últimos dias e o Hard Rock foi terrível, porque a gente vinha bebendo e cantando há dois dias.

O que vocês cantam no karaokê?
Ai meu deus! A gente cantou um pouco de Duran Duran, para deixar o Johnny bravo, um pouco de Wasting Time do Skid Row e umas 50 outras músicas. 


 

Entrevista Johnny Christ para OÜI FM

Postado por Tate - 16/03/2017 - Sem comentários

Durante a passagem do Avenged Sevenfold por Paris, Johnny Christ falou com a rádio OÜI FM sobre a evolução da banda, The Stage, seu tempo no Avenged Sevenfold e os bateristas que passaram pela banda nos últimos anos. Confira a tradução completa.

 

Assim que o Avenged Sevenfold chegou à Paris, a rádio francesa OÜI FM falou com a banda a respeito de seu retorno no AccorHotels Arena e seu último álbum, The Stage, lançado em dezembro 2016. Também foi discutido as relações entre os membros do grupo e sua influência.

OÜI FM: Boa noite Johnny e obrigado nos ceder uma entrevista. A última vez que o Avenged Sevenfold veio para o Accorhotels Arena, foi em 2008, na primeira parte do Iron Maiden. Como é voltar?

Johnny Christ: É bom voltar. Quando vi a casa de show assim que saí do ônibus, muitas memórias vieram à mente. É muito bom ver quando o nome da sua banda é o topo da chamada do pôster do evento, estamos muito felizes. Para essa turnê, estamos com o Disturbed e Chevelle. Nós e o Disturbed saímos em turnê várias vezes, somos velhos amigos.

Nessa turnê, há muitos efeitos de palco. Pode nos contar mais sobre isso?

Quanto mais uma banda cresce mais oportunidades você tem pra fazer seu show crescer. Isso é o que sempre tentamos fazer sem contar que ajuda a fortalecer a identidade visual do álbum. Para essa turnê, deixamos algumas coisas que já fazíamos antes como efeitos pirotécnicos e grandes estruturas. Dessa vez, optamos por esculturas gigantescas e um cubo que se move para melhor se encaixar na ideia de The Stage. Pensamos também que muitos fãs não estão necessariamente nas primeiras fileiras e que eles ainda têm de ver o palco todo. Há outras músicas antigas, como Planets e Acid Rain   que cabem no contexto atual. Nem pensamos nisso no momento que as escrevemos. É até engraçado, pois elas são umas das últimas que compomos na época. Como resultado, parece que estamos resgatando as coisas exatamente de onde as deixamos.

Pode nos dizer um pouco do conceito do álbum The Stage?

 O tópico geral é a reflexão do futuro e o como ele será. Isso nos interessa e começamos a ler livros sobre isso. Não somos cientistas nem experts no assunto, mas gostamos da possibilidade oferecida pela inteligência artificial, viajar para Marte ou outros lugares no universo. Isso nos fez cogitar e também nos inspirar. Há elementos que giram em torno do assunto, tipo The Stage, que fala sobre a história da humanidade. Se você quiser falar sobre burocracia e outros assuntos podem ser ligados a isso.

Com esse álbum, vocês têm um novo baterista, Brooks Wackerman. Pode nos contar um pouco sobre ele?

 Tudo flui muito bem com ele. Nos ajuda muito com composição, ele é alguém que escreve como a bateria. Muito profissional e muito talentoso. Faz coisas que nunca vi antes. Quando o contatamos, deu muito certo logo de primeira e rapidamente ele se tornou um membro.

Como é o Brooks comparado ao outros bateristas?

Rev não era apenas um baterista, ele era nosso melhor amigo, nosso irmão. O que ele escreveu foi maravilhoso. Após sua morte, era impossível simplesmente substituí-lo. Os fãs queriam que continuássemos, então  pegamos o Mike Portnoy. Depois veio o Arin, que era excelente baterista mas a coisa não fluiu na composição. Não foi tão ruim, mas não teve uma conexão. Somos amigos, sempre conversamos.

Pode nos contar um pouco sobre a contribuição para esse álbum?

Depois da morte do Rev e o lançamento de Nightmare, houve uma lacuna muito grande no processo criativo da banda. Então, de Hail to the King, tentei trazer mais elementos na composição, nos riffs e tals.O meu papel na verdade, era basicamente montar tudo pra ajudar a produção. Tive de aprender a usar ProTools, sendo que não sou muito ligado nessas coisas de computadores (risos). Foi longo mas foi prazeroso. Todos opinavam, e assim que conseguíamos avançar. Nunca saímos do estúdio até todos estarem satisfeitos. Se alguém tem algo a dizer, vamos procurar outra coisa então. É nosso jeito de trabalhar desde o primeiro dia.

Você se juntou ao A7X em 2002, então faz 15 anos que vocês estão juntos. O que isso significa.

Nem me toquei que faziam 15 anos ( risos). Somos uma família, eles são meus amigos e irmãos. Quando não estamos em turnê, saímos juntos uma vez que moramos em Huntington Beach. É ótimo ter um projeto com seus melhores amigos e ainda ser bem sucedido com isso. Sempre temos objetivos a alcançar mas chegaremos lá aos poucos.

Conte-nos sobre suas influências como baixista:

Quem realmente me fez querer tocar baixo foi Cliff Burton (Metallica), principalmente naquele música Anesthesia- Pulling Teeth no álbum Kill’em All. Nunca achei que um baixo podia soar daquele jeito! Daí descobri Primus’ Claypools quando assistia MTV com o clipe Wynona’s Big Brown Beaver e pensei “Que porra é essa?” . Peguei o álbum ( Tales from the Punchbowl) e fui fundo no que o Les Claypool estava fazendo e então tentei aprender aquilo…o que era difícil para um iniciante! (risos) Aí fui pro punk rock e lá encontrei coisas legais pra fazer também, como Matt Freeman ( Rancid) ou Fat Mike ( NoFx). Minhas influências vieram de lá, mas com a idade, eu realmente ouço de tudo e então tento incluir nas nossas músicas, independente do estilo.

Músicas da BBC disponíveis

Postado por Rodrigo Porto - 27/02/2017 - Sem comentários

A7X BBC Radio 1

O site da BBC disponibilizou a performance do Avenged Sevenfold para ouvir online neste link .

Setlist:
Hail To The King
God Damn
Nightmare
The Stage

Além de uma pequena entrevista com Synyster Gates.

E neste link você pode conferir algumas fotos de como foi.

PS: Para ouvir todas ma músicas seguidas, basta clicar na foto nova que fica em cima do site.

Roadies sofrem acidente em show.

Postado por Thammy Sartori - 21/02/2017 - Sem comentários

Em uma nota oficial, o Avenged Sevenfold informa que após uma apresentação na Alemanha, dois técnicos da  casa de shows sofreram um acidente e um deles veio a falecer.
Segue nota:

“Trazemos hoje algumas notícias ruins. Ontem após nosso show em Stuttgart, na Alemanha, um dos técnicos da casa do shows caiu das vigas, enquanto as desmontava, em cima de um garoto de 19 anos que também era da equipe da casa. Tragicamente, o garoto de 19 anos morreu devido aos ferimentos e o de 26 está em estado crítico no hospital. Isso deixou todos da banda e da nossa equipe muito tristes. Todos nós estamos enviando pensamentos positivos e orações para o homem que está hospitalizado, para as duas famílias envolvidas, todos da equipe da Live Nation e para todas as pessoas cuja vida tenha sido afetada por conta deste horrível acidente. Nós amamos muito nossa equipe, assim como amamos as equipes locais que são essenciais para nossos shows, em todo o mundo. Isso nós faz pensar que acidentes podem ocorrer em um piscar de olhos e vidas podem ser destruídas neste processo.
Quando soubermos mais sobre o caso voltamos para atualizar vocês.”

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Último Vídeo

Turnê


    12/01 – Nashville, Tennessee
    14/01 – Grand Rapids, Michigan
    16/01 – Reading, Pensilvânia
    17/01 – State College, Pensilvânia
    19/01 – Quebec, Canadá
    21/01 – Ottawa, Canadá
    22/01 – Hamilton, Canadá
    24/01 – Green Bay, Wisconsin
    25/01 – Peoria, Illinois
    27/01 – Sioux Falls, Dakota do Sul
    31/01 – Biloxi, Mississippi
    02/02 – North Little Rock, Arkansas
    03/02 – Evansville, Indiana
    06/02 – Wichita, Kansas
    08/02 – Lincoln, Nebraska
    09/02 – Cedar Rapids, Iowa
    11/02 – Fargo, Dakota do Norte
    12/02 – Winnipeg, Canadá
    14/02 – Saskatoon, Canadá
    15/02 – Edmonton, Canadá
    17/02 – Vancouver, Canadá

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