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Lars precisou convencer a banda a entrar em turnê com Metallica Leia a entrevista
"Somos a banda mais sortuda"
Gates fala sobre a nova turnê
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Reprise do show do Avenged Sevenfold no Multishow

Postado por Tate - 06/10/2013 - 1 comentário

Para quem ainda não teve a oportunidade de assistir ao show completo do A7X no Rock in Rio, ou quer assistir novamente, o canal Multishow reexibirá hoje às 22h o show completo.

03/10/2013 – Allstate Arena, Chicago, Illinois

Postado por Lucas - 04/10/2013 - 1 comentário

Ontem, dia 3 de Outubro, o Avenged Sevenfold começou sua nova turnê pelos EUA. A banda tocou na Allstate Arena, em Chicago, Illinois. Synyster Gates apresentou um novo solo e, em seguida, a banda começou uma jam session – não faziam algo do tipo desde 2009. Confira a setlist e o vídeo do solo/jam abaixo:

Setlist:
01 – Shepherd of Fire
02 – Critical Acclaim
03 – Welcome to the Family
04 – Hail to the King
05 – Doing Time
06 – Buried Alive
07 – Fiction
08 – Nightmare
09 – This Means War
10 – Afterlife
11 – Guitar Solo / Jam Session
12 – Requiem
13 – Bat Country
Bis:
14 – Chapter Four
15 – Unholy Confessions

Análise do show do Avenged Sevenfold no Rock in Rio 2013

Postado por Lucas - 04/10/2013 - 1 comentário

Depois de mais de uma semana da apresentação do A7X no Rock in Rio, trago aqui a análise do show. O tempo foi necessário para uma crítica menos parcial, poder rever o show diversas vezes e não apenas escrever no “calor do momento” após ter assistido a banda ao vivo. Esse texto também visa trazer informações e respostas a alguns questionamentos de fãs mais novos do Avenged. Vamos começar analisando música por música:

Como esperado, o Avenged Sevenfold abriu o show com Shepherd of Fire, música que também abre seu novo álbum. Embora não tenha uma introdução tão explosiva como Nightmare e Critical Acclaim – músicas que serviram de abertura para os shows da banda por bastante tempo – a canção é ótima e funciona tão bem quanto as outras duas citadas para abrir o show. A recepção do público foi calorosa, que vibrou ainda mais quando o piano de Critical Acclaim começou a tocar. Este foi um dos momentos mais bonitos do show, com a plateia fazendo um enorme coro no solo introdutório da música. Shadows – que esteve muito bem afinado o show inteiro – executou perfeitamente os gritos e tons altos da música. Quem viu nosso post sobre o suposto setlist, sabe que estávamos esperando Welcome to the Family em seguida, mas decidiram trocá-la por Beast and the Harlot, uma música mais pesada e técnica, que foi uma excelente escolha. Novamente o público fez outro coro grandioso quando Synyster Gates começou a tocar as primeiras notas da música. Outro momento muito legal de ter presenciado. Música muito bem executada.

Foi a vez então de M. Shadows anunciar Hail to the King para o público, que vibrou bastante. Gates cometeu alguns erros no início da música – deu para perceber que ele estava um pouco nervoso, pois já havia cometido um pequeno erro no solo de Beast and the Harlot – , mas de forma alguma comprometeu a música ou o show em si, pois é perfeitamente normal os músicos cometerem pequenos erros em alguns shows. Shadows não fez uma observação que vinha fazendo em shows anteriores: “não é Hey, é HAIL!” – então algumas pessoas gritavam a primeira, outras a segunda (algumas resenhas que vi em grandes veículos de comunicação também erraram). O público também cantou em peso o refrão (como havia dito em uma resenha da música, ela funciona muito bem ao vivo). A guitarra de Synyster estava bem mais alta que a de Zacky, tanto no evento como na transmissão pela TV, isso prejudicou um pouco a execução da música ao vivo. Synyster começou uma melodia na guitarra e então foi para a introdução da grandiosa Buried Alive, outra música que também tem muita força ao vivo e que muita gente cantou, tanto versos como refrões. Novamente uma surpresa: a banda, que não costuma tocar baladas em festivais onde tem tempo limitado, apresentou Fiction (Doing Time, do novo álbum, ficou de fora). Quem acompanha o Avenged Sevenfold sabe a importância dessa canção: foi a última que The Rev cantou antes de morrer, e possui imenso significado tanto para a banda como para os fãs. Uma música muito bonita, tocada com uma linha diferencia da versão de estúdio (destaque para a bateria) e que pela escolha percebemos que o A7X não estava assustado em tocar entre Slayer e Iron Maiden. Ótima homenagem para The Rev e para os fãs também, por que não?

Voltando para arrancar ainda mais coros do público, foi a vez de Nightmare. Vale ressaltar que a essa altura do show, Gates parecia ter perdido o nervosismo. Mais uma música muito bem executada e que o público cantou muito. O único ponto “negativo” fica para os backing vocals de Johnny Christ. Embora soe melhor que Zacky (este fazia os backings nas primeiras apresentações da música), às vezes fica sem fôlego. Pequeno detalhe que não prejudica a canção como um todo. Hora de mais uma do novo álbum: This Means War. Muitas pessoas ainda não estão familiarizadas com as novas músicas, então essa não teve uma participação e também não agitou tanto o público como as clássicas, mas isso é só uma questão de tempo. A banda toca com bastante gosto as novas músicas. Velha conhecida pra quem acompanha desde a primeira vinda deles ao Brasil em 2008, Afterlife sempre é sucesso entre o público e dessa vez não poderia ser diferente. A música tem um dos mais belos solos feitos pelo o Avenged, executado com maestria por Gates.

Última música do álbum Hail To The King a ser apresentada, Requiem se mostrou bastante interessante ao vivo. Combinando com o cenário de fundo – que, só a título de curiosidade, foi um cenário de uma turnê do Nightmare, mais fácil de transportar do que o atual, com o grande “King” no fundo – a canção sombria agradou o público, que apesar de não saber a letra, aplaudiu bastante. Para encerrar com chave de ouro, o A7X deixou para o final dois grandes sucessos: Bat Country, música que levou eles ao sucesso no mainstream e Unholy Confessions, queridinha dos fãs mais antigos. A bateria de Bat Country é uma das mais divertidas e com uma das viradas mais interessantes do grupo, as quais Arin já domina faz tempo – o baterista está tocando todas as músicas muito bem e parece sempre estar descontraído. Shadows também se divertiu muito cantando o hit, correndo de um lado pro outro do palco. Unholy Confessions encerrou o show e o recado foi dado: além dos fãs que vem ganhando, a banda também ganhou o respeito de muitos que estavam ali pra ver outras bandas, que podem continuar não gostando de Avenged Sevenfold, mas com certeza passaram a vê-los com outros olhos.

Respondendo algumas perguntas e críticas:

Faltaram algumas músicas na setlist. Por que não tocaram Seize the Day, Dear God, So Far Away ou A Little Piece of Heaven?
-Apesar de o Avenged estar com um setlist um pouco mais extenso nessa última turnê, no festival eles possuíam apenas uma hora e dez minutos para se apresentar. Mesmo assim, baladas como Seize the Day e Dear God dificilmente entrariam num festival onde a eles não são headliner (Seize the Day não é mais tão tocada desde a turnê do Nigthmare, e Dear God não é tocada desde 2009). Fiction tomou o lugar de So Far Away na homenagem a The Rev e A Little Piece of Heaven é uma música muito grande, a banda teria que retirar mais músicas do seu repertório. Ademais, seus shows não costumam ter tantas músicas em função da voz de M. Shadows, que tenta preservá-la desde que fez uma cirurgia antes de gravar o álbum City of Evil.

Synyster Gates e Zacky Vengeance estavam com cara de tédio
-Não, não estavam. Quem acompanha os shows da banda sabe que as caras e bocas que os guitarristas fazem, principalmente Gates, são propositais e fazem parte do espetáculo apresentado pela banda.

Quando o Avenged Sevenfold volta ao Brasil?
-Não existe nada confirmado, mas pelo que o empresário da banda, Larry Jacobson, já disse em seu twitter e pelo que Shadows falou no final do show (“Nos vemos em breve”), pode ser que a banda apareça aqui ainda no primeiro semestre para uma turnê.

Zacky Vengeance fala sobre o Brasil

Postado por Tate - 30/09/2013 - 5 comentários

Em entrevista à rádio Q103 Albany, Zacky Vengeance falou um pouquinho sobre a experiência deles com essa última vinda ao Brasil para o Rock in Rio.

Dalton Castle: Qual país pra vocês que tem fãs mais loucos pela banda?

Zacky Vengeance: Ah cara, acabamos de voltar de um show no Rio de Janeiro, Brasil, 2 dias atrás e tocamos pra literalmente 200 mil pessoas e todas elas sabiam as músicas, cada palavra. Eu diria que neste momento nenhum país é tão fanático.

Dalton Castle: Cara, como o Brasil é ? Eu sinto que tudo de doido que tem nos EUA tem no Brasil, só que lá tem mais “doidera”. Mas lá eles parecem estar praticamente pelados toda hora, pra você como é ?

Zacky Vengeance: Você está absolutamente certo. Eu estava andando com umas pessoas na rua e eles estavam perto de estarem pelados, lá é comum as garotas usarem shorts pequenos.

Créditos: A7X Brazil Fan Club e Whiplash

“Aventuras do Rock in Rio” – Mande sua história pro A7X:BR

Postado por Tate - 26/09/2013 - Sem comentários

Antes de acontecer o festival Rock in Rio, o Avenged Sevenfold Brasil pediu aos fãs suas histórias de como fariam para ir ao festival. Recebemos muitas, de gente de todo o Brasil. Gente que tinha conseguido ingresso mas não sabia como faria para ir ao Rio, gente que perdeu prova para poder comprar, que não tinha o dinheiro para dar no ingresso mas mesmo assim comprou e muito mais.

Agora o que queremos saber é: Quais foram suas aventuras durante o festival?

Vale falar de tudo, desde como fez para ir e voltar, como foi lá dentro. Qualquer experiência é válida.

Envie seu depoimento para contato@avengedsevenfold.com.br ou deixe ele aqui nos comentários do post e nós selecionaremos as mais legais e faremos um post exclusivo para compartilhar com todos os fãs. Não deixe de participar.

Nota de agradecimento A7X:BR

Postado por Tate - 24/09/2013 - 11 comentários

O A7X:BR, nessa vinda da banda ao Brasil, foi convidado pela TV Globo para participar de uma maneira diferente no Rock in Rio 2013. Nós ajudamos na cobertura ao vivo do show como especialistas da banda para passar as informações e curiosidades durante a transmissão.

Também, o Avenged Sevenfold Brasil, foi citado pelo Multishow durante a transmissão do Rock in Rio.  Eles falaram especialmente sobre nosso post do provável setlist que a banda tocaria, onde só duas músicas fugiram da nossa estimativa, Doing Time e Welcome To The Family.

O A7X:BR agradece extremamente ao Multishow pela consideração. Também agradecemos a todos os fãs do Avenged que apoiam o site, nos acessam e nos divulgam desde que entramos no ar, porque é por esses fãs que tivemos a oportunidade de crescer tanto, divulgar nosso trabalho e nos tornar a maior e mais confiável fonte do Avenged Sevenfold aqui no Brasil.

MUITO OBRIGADA!

Para quem gostaria de assistir ao vídeo, só dar play. (A partir do 1:18 min eles falam do A7X:BR)

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Turnê


    10/01 – Glasgow, Escócia
    12/01 – Newcastle Upon Tyne, Tyne and Wear
    13/01 – Birmingham, Inglaterra
    15/01 – Sheffield, Inglaterra
    16/01 – Manchester, Inglaterra
    18/01 – Nottingham, Inglaterra
    19/01 – Cardiff, País de Gales
    21/01 – Londres, Inglaterra
    22/01 - Londres, Inglaterra
    12/02 – Frankfurt, Alemanha
    13/02 – Hamburgo, Alemanha
    15/02 – Berlim, Alemanha
    16/02 – Düsseldorf, Alemanha
    18/02 - Amsterdam-Zuidoost, Holanda
    20/02 – Estugarda, Alemanha
    21/02 - Rudolfsheim-Fünfhaus, Áustria
    25/02 – Munique, Alemanha
    26/02 – Zurique, Alemanha
    28/02 – Lila, França
    01/03 – Luxemburgo, Luxemburgo
    02/03 – Paris, França
    04/03 – Copenhague, Dinamarca
    07/03 – Helsínquia, Finlândia
    09/03 – Estocolmo, Suécia
    10/03 – Oslo, Noruega
    07/05 – Kannapolis, Carolina do Norte

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