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Zacky Vengeance fala sobre o ‘Waking The Fallen: Resurrected’

Postado por Denis Lobato - 28/07/2014 - Sem comentários

Em entrevista à Revolver Magazine, Zacky Vengeance falou sobre o re-lançamento do ‘Waking The Fallen Ressurected‘, sobre o que os fãs irão encontrar no álbum e sobre o começo da carreira do Avenged Sevenfold. Confira a tradução abaixo.

Avenged Sevenfold e seus fãs estão se referindo a esse verão como “Summer of Sevenfold” e por uma boa razão. Essa banda não é somente está colocando um inovador jogo para celular, intitulado “Hail to the King: Deathbat, e sendo a atração principal do Rockstar Energy Drink Mayhem Festival, eles também estão lançando uma reformulada (e atrasada) reedição de 10 anos do “Waking the Fallen”, lançado em 2003, segundo álbum da banda de hard-rock de Orange Country. Apelidado de “Waking the Fallen: Resurrected”, a reedição será lançada no dia 25 de agosto pela Hopeless Records e está disponível para pré-venda no site oficial.

O guitarrista do Avenged Sevenfold Zacky Vengeance – um dos fundadores da banda – relembra o início da carreira, a evolução do A7X e o impacto do “Waking the Fallen”.

Revolver Magazine  - Por que relançar o Waking the Fallen?

Zacky Vengeance - Nós sentimos que aquele álbum foi o ponto crucial de nossa carreira, um momento decisivo no desenvolvimento do som do Avenged Sevenfold. Synyster Gates tinha acabado de entrar na banda, e foi aí que começou a incorporar os dueling leads e as harmonias. Também foi quando M. Shadows começou a cantar, deixando de lado os gritos, e não somente nos refrões ou pequenas partes aqui e ali. Então decidimos relançar para que as pessoas conheçam mais e tenham uma melhor visão sobre o que estava acontecendo com a gente, no que pensávamos enquanto fazíamos as músicas, e como eram nossas músicas demo. Basicamente, estamos dando a chance das pessoas verem o inicio da nossa carreira, para lembrar e perceber que viemos de origens muito humildes.

R.M. – Como era a sua vida em 2003, quando vocês estavam fazendo o álbum?

Z.V.Era bem divertido! Nós éramos jovens, vivíamos todos com nossos pais, e dirigíamos nossos carros velhos para a garagem dos pais do Matt, onde a gente compunha sem nenhum compromisso. Nós
basicamente ficávamos tentando impressionar uns aos outros com os riffs que inventávamos, e tentávamos incorporar nossas influências pessoais nas músicas. E depois, íamos ao bar do Johny para ganharmos o máximo de bebidas baratas ou grátis que conseguíssemos! (Risos) E depois nós acordávamos de ressaca e era basicamente um monte de amigos saindo juntos e fazendo a melhor música que pudessem.

R.M. – Você pode realmente ouvir o começo do “Som do Avenged Sevenfold” nesse álbum.

Z.V.Exatamente! No nosso primeiro álbum, “Sounding the Seventh Trumpet”, nós escutávamos mais bandas obscuras de heavy-metal e hardcore. Mas dessa vez, foi como Matt estava ouvindo Pantera e Beyond Driven, eu escutava Metallica… e Justice for All e Master of Puppets, e Synyster estava trazendo todo seu estilo, tipo Iron Mainden na guitarra. Foi como se todos percebêssemos que não tinha problema gostar dessas bandas gigantes, e queríamos incorporar parte dessas coisas.Nós não tínhamos medo do que nossos colegas iam dizer… Naquele tempo, de onde vinhamos, não era legal não ser uma banda de underground metal ou hardcore, então pra nós, usar da influência de algumas bandas mainstream era algo arriscado. Mas era o que amávamos, cara, e incorporamos todas essas coisas. Nós basicamente decidimos, “Nós não ligamos para o que ninguém pensa da gente. Essa é a música que amamos fazer! Vamos fazê-la!”

R.M – Essa foi a primeira gravação do Avenged Sevenfold com Synyster Gates como um membro oficial, certo?

Z.V.Praticamente, sim. Nós refizemos uma introdução do Sound the Seventh Trumpet e Synyster pôs um solo nisso, mas essa foi a primeira vez que ele tocou num álbum inteiro, e contribuiu para a composição das músicas.Foi aí que começamos a incorporar dueling leads. A primeira música que foi criada para isso foi “Second Heartbeat”, e foi justamente quando Synyster estava entrando pra banda. Ele veio e ouviu a abertura de riffs que eu escrevi, e ele gostou, “Ei, vamos adicionar umas harmonias de guitarra nisso!” E de repente, se tornou coisa com ar de Iron Maiden, e Matt e eu ficamos simplesmente encantados. Eu nunca fui muito de fazer solos, e de repente estávamos incorporando esse incrível elemento que não tínhamos antes.

R.M. – Você gravou o Waking the Fallen no NRG Recordings em Hollywood, certo? Como foi a experiência?

Z.V.Eu acredito que a gravação na verdade foi em algum lugar em Burbank, e eu não consigo me lembrar o nome. Foi o nosso primeiro trabalho com um produtor (Andrew Murdock, conhecido como Mudrock), e ele acabou com a gente. Ele ficava dizendo: “Zacky, você não é muito bom com a guitarra, a bateria não é muito apurada, e vocês não estão tocando ritmo nenhum. E onde você deveria ter feito uma música de seis minutos, você fez uma música de merda de 10 minutos”. Era como passar por um campo minado, e isso nos irritou. Não vou mentir, eu odiava que me dissessem que precisávamos melhorar ou que meu jeito de tocar guitarra era desleixado, ou que partes das nossas músicas não se encaixam. Quando você é um jovem idiota, você não quer ouvir ninguém dizendo isso. Então foi uma batalha, mas olhando para trás, foi incrível. Nós aprendemos muito sobre gravações e isso nos levou a um nível de profissionalismo que não tínhamos.

R.M. – Muitas bandas acham difícil fazer essa transição do palco para o estúdio.

Z.V.Realmente! Nós subíamos no palco com instrumentos quebrados, e tentávamos ser o mais louco possível, mas não percebíamos que nosso álbum precisava soar legal para que as pessoas conseguissem perceber o que tentávamos passar com nossas músicas. O momento decisivo para mim, pessoalmente, e um dos momentos decisivos em nossa carreira, foi quando nós todos nos juntamos com o produtor e engenheiro de som durante a pré-
produção e nós tocávamos “Unholy Confessions”. Era basicamente o riff que Rev e eu escrevemos, e então Syn e Matt vieram com um brilhante refrão que encaixou perfeitamente. Começava com Matt gritando o tempo inteiro, porque isso era o que fazíamos sempre, mas Matt dizia, “O que vocês pensam de eu cantar parte dessas músicas ao invés de gritá-las?”então ele cantou essa incrível melodia com sua excepcional voz e nós dissemos “É isso! Vamos passar a cantar!”, “Você é um excelente cantor, quem se importa com o que essas crianças do hardcore pensam de nós? Você precisa cantar essas partes” Isso nos levou para uma completa outra
dimensão.

R.M. – Quais são alguns dos extras dessa reedição?

Z.V.Com essa reedição, nos oferecemos umas músicas demo que gravamos para o álbum. Nós basicamente fomos a um pequeno estúdio com um orçamento zerado (e a produção de Thrice’s Teppei Teranishi), mas queríamos ouvir como as músicas soavam com vocais melódicos e diferentes tons de guitarra antes de gravá-los. Essas demos são o mais reais e cruas possíveis. Cada uma delas é diferente da música que acabou indo para o Waking the Fallen. Nós tiramos partes das músicas, adicionamos outras partes e removemos algumas completamente. Você pode definitivamente ouvir a evolução.

Eu acredito que há cinco demos. Uma delas acabou se tornando parte principal do “City of Evil” e nunca foi usado no Waking the Fallen. Nesse ponto, nós não tínhamos gravado muito, então foi quase experimental. ipo, “Nossa, é assim que nós tocamos?” (Risos) Isso foi apenas a gente testando, tentando encontrar nossos próprio som. Sounding the Seventh Trumpet não soava como nós mesmos, porque Matt não cantava muito, Syn não estava na banda, Jimmy tocava numa bateria que estava a ponto de se desfazer, e as minhas habilidades com a guitarra nunca foram nós fomos realmente capazes de ouvir como o Avenged Sevenfold era capaz de parecer.

R.M. – Há também um DVD com uma gravação ao vivo de 2003, certo?

Z.V.Sim, assistir isso me dá arrepios, mostra a gente como jovens crianças nessa missão. Não muito mudou quanto a nossa atitude, nosso desejo de por um show ao vivo, mas nessa época não tínhamos o equipamento, equipe ou fãs que temos agora. Era basicamente nós com nada exceto atitude e desejo. Éramos todos um bando de crianças magrelas e desnutridas, tentando fazer música e vestir o máximo de roupa preta possível, e emprestando dinheiro dos amigos para que pudéssemos comprar cervejas no bar. Algumas pessoas só conhecem a gente como essa grande banda que toca em festivais e turnês mundiais, mas nossos amigos mais próximos e familiares veem esse vídeo e dizem “Nossa, eu esqueci completamente sobre esses dias!”

R.M. – Se você pudesse de alguma forma hoje encontrar o seu eu desnutrido daquela época, o que você diria a ele?

Z.V. - Eu diria, “não faça nada diferente, só aproveite a jornada, cara!” Por mais desafiadores que esses momentos da vida possam ser, foram uma experiência maravilhosa. Eu espero que outras bandas possam perceber que nada é entregue de mãos beijadas, isso tudo vem com um grande preço, e necessita de muito trabalho duro e tomadas de decisões extremamente difíceis. Mas há uma chance, de que se você realmente acredita em si mesmo, você pode se elevar a outro nível. Então eu não mudaria nada, cara. Eu acredito que todas essas decisões difíceis fizeram o que somos hoje.

ARTISTdirect: Metallica, Asking Alexandria, DevilDriver e outros sobre o Avenged Sevenfold

Postado por Thammy Sartori - 26/07/2014 - Sem comentários

ARTISTdirect perguntou para os membros do Metallica, Asking Alexandria, DevilDriver, In This Moment,  Korn, e também para o Tech N9ne e Machine Gun Kelly o que eles achavam sobre o álbum Hail to the King.
Veja o que eles falaram:

James Hetfield [Metallica]: Avenged Sevenfold é ótimo. Eu gosto de tudo o que eles fazem. Nós tivemos eles no primeiro Orion Music (festival organizado pelo Metallica, onde o Avenged Sevenfold já tocou) e os apresentei.
Eu sempre tenho algo deles na minha playlist!

Ben Bruce [Asking Alexandria]: Hail to the king é fantástico!  É um dos meus álbuns favoritos do último ano. Eu ainda ouço este álbum, provavelmente todos os dias. Eles são fiéis ao que eles são. Eles têm tentado se achar durante esses últimos dois anos. Somos bons amigos daqueles caras e sabemos que eles são muitos fãs do Guns N’ Roses, Mötley Crüe e Metallica igual a nós. Acho que eles conseguiram criar um álbum que engloba todas essas bandas, mas sem roubar nada diretamente deles. É uma interpretação moderna de um álbum dos Guns N’ Roses ou Metallica, o que é bem legal.

Tech N9ne: Oh meu Deus, Hail to the King é maravilhoso! Eles vieram para o Kansas e fui ao show. Eu tirei o dia do folga, fui ao backstage e eles falaram: “Cara, você quer ficar ao lado do palco?” E eu: “Não, eu vou ficar lá embaixo, na cabine de som, assim eu vou conseguir sentir toda a energia!”. Eles dedicaram à música “A Little Piece of Heaven”, uma das minhas favoritas, para mim. A platéia estava louca. Foi lindo demais. A primeira vez que eu ouvi a banda foi quando o álbum “City of Evil” foi lançado. Era isso. Daquele álbum em diante eu os acompanhei. Eu queria que o M. Shadows cantasse alguma faixa do meu álbum, mas o MGK fez isso no último dicos dele. Nós precisamos fazer algo.  MGK e eu somos parceiros, mas eu não posso fazer a mesma coisa! Shadows tem uma voz,  garoto!

Jeff Kendrick [DevilDriver]: Hail to the King é um dos meus álbuns favoritos dos últimos anos. O Avenged Sevenfold sabe muito bem como fazer um tributo ao metal clássico, e ao mesmo tempo conseguir adicionar seu próprio toque particular. É um álbum bem trabalhado com riffs de guitarra espetaculares e insanas do Synyster Gates. Que guitarrista! Aquele cara definitivamente me inspira.

Machine Gun Kelly: Aqueles são meus garotos. Hail to the King é outro álbum maravilhoso e eles continuam crescendo. Eu vou falar de novo, M. Shadows tem uma das melhores vozes de todas. Eu amo e, como fã, fiquei espantado.

Chris Howorth [In This Moment]: Eu gosto do novo álbum do Avenged Sevenfold, Hail to the King. Tem uma sonoridade ótima, a produção é fenomenal. É um ótimo álbum. Eu tenho ouvido muito ele.

“Fieldy” [Korn]: Eles são uma banda animal e nós viramos bons amigos, somos quase vizinhos. Eu gosto do novo álbum também, tem bastante metal clássico nele. É louco!

Fonte: DeathbatNews

[GALERIA] – 20/07/2014 – Mayhem Festival 2014

Postado por Thammy Sartori - 25/07/2014 - Sem comentários

No último dia 20Avenged Sevenfold se apresentou no festival Mayhem Festival 2014 em Tinley Park, Illinois.

Confira abaixo a galeria de fotos do show:

1

- Andy Xiong Photography (X)
– Mayhem Festival (X)
– Chicago Concert Photography (X)
– Bobby Talamine (X)

 

Fonte: DeathbatNews

[GALERIA] – 19/07/2014 – Mayhem Festival 2014

Postado por Thammy Sartori - 25/07/2014 - Sem comentários

No último dia 19Avenged Sevenfold se apresentou no festival Mayhem Festival 2014 em Noblesville, Indiana.

Confira abaixo a galeria de fotos do show:

1

- Klipsch Music Center (X)
– Mayhem Festival (X)
– Living The Dream Foundation (X)

 

Fonte: DeathbatNews

 

Hail To The King foi Disco De Ouro pela RIAA

Postado por Thammy Sartori - 25/07/2014 - Sem comentários

O álbum “Hail To The King” do Avenged Sevenfold foi Certificado como ”Disco de Ouro” pelo RIAA.
O RIAA (em português “Associação da Indústria de Gravação da América”) é uma organização  Americana que representa as gravadoras nos Estados Unidos. Sua missão é promover a vitalidade financeira e criativa dos negócios de entidades de corporações particulares como selos de gravadoras e distribuidores, que criam e distribuem por média de 85% de toda música produzida nos EUA.

O disco Hail To The King, em sua primeira semana de vendas, chegou a 159 mil cópias distribuídas, o que deu o posto de número um das paradas dos mais vendidos da Billboard 200.

 

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Fonte: DeathbatNews e Wikipédia

M.Shadows fala mais sobre o Hail To The King: Deathbat

Postado por Thammy Sartori - 24/07/2014 - Sem comentários

Em entrevista ao TouchArcade durante o Mayhem Festival, M.Shadows aproveitou para falar um pouco mais do jogo Hail To The King:Deathbat que será lançado em breve. Confira!

 

É um jogo de ação e aventura que está carregado de imagens “Avenged Sevenfold”, mesmo sem ter relação com a banda. É uma maneira inteligente de fazer isso, assim, se você é um fã de Avenged Sevenfold, há grandes chances de você jogar uma vez e se apaixonar pela forma que o jogo essencialmente vai passando pelas músicas. Se você não tem idéia de quem seja Avenged Sevenfold, ele foi intencionalmente produzido para ser divertido, hardcore, um ótimo jogo para celular com um tema bem heavy metal. Basicamente, eles descobriram como fazer um jogo de marca, sendo que as únicas pessoas que saberão a marca do jogo, serão as pessoas familiarizadas com o Avenged Sevenfold. Talvez isso realmente traga novos fãs para o Avenged Sevenfold, como pessoas que gostam de jogos que nunca ouviram a banda antes. Eu tive a chance de ficar frente a frente com o vocalista do Avenged Sevenfold, M. Shadows ontem à noite, ouvi histórias sobre o jogo, que basicamente me levou do “Hm, jogo da banda, tanto faz” para “Ok, isso realmente parece bom”. Na verdade, nós temos um gosto para jogos bem parecido, como a maioria dos caras de 30 e poucos anos que jogam tem esses dias. Enquanto M. Shadows explicava o que eles estavam fazendo para o Hail to the king: Deathbat, ele fez muitas referências a jogos antigos para incorporar os seus elementos favoritos de cada jogo. Eu perdi a conta de quantas vezes ele mencionou o jogo “Zelda”. Voltando um pouco, se você perguntar para alguém qual o tipo de jogo deveria ser desenvolvido para celular, a resposta quase sempre é: olhar o que há estourado no momento e fazer algo parecido. Vimos várias cópias de Flappy Bird, e ainda tem gente desenvolvendo suas próprias versões de Clash of Clans. M. Shadows diz que foi avisado sobre isso, mas não é uma coisa que a banda ache relevante. Eles continuam a fazer coisas que são diferentes do que eles já fizeram anteriormente, ao invés de seguir os passos da multidão, eles se colocam como aqueles que são seguidos. Então, basicamente, Hail to the King: Death está contrariando basicamente todas as tendências da App Store agora. Foi projetado para ser difícil e inesquecível, é um jogo com o orçamento de meio milhão, você não precisa comprar nada dentro do jogo para jogá-lo, e eles já estão planejando uma sequência. M. Shadows está fazendo um jogo do jeito que ele quer, ao invés de fazer um jogo que todos pensem que é só para aumentar os lucros, e eu mal posso esperar para ver como ele vai ser recebido. É difícil não ter grande respeito por alguém que está se empenhando para projetara algo que está no nicho de “Jogos Supremos” da App Store.

 

Fonte: Deathbatnews

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