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Waking The Fallen: Resurrected Veja os detalhes desse novo lançamento aqui.
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Entrevista: Johnny Christ para o Loudwire

Postado por Tate - 15/08/2014 - 1 comentário

Durante a turnê do Avenged Sevenfold pelo Mayhem Festival, Johnny Christ se sentou com o Loudwire para falar um pouco mais sobre o Waking The Fallen: Resurrected. Na entrevista você pode conferir algumas lembranças do baixista, é o processo de gravação para os discos do Avenged e o que ele mais gosta sobre estar em turnê. Confira a tradução abaixo.

 

Johnny, criar uma versão de aniversário para um álbum é como uma viagem em uma máquina do tempo. O que você tinha esquecido sobre você e a banda que você se lembrou enquanto passava por tudo isso de novo?

Ah cara, na verdade foi muita coisa. A maior parte são fatos que você esquece com o tempo. Teve uma vez que estávamos em uma van distribuindo nossos CDs na Warped Tour. Nós tínhamos um EP de duas músicas e estávamos apenas distribuindo para divulgar nosso trabalho. Isso foi durante o ‘Waking The Fallen’ que nós ficávamos andando por aí dando CDs e coisas to tipo. Eu pensei que realmente esse tipo de coisa é muito diferente de onde estamos agora.

Uma edição de aniversário é uma ótima oportunidade para fazer algo realmente especial para os fãs. Que outros álbuns especiais de outras bandas são os seus favoritos e quais outras ideias eles deram para o ‘Waking The Fallen: Resurrected’?

Eu não tenho costume de ouvir muito a edições especiais. As coisas que o Iron Maiden fez antes eu acho que eles fizeram novamente algumas vezes, onde eles fazem material de edições especiais que é muito legal, porque eles dão um pequeno extra, você sabe que eles não estão tentando remasterizar isso. Eu acho que isso é uma das ideias que a gente quis seguir. Você poderá dizer que o disco foi feito para o tempo certo e dentro do orçamento que tinha. O ‘Waking The Fallen’, quero dizer. Nós achamos isso legal, serve para seu propósito e seu tempo. Nós não queremos remasterizar ou nada do tipo. Para dar conteúdo extra, nós colocamos algumas faixas a mais de músicas que eram apenas demos que eventualmente se tornaram músicas do ‘Waking The Fallen’, mas que tinham partes nelas em que você escuta quatro ou cinco músicas diferentes porque nós estávamos escrevendo igual loucos. Então a gente tinha que ir lá e escutá-las. Começamos a escutar essas músicas e transformá-las em músicas mais concisas para criar o álbum. Tem ainda mais riffs lá que a gente não usou na criação do ‘Waking The Fallen’, mas usamos depois no ‘City of Evil’. É meio selvagem.

Johnny, foi difícil e ao mesmo tempo prazeroso rever videos antigos para montar o DVD do ‘Waking The Fallen: Resurrected’ e ver o The Rev neles?

Sim, você sabe, para todos nós. Era um tempo diferente então foi divertido ver todo mundo daquele jeito e obviamente que todas as vezes que vermos algo com o Jimmy é complicado. Você sabe, aos poucos nós vamos melhorando. Faz um tempinho que as coisas começaram a ficar um pouco mais fáceis assim como qualquer pessoa que perde alguém querido e muito próximo sabe que você se sente desse jeito. Mas você descobre que você apenas celebrar isso do que deixar te machucar,  então é bem legal ver o The Rev todo vestido de preto e ainda usando maquiagem e coisas do tipo, porque aquela era uma época em que a gente ainda colocava maquiagem e tentando parecer sérios todos vestidos de preto. Agora, isso não é mais o caso. É divertido olhar para trás e ver todo aquele tempo de juventude. 

Olhar para trás e ver os lançamentos antigos influenciou a criatividade e a direção da nova música do Avenged Sevenfold?

Eu acho que sim. As coisas que nós tiramos nossas influências em cada passo e como nós estamos nos sentindo naquele momento. Eu digo, sim, nós olhamos para o passado e tem um monte de coisas que amávamos sobre os discos antigos. Nós vamos andando e nós temos um pouco de tempo sobrando até fechar este ciclo, para então começarmos a pensar no que queremos para o próximo disco. Você nunca sabe, definitivamente pode aparecer. Você estará sentado e ficará “Se lembra daquela parte que era nesse estilo? Vamos tentar fazer algo deste tipo de novo”. Nós fizemos muito com essas referencias já.

Johnny, quanto tempo depois que um álbum é lançado que vocês começam a pensar em músicas novas e como é a primeira reunião que acontecem para vocês anotarem essas ideias?

Bom, depois que um disco novo é lançado nós entramos em turnê e ficamos fora por uns dois anos, que não começamos nem a pensar no assunto até que os ciclos estarem chegando ao fim. Quando vamos para a casa e tiramos alguns meses de férias, primeiramente gostamos de discutir o que queremos fazer. Definitivamente nós queremos ter certeza que o quê estamos fazendo é algo que nos orgulhará e algo que estamos inspirados para escrever. Se nós vamos lá e tentamos manufaturar algo então todos nós ficaremos muito tristes.

Sempre tentamos sentar, tomar alguns drinques e citar músicas que alguns dos caras não tenham ouvido ou sugerir algo que gostaríamos de fazer. Essas influencias podem vir de qualquer lugar. Muitas vezes acabam vindo de lugares aleatórios como o hip hop ou R&B, ou, sei lá, as coisas do Mr. Bungle. Aí criamos a sinfonia passando nossa criatividade e reescrevemos de um jeito diferente. Em qualquer ritmo as influencias vêm cada vez de diferentes lugares e você nunca sabe de verdade, então estamos tentando ter certeza de que estamos no lugar certo, então tiramos algum tempo de folga, discutimos, vemos o que queremos atingir com o próximo disso para aí nos inspirarmos.

Que aspecto não musical em estar em turnê faz com que você fique mais agradecido em ter a oportunidade de viver a vida de um músico na estrada?

Sabe, só o fato que estou lá com os meus melhores amigos. Pode soar brega, mas é verdade. Eu estou aqui com os meus melhores amigos, bebendo e me divertindo depois do show. Nós estamos apenas felizes em estarmos juntos e viajando o mundo. Essa parte, por mais cafona que seja, é o que vem depois da música.

[GALERIA] – 22/07/2014 – Mayhem Festival 2014

Postado por Thammy Sartori - 14/08/2014 - Sem comentários

No último dia 22Avenged Sevenfold se apresentou no festival Mayhem Festival 2014 em Mansfield, Bristol.

Confira abaixo a galeria de fotos do show:

a

– John Marden Photography (X)
– Mayhem Festival (X)
– Alex DiVincenzo (X)
– Maine Music News (X)
– New England Music News (X)

 

Fonte: DeathbatNews

Arin Ilejay e M. Shadows falam sobre Hail to The King: Deathbat

Postado por Denis Lobato - 10/08/2014 - Sem comentários

Durante turnê no Mayhem Festival 2014 com o Korn, Scottsquatch do programa Video Game Sellers conversou com Arin Ilejay (2:23 – 3:18) e M. Shadows (14:28 – 16:36) e perguntou a Arin o que ele tem jogado ultimamente, e sobre o Hail to the King: Deathbat (incluindo a data aproximada do lançamento) e alguns dos jogos favoritos de M. Shadows, e o provável lançamento do jogo amanhã.

Confiram a tradução da entrevista com Arin Ilejay:

Scottquatch – O que você tem jogado ultimamente?
Arin Ilejay – Ultimamente eu jogo ‘Call of Duty: Black Ops 2′.
Scottquatch – Quando você está em casa?
Arin Ilejay – Sim, quando estou em casa.
Scottquatch – E quando você está na estrada?
Arin Ilejay – Quando estou na estrada eu jogo muito mais jogos mobile, como agora estou jogando ‘Clash of Clans’, ‘Boom Beach’…
Scottquatch – O que é ‘Boom Beach?’
Arin Ilejay – ‘Boom Beach’ é tipo, é também feito por ‘Clash of Clans’ então é tipo o mesmo conceito, mas ao invés de um cenário medieval é mais Segunda Guerra Mundial, tipo o “Dia D – em que fizeram vários ataques pelas praias”.
Scottquatch – Então é tipo um jogo com nome bobo, mas é juro sério? (risos)
Arin Ilejay – Isso, muito sério! (risos) Eu nunca sorrio quando estou jogando
Scottquatch – E você joga muito quando está estrada? Quer dizer isso é algo que você faz com frequência?
Arin Ilejay – Sim, quase sempre, assim que acabarmos essa conversa eu provavelmente sente num sofá e comece a jogar ‘Boom Beach’.
Scottquatch – Tem um sofá logo atrás de nós, então obrigado cara!

E a entrevista com M. Shadows:

Scottquatch – Ok, esse é o Matt, do Avenged Sevenfold, acabou de sair de um show, mas ele foi muito simpático ao nos dar algum tempo para responder algumas perguntas.
E a primeira é, eu li um pouco sobre um jogo que você está fazendo em uma revista, você pode falar sobre isso?
M. Shadows – Claro cara, estamos fazendo um jogo de ação, com muitas tendência oldshool, é um jogo mobile pra começar, e hoje em dia, a maioria dos jogos mobile são completamente feitos sobre upgrades e aumentar os poderes.
Scottquatch – Ter que comprar vários itens e extensões.
M. Shadows – É, bem isso, e esse não é um jogo sobre ficar comprando as coisas dentro dele, é tudo sobre criar o seu personagem e desenvolvê-lo, não sobre comprar extensões, eu o consideraria oldschool como ‘Castlevania’, ‘Super Mario’ ou ‘Zelda’, e nós não temos visto muitos jogos assim, exceto talvez por Oceanhorn e alguns outros para plataformas mobile, então estamos tentando algo novo.
Scottquatch – E ele será relacionado com o Avenged Sevenfold? O universo do jogo será inspirado na banda certo?
M. Shadows – Sim, é relacionado ao Avenged Sevenfold mas nós deixamos nosso nome fora disso, nos realmente queriamos fazer um jogo respeitado por jogadores e não queriamos esfregar a nossa banda na cara deles.
Scottquatch – Entendi, e quando está previsto para o jogo ser lançado?
M. Shadows – Em 11 de Agosto.
Scottquatch – Realmente falta pouco.
M. Shadows – Estamos apenas esperando umas otimizações e a Apple avaliar essa semana e nos dar o aval.
Scottquatch – Ok, uma outra pergunta, qual seu jogo favorito de todos os tempos?
M. Shadows – Ah, ‘Zelda’ é meu jogo favorito, quer dizer, minha franquia favorita, e eu posso falar de todos esses jogos, eu cresci jogando ‘Mario Bros’ e realmente viciei em ‘Mortal Kombat’, eu gosto bastante de jogos de tiro, eu gosto muito das três edições de ‘Call of Duty’, eu amo ‘Battlefield’.
Scottquatch – Vocês apareceram em um dos ‘Call of Duty’ não?
M. Shadows – Sim, nós aparecemos nos créditos no fim de ‘Black Ops II’ e nós fazemos um show para todos os personagens do jogo.
Scottquatch – Isso é incrível
M. Shadows – Sim! Capitaram muita emoção e foi incrível.
Scottquatch – Muito obrigado por favor com a gente.
M. Shadows – Valeu cara, obrigado.

Confiram o Vídeo com a entrevista completa:

Waking the Fallen: Resurrected Teaser Trailer

Postado por Lucas - 08/08/2014 - Sem comentários

O Avenged Sevenfold liberou, no seu canal oficial do Youtube, um pequeno teaser do Waking The Fallen: Resurrected – álbum que traz as músicas originais mais demos e versões ao vivo desse começo da banda. Confira abaixo:

As 7 melhores participações de M.Shadows com outras bandas

Postado por Tate - 06/08/2014 - 3 comentários

Em comemoração ao aniversário do M. Shadows no último dia 31, a Revolver Magazine criou uma lista das 7 melhores participações dele com outras bandas e artistas. Confira abaixo!

Como foi provado ao longo dos 6 álbuns de estúdio do Avenged Sevenfold, M. Shadows é um dos principais vocalistas no meio hard rock e do metal. Mas ele emprestou sua voz não somente para sua própria banda, como também fez inúmeras participações não tão conhecidas em músicas de diversas bandas, como a punk pop Good Charlotte, a country Cowboy Troy. Abaixo, nós selecionamos nossas músicas favoritas, em que M. Shadows atuou como convidado. E não precisamos nem dizer que as músicas são foda!

 

Bleeding Through – Savior, Saint, Salvation

Tanto Shadows quanto o guitarrista do Avenged Sevenfold Zacky Vengeance foram ao colegial com membros do Bleeeding Through, e o vocalista, junto ao guitarrista Synyster Gates, consolidaram a amizade de longa data, quando foram convidados a participar em 2002 nessa canção esmagadora.

 

 

Steel Panther, – Turn Out the Lights

Shadows mostrou seu senso de humor quando apareceu com seu cabelo curto diante dos headbangers satiristas do Steel Panther, em 2009 na obra de “Feel the Street.”

 

 

Slash  - Nothing to Say

Não é segredo que Shadows ama Guns N’ Roses. Ele colaborou com Slash em seu álbum solo, de 2010, que contou com a participação de várias estrelas. O engraçado é que a música se parece mais com o Avenged Sevenfold do que com o GN’R.

 

The Dirty Heads  - Check the Level

Também em 2010, Shadows e Slash trabalharam juntos de novo, aparecendo juntos nesse single do The Dirty Heads, um som meio Beastie Boys, um hip-hop com tom de ska vestido num rock de Huntington Beach, cidade natal do Avenged Sevenfold.

 

Hell or Highwater – Go Alone

O vocalista do Avenged Sevenfold juntou forças com um velho amigo, Brandon Saller, baterista-vocalista da recém-reunida Atreyu, em 2011 para essa música de sua outra banda.

 

Fozzy – Sandpaper

Em 2012, Shadows se juntou a outro amigo, o superstar de WWE e vocalista da Fozzy, Chris Jericho, para ambas música e vídeo inspirado em “A Morte do Demônio”.

 

 

Device – Haze 

Durante seu tempo afastado do Disturbed, o vocalista David Draiman juntou seu auto-intitulado álbum de estréia de seu projeto paralelo de industrial metal, Device, e conseguiu uma pequena ajuda de seus amigos, incluindo Shadows, que canta da segunda a última faixa do álbum.

 

 

Zacky Vengeance conversa com a Billboard sobre o ‘Waking The Fallen: Resurrected’

Postado por Denis Lobato - 30/07/2014 - Sem comentários

Zacky Vengeance conversou com a Billboard sobre o álbum do Avenged Sevenfold “Waking The Fallen: Resurrected” e inspirações para o novo material.

 

Waking the Fallen realmente engloba tudo que o Avenged Sevenfold era naquela época”, diz Vengeance. “Era destemido, mostrava nossas raízes no heavy metal, punk, rock’n’ roll e não temendo experimentar tudo que estivesse abaixo do sol quando se tratava de escrever música. Nos tivemos um produtor de verdade (Andrew Murdock). Nós queríamos levar nossa música a outro nível, ao invés de mantê-la de garagem. Nós realmente tentamos fazer o álbum parecer bom. Nós tentamos aprender como tocar os instrumentos de uma melhor forma. Nós queríamos ser profissionais. Aprendemos que bandas aprendem a tocar com o tempo e a cantar em conjunto e nós tivemos que trabalhar duro para isso.”

Foi também o primeiro lançamento do Avenged Sevenfold com seu guitarrista solo Synyster Gates e Vengeance lembra-se dos desentendimentos com Murdock sobre seu papel no grupo. “Eu e ele praticamente nos odiávamos, porque eu sou cabeça dura e ele era cabeça dura,” Vengeance recorda. “Eu acho que ele até tentou me expulsar da banda naquela época, a banda que eu comecei! Porque produtores podem ser bem retardados.”
“Eu acho que assim que chegarmos em casa, as idéias começarão a surgir,” Vengeance prevê. “Eu sei que o Synyster têm escrito uma tonelada de músicas por pura diversão, tentando diferentes estilos, gravando nos bastidores, ouvindo diferentes tipos de músicas para se inspirar, assim como todos nós.E estando eu turnê, eu me sinto muito inspirado. Vendo bandas como Body Count with Ice-T se apresentando, eles são tão old-school e cheios de riffs e animados e um pouco ofensivos e isso é demais. Então há tantas inspirações que eu sei que é a partir delas, que vamos começar algo.”

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Turnê


    05/07 – SAN BERNADINO, Califórnia
    06/07 - MOUNTAIN VIEW, Califórnia
    08/07 – AUBURN, Washington
    09/07 – NAMPA, Idaho
    11/07 – PHOENIX, Arizona
    12/07 – ALBUQUERQUE, Novo México
    14/07 – DENVER, Colorado
    16/07 – MARYLAND HEIGHTS, Missouri
    17/07 – CLARKSTON, Michigan
    19/07 – NOBLESVILLE, Indiana
    20/07 – TINLEY PARK, Illinois
    22/07 – MANSFIELD, Massachusetts
    23/07 – SARATOGA, Nova Iorque
    25/07 – TORONTO, Canadá
    26/07 – BURGETTSTOWN, Pensilvânia
    27/07 – HARTFORD, Connecticut
    29/07 – DARIEN CENTER, Nova Iorque
    30/07 – WANTAGH, Nova Iorque
    01/08 – CAMDEN, Nova Jersei
    02/08 – SCRANTON, Pensilvânia
    03/08 – BRISTOW, Virginia
    05/08 – ATLANTA, Geórgia
    07/08 – OKLAHOMA CITY, Oklahoma
    09/08 – DALLAS, Texas
    10/08 – THE WOODLANDS, Texas
    16/08 - OSAKA, Japão
    17/08 - TÓKIO, Japão

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