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San Antonio Current entrevista M.Shadows

Postado por Tate - 22/10/2013 - 1 comentário

O San Antonio Current publicou uma entrevista com o vocalista M.Shadows durante a passagem do Avenged Sevenfold por San Antonio, Texas, no dia 20 de outubro. Eles conversaram um pouco sobre a apresentação da banda no Rock in Rio, o estilo do Avenged Sevenfold, o que Shadows gosta de ouvir e mais.

Confira a entrevista traduzida abaixo.

M. Shadows, vocalista do Avenged Sevenfold, conversou com o Current de Chicago.

Current: Antes de tudo, me fale sobre como foi tocar no Rock in Rio, no Brasil:

M.Shadows: Oh, sim. Esse é um daqueles sonhos que as bandas jovens têm: tocar no Rock in Rio um dia. Nós tivemos sorte o suficiente para tocar com o Iron Maiden. Eu não costumo ficar nervoso nos shows, mas esse show eu queria que fosse inesquecível, porque eu sabia que muita gente iria querer assistir on-line e temos uma forte base de fãs no Rio de Janeiro, por isso, queria arrebentar naquela noite.

C: Você acha que o Avenged Sevenfold sofreu com a “síndrome da banda de sucesso”? Quero dizer, você parecia ser amado ou pelo menos respeitado pelos críticos até que você começasse a vender alguns discos…

M.S: Você não pode ser tudo de uma vez. Sempre vai haver pequenas facções de pessoas que tem uma voz muito forte sobre suas opiniões, sobre você quando você não é exatamente o que eles querem que você seja. Quando começamos, como uma banda muito jovem na cena hardcore de Orange County, logo que começamos a nos separar disso, todos os jovens deixaram de ir aos nossos shows. Eles nos odiavam porque cantávamos e éramos um pouco mais melódicos. Mas isso acontece. Éramos uma banda legal para assistir na Warped Tour, mas se você perguntar à essas garotada agora eles vão dizer: “Não, o Avenged Sevenfold não é uma banda da Warped, eles são um lixo”. “Eles são muito famosos, corporativos”. Quanto mais você cresce, mais tem isso. Então nós escrevemos a música que queremos escrever, saímos em turnê, fazemos a produção que nós queremos fazer e basicamente vivemos em nossa própria pequena bolha. Nós realmente não nos importamos com o que as pessoas dizem.

C: Se eles gostam, ótimo. Mas se eles não gostam…

M.S: Eu sou muito crente de que as pessoas não sabem o que querem até que eles consigam. Há poucas bandas que eu ainda ouço e que escrevem o mesmo álbum sempre, sendo uma delas o AC/DC, e outra o NOFX, eles sempre fazem o mesmo e eu adoro eles, mas a maioria das outras bandas que eu me desapaixono é porque eles fazem as mesmas

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coisas, mas eles não me movem ou me desafiam. Isso é o que queremos fazer com a nossa banda: movê-la de uma maneira que você não tenha pensado ou o que queria. Você tem que dar às pessoas coisas que as assustam um pouco, que os arremessem, mas depois eles se envolvem. É assim que as coisas evoluem.

C: A banda alcançou seu maior sucesso depois de duas tragédias: a morte de seu baterista (Jimmy “The Rev” Sullivan), em 2009, e a tentativa de suicídio do baixista Justin Sane em 2001, que teve que deixar a banda. Vocês quase se separaram, mas decidiram ficar juntos.

M.S: É um testemunho para os nossos fãs. Eles ficaram com a gente durante tudo isso. Quando Jimmy morreu foi muito, muito difícil. A razão pela qual nós pensamos em nos separar não foi porque não queríamos mais tocar um com o outro, mas não tínhamos certeza se continuar com o nome Avenged Sevenfold era certo, considerando-se igualmente [Jimmy] estava com a gente criando. Eventualmente, decidimos que a melhor maneira de continuar o legado foi seguir em frente. Para mim, é uma questão de o quanto você consegue manter sua cabeça longe do que os outros pensam sobre você e escrever as músicas que quer escrever e produzir os álbuns que você deseja gravar e lançar.

C: E os gritos, acabaram de vez?

M.S: Eu não sei. É uma daquelas coisas, nós não ouvimos bandas que gritam. Eu fiz quando eu estava no colégio e eu meio que cresci com isso. Talvez eu escute uma ou duas bandas. Mas eu prefiro ouvir os Iron Maiden e os Metallica do mundo do que as bandas de death metal. Para mim, não faz sentido.

C: Conte-me sobre o seu relacionamento com Mike Elizondo, que produziu dois álbuns em seguida para a banda depois de anos de auto-produção.

M.S: Nós nunca encontramos o sexto membro que estávamos procurando até conhecermos o Mike. Estávamos abertos a trocar ideias com pessoas diferentes, mas nós não queríamos trabalhar com ninguém. Mas Mike veio com todas essas ideias e um amplo conhecimento de metal. Ele sabia absolutamente tudo sobre a nossa banda. Ele cresceu basicamente em favelas de LA e tudo o que ele fez foi tocar em bandas de metal progressivo. Sua maior influência é Keith Harris do Iron Maiden. Nós nos demos bem e começou a soltar ideias. Concluímos que ele poderia agregar algo para a banda e que podíamos confiar nele. Quando Jimmy morreu, ele estava conosco o tempo todo e nós formamos uma amizade que é muito importante para a banda. Fizemos dois álbuns e espero que a gente continue.

C: Quem é “O Rei” que você fala no último álbum?

M.S: Um cara que destrói tudo para criar um império. A história humana sempre nos mostra pessoas que idolatram até os pés de pessoas que nos guiam. Para nós, isso era uma coisa muito intrigante, para levar as pessoas a ir para a guerra por nós. Nós nunca conseguimos superar a ideia de tudo ser igual, sempre temos alguém que nos guie. Então, nós apenas escrevemos uma história com uma vibe do tipo Game of Thrones, do Século XVIII, um rei louco que destrói o seu povo. Não há realmente nenhum Rei, ele poder ser quem você quer que ele seja. Ele pode ser a fama, Deus, ou nenhum dos dois.

C: Falando em Deus…

M.S: (interrompendo) Absolutamente não. Eu não acredito nessas coisas. (risos) Eu tento não entrar nesse assunto, porque um monte de nossos fãs são cristãos e muitos outros não são. Eu tenho minhas próprias crenças, mas eu não acredito em nenhum tipo de religião que temos hoje em dia. Mas nós definitivamente não somos uma banda cristã.

Vocês não tocam em San Antonio desde 2008. Nós gostamos de pensar que somos a capital do metal. Como vocês nos veem?

M.S: Nós amamos San Antonio. Nós não somos uma banda hip, bandas hip vão para Austin e fazem suas coisas… É meio engraçado. (risos) Mas para nós, San Antonio é uma das capitais do metal. Todo o Texas, Houston, Dallas, e até mesmo além, Arizona, Novo México, há tantos metaleiros lá. Toda vez que tocamos em SA é muito intenso, tem tanta história… Ozzy e tudo isso. Nós não tocamos há algum tempo e estamos muito animados. Nós temos uma produção muito boa e as pessoas vão ficar encantadas. Mas eu também estou animado sobre o Deftones e espero que as pessoas cheguem cedo, porque o Ghost [BC] é uma banda incrível.

 

Créditos: San Antonio Current e Deathbatnews

Fotos turnê Hail To The King – Parte 2

Postado por Tate - 22/10/2013 - 2 comentários

Confiram as fotos da turnê Hail To The King que já está na reta final pelos Estados Unidos. Abaixo seguem as galerias das datas de Cincinnati, Baltimore e Boston, que rolaram no começo do mês.

Clique em ‘Leia mais’ para ver as fotos.

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The Point entrevista Arin Ilejay

Postado por Tate - 21/10/2013 - Sem comentários

A Rádio The Point entrevistou Arin Ilejay durante a passagem da banda pelo Pointergeist 2013. Na entrevista ele fala sobre como foi o convite para entrar no Avenged Sevenfold, suas participações no Hail To The King e o relacionamento com a banda Deftones, que está em turnê com o Avenged Sevenfold. Confira a entrevista legendada pelo A7X:BR.

Nota: Para ter acesso as legendas, basta clicar no ícone ativar legendas (o retângulo com duas listras dentro).

Zacky V. conversa com o The Morning Sun

Postado por Tate - 21/10/2013 - 1 comentário

Durante a passagem do Avenged Sevenfold com a turnê ‘Hail To The King’, no meio do mês à Michigan, Zacky Vengeance conversou com o portal The Morning Sun sobre a carreira e os objetivos da banda nesta nova fase do Hail To The King.

Confira a entrevista completa clicando em Leia Mais

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Entrevista do Avenged Sevenfold para Kerrang!: O Discurso do Rei

Postado por Tate - 20/10/2013 - 1 comentário

Zacky Vengeance conversou com a revista britânica Kerrang! à respeito do sucesso do álbum Hail To The King, sobre ele ter chegado ao primeiro lugar das paradas britânicas, sobre os shows na Europa e sobre as críticas feitas ao novo disco. Confira abaixo o scan disponibilizado pelo Deathbatnews e clique em ‘leia mais’ para conferir a entrevista traduzida completa.

matéria ZV

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M.Shadows fala sobre o clipe de Shepherd of Fire

Postado por Tate - 09/10/2013 - 3 comentários

Um pouco antes de vir ao Brasil se apresentar no Rock in Rio, M.Shadows conversou um pouquinho com Lochlin da Rádio Edmotion sobre o novo clipe do Avenged Sevenfold, Shepherd of Fire, e também sobre algumas curiosidades sobre o Hail To The King. Confira abaixo.

“Agora vamos falar sobre os planos para o Canadá. Há planos?” (Eles falavam sobre a turnê atual onde a banda ainda não tem datas confirmadas no Canadá)

Shadows: Sim, o Canadá está nos planos. Nós estamos trabalhando no vídeo de Shepherd of Fire porque percebemos que não temos muito tempo para isso, por exemplo, essa semana estaremos voando para o Rio de Janeiro, e então, quando tivermos terminado, queremos terminar esse vídeo de forma que ele esteja pronto para ser lançado assim que possível. Após isso, claro, temos compromissos com a Austrália, America do Sul e Asia. Temos também uma parceria com ótimas bandas para fazer uma turnê pela America do Norte, o que, é claro, inclui o Canadá.

” Eu gostaria de saber no que vocês pensaram a respeito do processo de criação do vídeo de Shepherd of Fire “

Shadows: Foi um vídeo fortemente inspirado por várias bandas, incluindo o album “The Wall” do Pink Floyd. Vamos ver como isso vai ficar.

” Agora, uma última pergunta pra você. Quem é o rei em Hail to the King? “

Shadows: Ele pode ser quem você quiser que seja. Mas, bem, na nossa imaginação, é como se ele fosse um rei maldoso e sombrio. Essa música veio de assistir muito “Game of Thrones”, e achamos interessante a idéia de utilizar essa imagem de um rei maníaco. Essa canção é bem aberta, também, já que tivemos casos assim espalhados pela história, e pode significar muita coisa que aconteceu de verdade.

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Turnê


    10/01 – Glasgow, Escócia
    12/01 – Newcastle Upon Tyne, Tyne and Wear
    13/01 – Birmingham, Inglaterra
    15/01 – Sheffield, Inglaterra
    16/01 – Manchester, Inglaterra
    18/01 – Nottingham, Inglaterra
    19/01 – Cardiff, País de Gales
    21/01 – Londres, Inglaterra
    22/01 - Londres, Inglaterra
    12/02 – Frankfurt, Alemanha
    13/02 – Hamburgo, Alemanha
    15/02 – Berlim, Alemanha
    16/02 – Düsseldorf, Alemanha
    18/02 - Amsterdam-Zuidoost, Holanda
    20/02 – Estugarda, Alemanha
    21/02 - Rudolfsheim-Fünfhaus, Áustria
    25/02 – Munique, Alemanha
    26/02 – Zurique, Alemanha
    28/02 – Lila, França
    01/03 – Luxemburgo, Luxemburgo
    02/03 – Paris, França
    04/03 – Copenhague, Dinamarca
    07/03 – Helsínquia, Finlândia
    09/03 – Estocolmo, Suécia
    10/03 – Oslo, Noruega
    07/05 – Kannapolis, Carolina do Norte

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