Destaques

Novo lote para venda do “Waking The Fallen – Resurrected” na Punkshop!

Postado por Paula Quissack - 10/09/2014 - Sem comentários

É isso mesmo!

A Punkshop estará disponibilizando mais um lote para a venda do “Waking The Fallen – Resurrected”.

Mas corram, pois o número é limitado!  Fiquem atentos para mais informações em breve.

Visitem a loja:

punk shop

 

Agradecimentos: Loja Punkshop e Hopeless Records.

M.Shadows explica do atraso no lançamento do Hail To The King: Deathbat

Postado por Tate - 04/09/2014 - Sem comentários

No fórum do jogo Hail To The King: Deathbat, M.Shadows explicou aos fãs o porquê do aplicativo ainda não ter sido lançado. Se você também está aguardando ansiosamente, confira abaixo o que o vocalista escreveu.

Desculpa garotos e garotas, ainda estamos esperando pela aprovação. É um sistema interessante que eles têm por aqui, mas não é um grande problema porque esse atraso nos deu tempo de adicionar algumas coisas novas. Basicamente eles colocaram algumas regras que nós não sabíamos até essa semana. Nós seguimos essas regras e agora o jogo está pendente para aprovação. Espero que isso ajude. Mas confiem em mim, estamos tão ansiosos quanto alguns de vocês para o lançamento. Estamos também tentando adicionar um ‘Twitch’¹  na primeira rodada de atualizações o que seria muito legal, pois as pessoas poderiam assistir umas as outras jogando. Porém não tem isso para o Google, não há qualquer tipo de controle de qualidade, então sim, estamos esperando pela Apple. Pode ser um pouco frustrante, mas a Apple quer ter certeza de que se você comprar o jogo que ele funcione da maneira correta. O Google Play deixa qualquer um colocar qualquer coisa quando quer. Mas estamos quase chegando lá, por isso não se preocupe. O jogo será lançado em breve!

¹ “Twitch” é uma plataforma de vídeo para a comunidade de gamers. O “Twitch”  permite que as pessoas possam assistir aos jogos de outros jogadores.

Avenged Sevenfold listado entre as 60 maiores bandas do planeta no momento.

Postado por Thammy Sartori - 27/08/2014 - 1 comentário

A Kerrang! publicou hoje uma lista com as 60 bandas mais importantes da atualidade.

O que significa ser uma grande banda? Levando vendas de album/ingressos/produtos em consideração, assim como o alcance na mídia, Kerrang! TV selecionou as maiores estrelas do Rock. De Metallica e Foo Fighters, a mais recente estrelas em ascensão como Bring Me The Horizon, há vários grandes candidatos em nossas mãos, mas quem é a maior banda?

Dentre elas podemos destacar:

 

1. Linkin Park
2. Fall Out Boy
3. Metallica
14. Avenged Sevenfold

 

Confira a lista completa em: Kerrang!

O que há por dentro do Box de Colecionador do “Waking the Fallen: Resurrected”

Postado por Thammy Sartori - 24/08/2014 - 2 comentários

Hopeless Records divulgou hoje aos fãs como o Box de Colecionador do “Waking the Fallen: Resurrected” é por dentro. O Box tem 2 CD/DVD, um exclusivo vinil de 7″ e 4 LP vinils com imagens de M Shadows, Synyster Gates, Zacky Vengeance e Johnny Christ neles. O The Rev tem uma parte exclusiva de homenagem. Todas cinco imagens também estão inclusas como parte do “Pacote 2”, com 3 cds.

 

O quê esperar do Hail To The King: Deathbat

Postado por Tate - 22/08/2014 - 1 comentário

O site 148Apps fez uma resenha do novo jogo para dispositivos móveis criado pelo Avenged Sevenfold, Hail To The King: Deathbat. Confira abiaxo.

A popular banda de heavy metal, Avenged Sevenfold, vêm trabalhando em seu próprio “dungeon crawler” pelos últimos dois anos e os resultados são muito mais impressionantes do que a maioria provavelmente esperaria. Não, sério mesmo, é uma grande coisa.

“Hail to the King: Deathbat” foi ideia do vocalista, M. Shadows. Isso não é um mero ‘town builder’ ou  um jogo de matança casualmente amigável, no entanto; a intenção é que seja um retrocesso a uma época passada, quando os jogos não mimavam seus jogadores e a única maneira de avançar era melhorar no jogo.

De acordo com M. Shadows, tem sido uma experiência e tanto transformar uma ideia em um produto quase pronto para lançamento. O jogo vêm passando por várias iterações de otimização e ajustes, mas o lançamento está finalmente próximo e o mesmo parece muito bom. Os visuais tem um ar meio místico e sombrio, e a música é apropriada ao tema, mas também possui uma pitada de charme retrô.

À primeira vista, parece semelhante a outros jogos de ação e aventura, como ‘Diablo’, mas é muito mais ‘clássico’ do que isso. Os jogadores não estarão passando de nível e adquirindo habilidades, em vez disso, eles vão se reunir, adquirir armas brutais e desbloquear feitiços poderosos. Em ação, parece mais como um ‘Castlevania’ mais antigo, de verdade. Você estará evitando armadilhas, cronometrando seus ataques contra os inimigos, entendendo os padrões do chefão e todas as outras coisas boas.

Talvez a coisa mais promissora sobre “Hail to the King: Deathbat” é que obviamente foi um trabalho feito com amor por M. Shadows. Eu já falei com desenvolvedores de carteirinha de jogos que não estavam tão entusiasmados com seus trabalhos como ele está em relação a este jogo.

Hail to the King: Deathbat deve chegar a App Store em breve por $4,99. Compras adicionais no aplicativo estão disponíveis para desbloquear os personagens membros da banda como uma espécie de modo “fácil”, mas não são necessários para o progresso do jogo. A não ser que você seja muito ruim em relação a vídeo games.

 

Fonte e tradução: Avenged Brasil 

Entrevista: Johnny Christ para o Loudwire

Postado por Tate - 15/08/2014 - 1 comentário

Durante a turnê do Avenged Sevenfold pelo Mayhem Festival, Johnny Christ se sentou com o Loudwire para falar um pouco mais sobre o Waking The Fallen: Resurrected. Na entrevista você pode conferir algumas lembranças do baixista, é o processo de gravação para os discos do Avenged e o que ele mais gosta sobre estar em turnê. Confira a tradução abaixo.

 

Johnny, criar uma versão de aniversário para um álbum é como uma viagem em uma máquina do tempo. O que você tinha esquecido sobre você e a banda que você se lembrou enquanto passava por tudo isso de novo?

Ah cara, na verdade foi muita coisa. A maior parte são fatos que você esquece com o tempo. Teve uma vez que estávamos em uma van distribuindo nossos CDs na Warped Tour. Nós tínhamos um EP de duas músicas e estávamos apenas distribuindo para divulgar nosso trabalho. Isso foi durante o ‘Waking The Fallen’ que nós ficávamos andando por aí dando CDs e coisas to tipo. Eu pensei que realmente esse tipo de coisa é muito diferente de onde estamos agora.

Uma edição de aniversário é uma ótima oportunidade para fazer algo realmente especial para os fãs. Que outros álbuns especiais de outras bandas são os seus favoritos e quais outras ideias eles deram para o ‘Waking The Fallen: Resurrected’?

Eu não tenho costume de ouvir muito a edições especiais. As coisas que o Iron Maiden fez antes eu acho que eles fizeram novamente algumas vezes, onde eles fazem material de edições especiais que é muito legal, porque eles dão um pequeno extra, você sabe que eles não estão tentando remasterizar isso. Eu acho que isso é uma das ideias que a gente quis seguir. Você poderá dizer que o disco foi feito para o tempo certo e dentro do orçamento que tinha. O ‘Waking The Fallen’, quero dizer. Nós achamos isso legal, serve para seu propósito e seu tempo. Nós não queremos remasterizar ou nada do tipo. Para dar conteúdo extra, nós colocamos algumas faixas a mais de músicas que eram apenas demos que eventualmente se tornaram músicas do ‘Waking The Fallen’, mas que tinham partes nelas em que você escuta quatro ou cinco músicas diferentes porque nós estávamos escrevendo igual loucos. Então a gente tinha que ir lá e escutá-las. Começamos a escutar essas músicas e transformá-las em músicas mais concisas para criar o álbum. Tem ainda mais riffs lá que a gente não usou na criação do ‘Waking The Fallen’, mas usamos depois no ‘City of Evil’. É meio selvagem.

Johnny, foi difícil e ao mesmo tempo prazeroso rever videos antigos para montar o DVD do ‘Waking The Fallen: Resurrected’ e ver o The Rev neles?

Sim, você sabe, para todos nós. Era um tempo diferente então foi divertido ver todo mundo daquele jeito e obviamente que todas as vezes que vermos algo com o Jimmy é complicado. Você sabe, aos poucos nós vamos melhorando. Faz um tempinho que as coisas começaram a ficar um pouco mais fáceis assim como qualquer pessoa que perde alguém querido e muito próximo sabe que você se sente desse jeito. Mas você descobre que você apenas celebrar isso do que deixar te machucar,  então é bem legal ver o The Rev todo vestido de preto e ainda usando maquiagem e coisas do tipo, porque aquela era uma época em que a gente ainda colocava maquiagem e tentando parecer sérios todos vestidos de preto. Agora, isso não é mais o caso. É divertido olhar para trás e ver todo aquele tempo de juventude. 

Olhar para trás e ver os lançamentos antigos influenciou a criatividade e a direção da nova música do Avenged Sevenfold?

Eu acho que sim. As coisas que nós tiramos nossas influências em cada passo e como nós estamos nos sentindo naquele momento. Eu digo, sim, nós olhamos para o passado e tem um monte de coisas que amávamos sobre os discos antigos. Nós vamos andando e nós temos um pouco de tempo sobrando até fechar este ciclo, para então começarmos a pensar no que queremos para o próximo disco. Você nunca sabe, definitivamente pode aparecer. Você estará sentado e ficará “Se lembra daquela parte que era nesse estilo? Vamos tentar fazer algo deste tipo de novo”. Nós fizemos muito com essas referencias já.

Johnny, quanto tempo depois que um álbum é lançado que vocês começam a pensar em músicas novas e como é a primeira reunião que acontecem para vocês anotarem essas ideias?

Bom, depois que um disco novo é lançado nós entramos em turnê e ficamos fora por uns dois anos, que não começamos nem a pensar no assunto até que os ciclos estarem chegando ao fim. Quando vamos para a casa e tiramos alguns meses de férias, primeiramente gostamos de discutir o que queremos fazer. Definitivamente nós queremos ter certeza que o quê estamos fazendo é algo que nos orgulhará e algo que estamos inspirados para escrever. Se nós vamos lá e tentamos manufaturar algo então todos nós ficaremos muito tristes.

Sempre tentamos sentar, tomar alguns drinques e citar músicas que alguns dos caras não tenham ouvido ou sugerir algo que gostaríamos de fazer. Essas influencias podem vir de qualquer lugar. Muitas vezes acabam vindo de lugares aleatórios como o hip hop ou R&B, ou, sei lá, as coisas do Mr. Bungle. Aí criamos a sinfonia passando nossa criatividade e reescrevemos de um jeito diferente. Em qualquer ritmo as influencias vêm cada vez de diferentes lugares e você nunca sabe de verdade, então estamos tentando ter certeza de que estamos no lugar certo, então tiramos algum tempo de folga, discutimos, vemos o que queremos atingir com o próximo disso para aí nos inspirarmos.

Que aspecto não musical em estar em turnê faz com que você fique mais agradecido em ter a oportunidade de viver a vida de um músico na estrada?

Sabe, só o fato que estou lá com os meus melhores amigos. Pode soar brega, mas é verdade. Eu estou aqui com os meus melhores amigos, bebendo e me divertindo depois do show. Nós estamos apenas felizes em estarmos juntos e viajando o mundo. Essa parte, por mais cafona que seja, é o que vem depois da música.

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Turnê


    12/01 – Nashville, Tennessee
    14/01 – Grand Rapids, Michigan
    16/01 – Reading, Pensilvânia
    17/01 – State College, Pensilvânia
    19/01 – Quebec, Canadá
    21/01 – Ottawa, Canadá
    22/01 – Hamilton, Canadá
    24/01 – Green Bay, Wisconsin
    25/01 – Peoria, Illinois
    27/01 – Sioux Falls, Dakota do Sul
    29/01 – Tulsa, Oklahoma
    31/01 – Biloxi, Mississippi
    02/02 – North Little Rock, Arkansas
    03/02 – Evansville, Indiana
    06/02 – Wichita, Kansas
    08/02 – Lincoln, Nebraska
    09/02 – Cedar Rapids, Iowa
    11/02 – Fargo, Dakota do Norte
    12/02 – Winnipeg, Canadá
    14/02 – Saskatoon, Canadá
    15/02 – Edmonton, Canadá
    17/02 – Vancouver, Canadá
    28/04 – Jacksonville, Flórida
    01/06 – Nürburg, Alemanha
    03/06 – Nurembergue, Alemanha
    08/06 – Leicestershire, Inglaterra
    28/06 - Madrid, Espanha
    30/06 – Madrid, Espanha

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