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Metal Hammer – Uma Breve História do Avenged Sevenfold

Postado por Thammy Sartori - 15/09/2016 - Sem comentários
Para comemorar seus 30 anos, a revista Metal Hammer está lançando uma edição especial de aniversário.
Está edição contará com um livro “Uma Breve História do Avenged Sevenfold”. Neste livro o Avenged Sevenfold irá contar a história deles álbum por álbum.
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12/09/2016 – Providence Medical Center Amphitheater, Bonner Springs, KS

Postado por Lucas - 13/09/2016 - 2 comentários

Continuando seus shows pelos Estados Unidos, o Avenged Sevenfold tocou ontem, dia 12 de Setembro de 2016, na cidade de Bonner Springs, Kansas. Com um repertório bem grande e completo, a banda tocou Warmness on the Soul pela primeira vez, surpreendendo muitos. Confira o setlist abaixo:

01-Nightmare
02-Afterlife
03-Shepherd of Fire
04-Hail to the King
05-Buried Alive
06-God Hates Us
07-Gunslinger (parada no meio para ajudar um membro na platéia, pausa de 10 minutos, tocado o segundo verso duas vezes)
08-To End The Rapture
09-Second Heartbeat
10-Remenissions
11-Warmness on the Soul (versão instrumental de guitarra – primeira vez ao vivo)
12-Beast and the Harlot
13-Bat Country
14-Unholy Confessions
Bis:
15-Planets
16-Acid Rain
17-A Little Piece of Heaven

Entrevista para o Loudwire Nights

Postado por Lucas - 02/09/2016 - Sem comentários

O M. Shadows foi o convidado do programa de rádio chamado “Loudwire Nights”, apresentado pelo Toni Gonzale.

Shadows falou um pouco sobre shows em festivais, como eles tocavam com o baterista Brooks Wackermen antes de o anunciarem a imprensa como novo membro da banda, como anda o DVD “ This is Bat Country” e a relação do Avenged com a Warner Bros. Records.

O Avenged Sevenfold está caindo na estrada com o Volbeat, Killswitch Engage and Avatar, começando dia 12 de setembro em Kansas, parando em Michigan, Ohio, Indiana e Tenneessee. Não há muitas paradas.

Por que vocês fazem o período tão curto dando em conta que a demanda é grande sendo que a próxima turnê, que acontece na Europa com o Disturbed e Chevelle, é muito maior?

Há muito o que explicar. Fomos chamados meses atrás. Não sei quantas pessoas sabem disso, mas estão fechando os festivais, eles nos ligam, tipo, com um ano de antecedência. Dissemos que iriamos fazer os festivais, mas não tínhamos ideia que estaríamos em processo de composição do novo álbum.

Uma vez que chegamos nesse ponto e não temos um álbum pronto, já que ainda estamos trabalhando nele e fazendo essas coisas, então dissemos: ‘vamos fazer algumas das datas entre os festivais para não ter que ficar indo e vindo o tempo todo’. Espero que quando estivermos na Europa tudo volte nos eixos. Por isso não há muitos shows agora. Estamos apenas fazendo coisas entre os festivais e perguntamos aos nossos amigos do Volbeat e Killswitch, se eles queriam fazer isso com a gente e eles toparam. Vamos tocar em algumas datas só para ver o que acontece.

Vocês têm muitos festivais marcados nos próximos meses. Vi que na Rock Allegian e Houston Open Air vocês estão fazendo parceria com o LTD tweets. Pode nos falar um pouco sobre o que eles fazem? Onde que a banda entra nisso tudo?

Desde de Living The Dream até Fuck Cancer, o que nos interessa é encontrar com fãs que não conseguem ir ao nossos shows devido ao estado avançado de doença. Eles não conseguem necessariamente ter a experiência comuns que a maioria dos nossos fãs tem. Nós tentamos encontrar com esses fãs e tentamos fazer o máximo por eles. Fazemos doações, dedicamos o máximo de tempo à eles e é isso o que importa para nós.

Fazemos isso há anos. Quanto mais fãs pudermos encontrar ou que estão com doença terminal, nós tentamos fazer isso porque é realmente importante e você pode ver a esperança nos olhos deles e dos familiares. Normalmente, para coisas assim, eles levam o fã e membro da família para o palco e ele passa um tempo com a banda. Toda essa experiência faz toda a diferença, espero.

Você antecipa que haverá material para ouvirmos em 2016 ou em 2017 é mais realista?

Eu realmente não tenho ideia agora. Nada. Tenho certeza que todas as revistas e estações de rádio estão bravas com a gente, mas na real, quando houver algo pra ouvir vocês vão saber. Nesse momento, estamos trabalhando muito e queremos ter certeza que está tudo certo. Dar material picadinho para os fãs não me parece algo certo a fazer.

Há algo que você queira falar sobre o processo criativo, nesse mesmo estágio entre esse novo álbum e o Hail to the King?

Temos o Brooks Wackerman tocando com a gente agora, então nos últimos anos passamos um tempo fazendo um jamming com ele. Claro que ele vai trazer um elemento novo. Uma coisa sobre essa banda é se algum membro novo vai entrar, há uma razão para o Brooks estar com a gente. Não vamos sentar lá, colocar o Brooks de lado e falar “vai lá e faz sua parte da bateria”. Uma coisa que era realmente importante para nós era trabalhar com ele um bom tempo antes de anunciarmos qualquer coisa, porque queríamos ter certeza que tudo nele se encaixava com o estilo de onde queremos chegar.

A maior novidade que posso dizer é ter o Brooks na banda. Nós estamos usando ele e não somente dizendo “ow cara você é só um cara contratado”. Ele é parte da banda e queremos trabalhar com ele. Queremos que ele se encaixe e é isso que temos feito. Vai ser legal e muitas pessoas estão imaginando se a banda vai escrever um álbum e fazer o Brooks tocar. Não é o caso. Estamos compondo todos juntos e está sendo bem divertido.

Falando no Brooks, ele falou com vocês sobre o que passou pela cabeça dele logo após tocar o segundo show com o Avenged? O Metallica tocando, público de 50.000 e a inauguração de um estádio de 1 bilião de dólares. É muito de uma vez só. Ele disse alguma coisa sobre isso?

Eu sabia que ele estava nervoso. Todos nós estávamos. Tocamos só três shows anos passado e não estivemos em uma turnê por dois anos, você fica mais velho e gordo (risos). Você não consegue se preparar o suficiente para isso. Não tem como se preparar para se apresentar para 60.000 pessoas em um estádio e inaugurá-lo. Nós não abrimos para o Metallica por muito tempo e quando isso acontece é sempre um ambiente hostil. A qualquer momento as pessoas podem se virar contra você porque eles estão lá para ver o Metallica. Para nós, estávamos todos nervosos. Estávamos nervosos com o show no First Venue também porque fazia tempo que não subíamos ao palco. Isso não é como andar de bicicleta. No backstage você fica tipo “cara, a gente consegue fazer isso de novo?” . Uma vez que você está lá, você consegue, mas dá medo.

Lá em maio de 2015, todos nós tivemos uma prévia do DVD This is a Bat Country. A banda divulgou um teaser. O DVD já está pronto? Ele vai

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ser lançado? Há alguma novidade que você pode nos dar?

A real é que o DVD nunca chegou lá. Sei que alguns fãs não querem ouvir isso, mas pra nós quando estamos planejando algo e decidindo em lançar ou não, tem que passar por um tipo de processo, ou “isso é bom pra gente lançar? ”. A gente recebe sempre essa pergunta sobre o DVD. Aí começa a vazar informação de que temos um DVD e a gente fala “ é, temos um DVD”. Aí nada acontece e não há motivos para nós o lançarmos, na verdade.

Então, não sei o que está acontecendo sobre isso, no momento. Sei que está no comecinho. A gente está fazendo alguns ajustes, mas ainda tem aquele lance com a Warner Bros. Não estamos mais com a Warner e eles possuem os direitos daquelas filmagens. Não sei o que vai acontecer com aquele DVD. A resposta de verdade é que ele não está a par com o que queremos lançar.

Essa era minha próxima pergunta, vocês anunciaram no começo desse ano que a banda estava tentando quebrar o contrato com a Warner Bros record. Já definiram o que será feito? Aparentemente não.

Nada foi definido ainda. Vi uma coisa online, acho que outro site disse que o que tínhamos dito não era verdade sobre o motivo pelo qual saímos de lá. A informação não é verdadeira. Nós deixamos a Warner porque cada pessoa na gravadora, não cada pessoa, o departamento de rádio ainda está intacto. Mas as pessoas que assinaram com a gente, o pessoal da A&R, as pessoas importantes na companhia não sabiam quem era o Avenged Sevenfold e nem se importavam com a gente. A gente tinha que sair.

Não foi nada além de se você está em um lugar que as pessoas não se importam com a sua banda, então você tem que fazer suas coisas onde as pessoas se importem com sua banda. Então, ao longo que as gravadoras vão se transformando e vão mudando os funcionários, você precisa fazer algo que seja o melhor para você e foi esse o principal motivo da nossa saída. Para nós, é uma questão de achar um lugar que nos sentimos em casa, que se importe com o rock, se importe com o Avenged Sevenfold e queira nos ajudar a ir mais longe tanto quanto a gente.

Para terminar, qual foi a melhor conquista, musicalmente falando, que você já recebeu que significa muito para você.

Ah cara. Musicalmente, adoro quando as pessoas têm conhecimento de música e podem falar sobre isso. Eu sou meio nerd quando o assunto é estrutura dos acordes ou melodia, então sempre amei conversas profundas com músicos sobre isso. Também adoro um fã coloca o álbum para tocar e ele realmente não sabe nada sobre música, mas ele gosta do som e isso o toca de alguma forma.

Então, há muitas coisas legais. Acho que muitas das vezes você vai a um show e você ouve a história de um fã e isso sempre nos toca. É incrível. Uma vez ou outra você consegue tocar na vida de uma pessoa apenas escrevendo uma melodia ou alguma música, o que é sempre muito especial.

Avenged Sevenfold se une a Living The Dream Foundation para o Houston Open Air.

Postado por Denis Lobato - 24/08/2016 - Sem comentários
“Living The Dream Foundation é uma organização que estamos orgulhosos de apoiar. Eles trazem grandes nomes da música para que fãs com doenças terminais mudem sua perspectiva sobre a vida através do poder de cura da música. Não podemos fingir que sabemos como deve ser a vida de alguém com uma enfermidade grave, mas quando temos fãs, nós sempre estamos dispostos a trazer um pouco de diversão as suas vidas.”

A Avenged Sevenfold se juntou a LTD Foundation para dar a um desses fãs que vêm lutando contra uma doença terminal um “All Acess VIP Dream Day”, uma entrada VIP para o festival com direito a acesso de caramins e backstages.

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18/08/2016 – Minneapolis, MN

Postado por Lucas - 19/08/2016 - 1 comentário

Ontem, dia 18 de Agosto de 2016, o Avenged Sevenfold voltou aos palcos. A banda não se apresentava desde 2015, e fez um show gratuito na First Avenue, na cidade de Minneapolis. Foi o primeiro show com o novo baterista Brooks Wackerman. Uma surpresa foi o bis, onde a banda começou com a música Planets, que nunca tinha sido tocada ao vivo. Confira o setlist:

01-Nightmare
02-Critical Acclaim
03-Beast and the Harlot
04-Hail to the King
05-Buried Alive
06-So Far Away
07-Almost Easy
08-Afterlife
09-Bat Country
10-Unholy Confessions
Bis:
11-Planets (primeira vez ao vivo)
12-Acid Rain
13-A Little Piece of Heaven

Chris Jericho fala sobre The Rev na Kerrang!

Postado por Tate - 04/07/2016 - 1 comentário

Na última edição de Junho a revista Kerrang! fez um especial sobre as lendas imortais do Rock, onde Chris Jericho escreveu um artigo falando sobre o Jimmy ‘The Rev’ Sullivan.  Confira abaixo a tradução completa da matéria.

 

The Rev – por Chris Jerico

Mesmo que ele tenha falecido com apenas 28 anos de idade, Jimmy Sullivan mudou a maneira de tocar dos bateristas modernos, diz Chris Jericho, frontman da banda Fozzy e amigo pessoal do Avenged Sevenfold.

Vamos voltar para o começo dos anos 2000. Lá atrás eu não me sentia bem em fazer solos ou ter uma bateria intrigante como aquela. Foi isso que me impressionou de primeira em relação ao Avenged Sevenfold. Você via uma banda com um visual meio emo, que mal mereciam o crédito porque eles eram muito bonitos. E então, você escutava o som…

A bateria me impressionou do quão intrigante ela era. Eu pensei que aquilo era tão metal e ao mesmo tempo tão SoCal punk (estilo típico da Califórnia). The Rev estava curtindo Mr. Bungle e bandas tipo Frank Zappa. Ele realmente trouxe uma vibe diferente para a banda. M. Shadows era mais um cara do Metal, Synyster Gates era do tipo Zappa, mas o The Rev era tudo isso e realmente empoderou aquela máquina.

O estilo do The Rev era incrível também. As vezes quando você escutava a banda, achava que era legal, até vê-los ao vivo… O The Rev era muito animado e trabalhava muito duro. Outra coisa também: seu backing vocal era excelente! Isso adicionou um novo elemento, ele trouxe aquela vibe meio Michael Anthony (Van Halen), onde conseguia cantar muito alto. Você consegue ouvir no refrão de Critical Acclaim. A banda ainda usa suas gravações quando toca essa música ao vivo.

A melhor coisa sobre o The Rev que ele tocava para a música. Escute Beast and the Harlot: sua bateria é um solo constante, é insano! Existem coisas que ele fazia como air-drummer, que eu ainda não tenho ideia. Era uma técnica muito avançada, mas que o mais importante, ainda combinava com a música. Ele não estava querendo se aparecer, ele apenas mostrava o que eles podiam fazer juntos. O The Rev inseriu diferentes mudanças de tempo enquanto os guitarristas faziam harmonias de Halloween.Era muito o poder do metal dentro desta banda moderna e popular. Eu sou um grande fã de Power Metal e isso me lembra muito nos caminhos que as músicas foram feitas. Muito disso foi de responsabilidade do The Rev. Ele trouxe muitas vibes clássicas. Eles eram uma combinação de Halloween com Guns n’ Roses encontrando o Ramones. Colocaram tudo isso em um liquidificador e tornaram algo fresco e excitante em pleno 2005. Toda a vibe e atitude era algo perigoso e ainda é até hoje. É muito legal que o novo baterista Brooks Wackerman está agora na banda porque ele é desta mesma área. Eles eram tipo uma gangue, você os vê descendo a rua juntos olhando como se eles fossem brigar com você. Eles pareciam perigosos e uma boa banda de rock and roll precisa ter este elemento.

The Rev era como Alex Van Halen e Vinnie Paul em um só, porque você sempre reconhece seu som quando escuta sua música. Quantos outros bateristas você consegue reconhecer por meio do seu som, voz ou composições? Esse cara, para mim, era como o Cliff Burton do A7X: ele deu tanto para a banda que eles não teriam conseguido sem ele. A maturidade, harmonia e melodia eram únicas. Eles não teriam se tornado tão grande quanto são agora, lotando arenas, sendo headliners do Download, sem aquilo que eles aprenderam com o The Rev. Há muitas semelhanças entre o The Rev e o Cliff Burton neste sentido: ambos doaram muito para suas bandas que fizeram grandes homenagens quando perderam esses membros. Ele era como a mão guia que puxou seu navio pelo mundo. Era o gigante Reverend puxando o A7X para o mundo.

 

https://a7xitalia.wordpress.com/

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