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Lars precisou convencer a banda a entrar em turnê com Metallica Leia a entrevista
"Somos a banda mais sortuda"
Gates fala sobre a nova turnê
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Avenged Sevenfold na capa da Metal Hammer

Postado por Tate - 08/11/2013 - Sem comentários

O Avenged Sevenfold estará na edição de dezembro da revista Metal Hammer. A nova edição estará disponível a partir do dia 11 de Novembro*.

 Em nossa nova capa exclusiva, viajamos para os EUA para ter acesso livre e ver o que está por trás dos novos shows monstruosos do Avenged Sevenfold e como é a vida dentro da maior banda de metal de 2013.

Acabamos descobrindo que eles tem belas palavras para os cínicos.

“Nenhuma outra banda de metal está fazendo o que nós estamos fazendo” aponta M.Shadows. “Todos nós vimos integrantes de outras bandas que não dou nenhuma atenção, calando suas bocas nos últimos meses, mas foda-se os haters. As pessoas sabem que eles ganharão mais atenção falando merda sobre nós e se esta é a maneira que eles querem seguir com suas bandas, tudo bem por mim, mas isso não é algo que nós faríamos. Nós sairíamos e destruiríamos em toda noite e vocês poderiam confirmar o que isso significa para as pessoas.”

 

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* Algumas livrarias que vendem produtos importados é possível comprar a Metal Hammer

Assista ao clipe de Shepherd of Fire

Postado por Tate - 07/11/2013 - 4 comentários

O Avenged Sevenfold acabou de lançar em seu canal do youtube o novo clipe de Shepherd of Fire. A produção foi dirigida por Wayne Isham, mesmo diretor dos clipes de Seize The Day, Afterlife, Nightmare e Hail To The King.
O clipe foi inspirado em várias referencias como o disco The Wall do Pink Floyd e no filme Assassinos por Natureza (de 1994) Assista agora.

 

Revista The Front entrevista M.Shadows

Postado por Tate - 06/11/2013 - Sem comentários

Na edição de agosto da revista The Front foi publicada uma entrevista com M.Shadows, onde ele falou um pouco sobre a turnê, sobre o filho e sobre como seriam as coisas se o The Rev ainda estivesse aqui. Agora, a revista disponibilizou todo o conteúdo em seu site e vocês podem conferir a entrevista traduzida abaixo.

Front: O seu som mudou muito ao decorrer dos seis álbuns, você ouve muita merda dos fãs antigos?

M.Shadows: Em todo álbum ouvimos merda. Nós nos tornaríamos uma merda se continuássemos no mesmo estilou ou se mudássemos. Quando lançamos “City of Evil” depois do “Waking The Fallen” ouvimos muita merda. Nós achávamos que era maravilhoso, mas as pessoas diziam “Isso é uma bosta!” Eles estavam nos chamando de “comercial” – provavelmente oito das onze canções nesse disco tem mais de oito minutos de duração, o que é algo nenhum pouco comercial. Você realmente não consegue ganhar.

 

F: Já se envolveu em alguma confusão e mandou alguém se foder online?

S: Eu nunca fiz um comentário em um mural de mensagens na minha vida. A menos que alguém tente me atacar fisicamente, eu não me importo com o que alguém faz. Eu não quero ser aquele babaca no Xbox Live gritando “Eu tenho seu ‘endereço de IP, eu estou indo na sua casa!” Não é importante para mim.

 

F: Qual foi a coisa mais absurda que você já leu sobre você?

S: Houve um monte de coisas sobre a minha voz, que eu não posso gritar porque eu fiz uma cirurgia, e eu posso explicar quantas vezes eu quiser que não queremos mais gritos, mas as pessoas não vão entender as palavras que saem da minha boca, então parei explicar. E há coisas aleatórias, onde as pessoas escrevem coisas como “Eles estavam na minha cidade e eu os conheci e fiz sexo com esse cara, e …” Qualquer um pode olhar para o nosso line-up e ver que não estávamos lá, mas eu acho que isso tanto faz.

 

F: Já teve algum rumor de morte?

S: Não sobre mim, mas o Bon Jovi não teve um recentemente? Eu acho que seria bem legal – se eu visse um rumor de morte sobre mim eu acho que eu iria esconder em algum lugar para tirar uma. Manda alguma coisa maquiavélica, algo como do Tupac.

 

F: Estamos em um hotel muito chique falando com você – você nunca sentiu a falta do glamour que tinha no começo, quando era um bando de caras em uma van?

S: Obviamente eu gostaria que o The Rev ainda estivesse aqui, porque ai teríamos a antiga equipe e estaríamos bebendo com 40 anos, zoando um com o outro, dirigindo por 12 horas para a próxima cidade, vendendo algumas camisas e fazendo tudo isso novamente. Era muito divertido. Sinto falta algumas vezes, mas, ao mesmo tempo, estamos ficando mais velhos. Tenho 32 anos, tenho um filho recém-nascido, e eu não vou ser um pai que está longe na estrada o tempo todo, eu vou ser um pai que leva seu filho com ele, assim ele começa a viver na estrada. Se você ganha dinheiro, o que adianta se você não pode estar com a sua família?

 

F: Seu filho vai ter uma infância bem divertida…

S: Sim, espero que ele não vire um idiota. Temos que manter os pés no chão. Eu cresci em uma van com US $ 1 por dia, a minha família não tinha dinheiro, e eu comecei uma banda de punk rock que se transformou em uma banda de hardcore que se transformou em uma banda de metal, e a realidade agora é que, às vezes temos que fretar um jato para chegar ao local do show. Às vezes, vivemos em um ônibus que vale um milhão de dólares. Ele precisa entender que isso não acontece facilmente, vem de anos e anos de trabalho duro.

 

F: Você gostaria que seu filho te seguisse no metal?

S: Ele é muito ligado na música – ele fica sozinho e bate na bateria, fazendo barulhos em um microfone. Eu quero que ele faça o que ele quiser fazer, se isso é ser um jogador de golfe ou um físico… Normalmente as pessoas crescem e dizem “Tudo o que meu pai faz não é legal. Foda-se pai, eu vou para a faculdade!”

 

F: Vocês não tem vergonha de pensar alto, tendo como objetivo ser a maior banda do mundo.

S: Às vezes somos bombardeados de perguntas como: “Maiden e Metallica não podem comandar o Download para sempre, então vocês são os próximos?” Eu seria um covarde se dissesse não, porque eu gostaria de fazer isso, mas eu seria um egoísta se eu disser que sim. A resposta honesta é que os fãs vão decidir se eles querem ver a gente pegar o manto. Alguém precisa fazer isso, porque você não pode ter o Maiden a frente de cada festival, e você não pode ter bandas de metal obscuras como atração principal do Segundo palco em um festival onde os headliners são Mumford & Sons e os Lumineers. O Metal precisa ser exposto para mais pessoas, por isso é bom para o rock se há bandas maiores. Bandas das rádios de rock americanas não vão fazer isso, tem que ser uma banda real, classicamente influenciada pelo metal que se mantém fiel ao que o metal realmente é. Nós somos a banda e eu estou pronto para isso.

 

F: Você está fazendo sua primeira turnê em arenas em dois anos, esse é o próximo passo?

S: Vai ter entre 80 mil e 100 mil pessoas no Download, certo? Nós vendemos apenas 30 mil ingressos na Inglaterra cinco meses antes dos nossos shows. Trata-se de não exagerar, tocando nos momentos certos, fazendo um grande show de cada vez, tornando-se um evento do caralho.

 

F: Se dinheiro não fosse o problema, como seria sua produção?

S: Eu sou meio puritano quando se trata de como os grandes shows de rock devem ser. O Kiss faz algo grandioso, Iron Maiden são os reis. Estamos quase lá em termos de coisas que queremos explodir, mas sempre haverá novidades legais que podemos fazer. Nós não vamos ficar girando em cordas ou algo do tipo. Eu só gosto de um monte de fogo. Eu sou apenas um cara. Eu quero ver uma banda tocando seu som e coisas explodindo.

 

Fonte: Deathbatnews

Entrevista KROQ Red Bull Soundspace

Postado por Tate - 04/11/2013 - Sem comentários

Depois do show de sexta feira no Red Bull Soundspace transmitido online pela KROQ, o Avenged Sevenfold, ainda no palco, fez uma sessão de Perguntas & Respostas, onde alguns fãs também puderam perguntar algumas coisas.

Devido à lei dos direitos autorais envolvendo os transmissores do show, nós não iremos subir o vídeo legendado para nosso canal no youtube, mas a transcrição traduzida da entrevista inteira pode ser lida abaixo.

Striker: Vocês ficam mais nervosos em tocar para 30 mil pessoas ou 300?

M.Shadows: A gente não fica nervoso. Sinceramente, a gente fica nervoso quando estamos sem tocar por um tempo. Por exemplo, quando fazemos um disco e vamos sair para tocar e ficamos “Merda, cara! Estamos fora de forma.” Tipo, olha fotos minhas de três meses atrás, eu estava muito gordo. Ai a gente volta pra o palco e a correria nos faz ficar em forma.

 

Striker: E como vocês voltam a ficar em forma? Vendo vídeos do Richard Simmons?*

M.Shadows: Exatamente, todos nós. Na verdade nós levamos o Richard Simmons conosco.

 

Striker: Vê-los tocando em um lugar com 250/300 pessoas me faz lembrar dos primeiros shows que vocês fizeram. Onde eram esses shows e como eram?

M.Shadows: Sinceramente, esse seria um dos nossos maiores shows, porque quando começamos, nós subíamos ao palco e tinham 5 pessoas assistindo e eles eram todos amigos. E eles nos odiavam, mas eles eram legais. A gente dava algumas camisetas de graça e eles ficavam de pé lá no Chain Reaction.

O Chain Reaction ainda era grande! A gente tocava em alguns lugares como quadras e só tinham 5 pessoas.

 

Striker: E quando ou como, ou qual foi aquele lugar que vocês tocaram e pensaram “Ual, a gente tem que agradecer a Deus por isso.”.

Zacky V: Acho que a primeira vez que tocamos na Warped Tour em Ventura. E foi a primeira vez que tinham pelo menos umas mil pessoas nos assistindo pela primeira vez e a gente teve que parar por alguns segundos porque eles se machucavam dando moshs ,pulando do palco. Eu acho que eu quase caí do palco e naquele dia eu pensei “Acho que estamos fazendo algo certo.”.

 

Striker: E vocês falaram sobre não ficarem nervosos, mas neste ponto da carreira – e algo que eu acho muito legal é que a banda cresceu e os fãs cresceram juntos e ficaram com vocês por que a música ainda está aí – e como eu disse no começo, vocês sabem tocar, escrevem as letras e fazem shows inacreditáveis. Mas há a pressão quando vocês lançam uma música nova? Como é?

Synyster Gates: Obviamente tem um pouco de pressão, mas ela vem do nosso perfeccionismo estranho e um pouco de TOC que nós temos que deixar tudo certo entre nós. É claro que mal conseguimos esperar para sair e tocar para o pessoal, esse é o grande objetivo: terminar o mais rápido possível e deixar o mais perfeito possível para que possamos sair e tocar.

 

Striker: E em estúdio quem é o mais chato?

Synyster Gates: Nós fomos muito rígidos uns com os outros desta vez. É um pouco difícil não ficar triste, por que perdemos um dos caras, e tivemos que sermos puxados para cima algumas vezes. O que fizemos foi trabalhar muito, fizemos o álbum e é uma honra estar aqui e tocar para vocês e todo o apoio que a gente tem de vocês é incrível.

 

Striker: Antes de vocês subirem no palco vimos gente que veio da Flórida, Fresno, San Diego e eles deram um jeito de chegar até aqui, isso é muito legal. Arin posso te passar o microfone? Esta é a pergunta: Não importa quais os sapatos que alguém irá calçar, se é uma banda gigante ou uma pequena, mas você tem que estar lá. Inicialmente, qual foi sua sensação de estar dentro?

Arin Ilejay: É claro que fiquei nervoso, mas uma coisa que eu tive que me lembrar foi que eu estava entrando em um lugar que se eu não estivesse encaixado no que eles queriam, eu não estaria lá. Nós nos amamos, assim como também amamos oo Jimmy. Eles amam ao Jimmy e eu fui o cara que entrou e preciso respeitar isso. Eu tento ser o mais humilde possível, tocar bem e fazer meu melhor.

Synyster Gates: Ele finalizou. Jimmy ficaria muito orgulhoso, ele está muito orgulhoso.

 

Striker: Okay, eu não sei se posso fazer isso mas irei. Vem aqui, cara. Todo mundo te viu aqui cantando todas as músicas. Seu primeiro show do Avenged Sevenfold foi onde?

Fã: Em 2010 na Uproar.

 

Fã: Quais músicas vocês sentem falta de tocar? Dos tempos antigos?

M.Shadows: Nós vamos começar a trazer pra turnê coisas mais antigas, eu quero tocar Remenissions. Nós tocamos muito Second Heartbeat e vamos trazê-la de volta. Não se preocupem que iremos reciclar as músicas.

 

Striker: Já teve alguma vez que vocês estavam cantando e você se perdeu e ficou “o que eu estou cantando agora?”?

M.Shadows: Eu faço isso direto e penso “Meu deus, a galera está cantando melhor do que eu.”. É por isso que a gente tem que observar o pessoal e fica “Okay, isso vem depois.”. Em Bat Country eu me perdi, mas foi diferente porque comecei a rir e não fazia ideia onde estava. Me lembro disso.

 

Striker: Eu não sei quando terá um show desses em que haverá esse tipo de perguntas & respostas. Alguém mais tem alguma pergunta? 

Fã: Quando o Arin terá um nome oficial?

M.Shadows: Nós conversamos sobre isso e no fim seria um pouco estranho.

Arin Ilejay: Todos já me conhecem como Arin, então seria “por que ele mudou de nome?”.

M.Shadows: Talvez algum dia se alguém aparecer com algo muito bom. Agora nós não temos nada. Nós não iremos fazer com que ele sofra com a banda por causa dos nomes.

 

Fã: Eu quero saber do Matt como é ser pai.

M.Shadows: É a melhor coisa do mundo. Eu sou um pai muito orgulhoso, babão. Nós fizemos um mês de turnê e Hail To The King é a música favorita dele. Ele batuca na bateria, o Arin está o ensinando e é muito divertido, ele fica assim o dia todo, é muito legal. E sim, eu troco fraldas.

 

Striker: Do seu filho, espero né?

M.Shadows: E do Johnny quando ele bebe demais.

 

Striker: Agora nós temos que nos despedir e agradecer vocês, caras.

M.Shadows: De nada.

 

Striker: Vocês se divertiram hoje? Sabe, às vezes eu fico na minha bolha me perguntando onde os fãs mais apaixonados estão e a resposta é que eles estão na minha frente hoje a noite. Em nome do Avenged Sevenfold, da RedBull Soundspace e da KROQ, eu sou o Striker, obrigado por terem assistido online e obrigada por estarem aqui, pessoal.

M.Shadows: Obrigado gente, foi divertido!

Avenged Sevenfold headliner do Download Festival 2014

Postado por Tate - 04/11/2013 - Sem comentários

Hoje foi anunciado o primeiro artista principal do Download Festival 2014. O Avenged Sevenfold tocará na sexta-feira, dia 13 de Junho – primeiro dia de shows – no palco do festival e junto com eles também estará o Rob Zombie.

O Download Festival acontece no Reino Unido no mês de Junho e é considerado o segundo maior festival de música Europeu.

Para quem quiser aproveitar as férias e assistir a um show do Avenged Sevenfold fora do Brasil, os ingressos começarão a serem vendidos no dia 08 de novembro (sexta feira) no link.

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Avenged Sevenfold – Live in RedBull SoundSpace

Postado por Lucas - 03/11/2013 - Sem comentários

Dia 1° de Novembro, o Avenged Sevenfold fez um concerto pequeno para 300 pessoas no RedBull SoundSpace – show que foi transmitido online pela rádio KROQ. Confira abaixo:

Setlist:
01-Nightmare
02-Shepherd of Fire
03-Welcome to the Family
04-Hail to the King
05-Afterlife
06-Unholy Confessions
07-Bat Country

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Turnê


    12/01 – Nashville, Tennessee
    14/01 – Grand Rapids, Michigan
    16/01 – Reading, Pensilvânia
    17/01 – State College, Pensilvânia
    19/01 – Quebec, Canadá
    21/01 – Ottawa, Canadá
    22/01 – Hamilton, Canadá
    24/01 – Green Bay, Wisconsin
    25/01 – Peoria, Illinois
    27/01 – Sioux Falls, Dakota do Sul
    31/01 – Biloxi, Mississippi
    02/02 – North Little Rock, Arkansas
    03/02 – Evansville, Indiana
    06/02 – Wichita, Kansas
    08/02 – Lincoln, Nebraska
    09/02 – Cedar Rapids, Iowa
    11/02 – Fargo, Dakota do Norte
    12/02 – Winnipeg, Canadá
    14/02 – Saskatoon, Canadá
    15/02 – Edmonton, Canadá
    17/02 – Vancouver, Canadá

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