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Hail to the King: Deathbat - Behind the Scenes
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Mande suas fotos para o A7X:BR

Postado por Thammy Sartori - 15/03/2014 - 1 comentário

Durante essa semana o Avenged Sevenfold está em turnê em terras Brasileiras, nós do A7X:BR queremos juntar o máximo de fotos e vídeos da vinda da banda ao Brasil.
Como vocês podem nos ajudar?

- Crie uma pasta pública no Facebook com suas fotos do show e mandem o link com seu nome e cidade para o e-mail: contato@avengedsevenfold.com.br
(Show em SP mandar data junto)
- Vídeos é só mandar o link do Youtube por e-mail também, informando seu nome e cidade.

Faremos um post com as melhores fotos mandadas assim que a turnê pelo Brasil se encerrar.

Obs: Só coletaremos links mandados por e-mail e fotos com qualidade boa.

Resenha: Avenged Sevenfold em São Paulo – 12/03

Postado por Tate - 14/03/2014 - 6 comentários

O Avenged Sevenfold Brasil estava no show do Avenged Sevenfold no Espaço das Américas dia 12 de Março cobrindo todo o evento. Segue abaixo a resenha escrita por nossa equipe.

 

Os reis começando com chave de ouro

Falar da paixão dos fãs brasileiros a cada vez que o Avenged Sevenfold pisa no Brasil já é de praxe, mas na última quarta-feira foi surpreendente. É uma energia tão única e um amor tão forte que não há nem o que comparar com nenhum outro fã do mundo, porque qualquer gringo que tentar tomará um tapa na cara dos brasileiros.

Nas vésperas de completar seis anos da primeira vinda da banda ao país, o Avenged Sevenfold pisou no palco no mesmo estado que da primeira vez e fazendo o público ir ao delírio mais intenso de todos com a abertura  ‘Shepherd of Fire’. Apesar da casa não suportar a estrutura de palco atual da banda, eles não deixaram se abalar e fizeram o show do jeito que muita gente gosta: simples, animado e de muita qualidade.

Se sentindo em casa desde a primeira música, o A7X misturou hits dos álbuns desde o Waking The Fallen em seu setlist, com direito a grande surpresa, principalmente para as pessoas que os acompanham a mais tempo, que foi ‘Eternal Rest’ ter sido tocada pela primeira vez no Brasil.

Para alegria dos presentes, o vocalista M.Shadows também anunciou que as cenas da turnê Brasileira irão aparecer no novo DVD da banda, em que eles estão percorrendo o mundo e gravando imagens para montá-lo.

Foi um show de clássicos, onde o público não ficou calado um segundo. Entre uma musica ou outra M.Shadows parava para agradecer os paulistanos e fez a promessa que o próximo show em São Paulo teria diferentes. Fãs subiram no palco durante ‘Buried Alive’ para cantar junto com a banda e não fizeram feio. Em ‘Afterlife’ enquanto o Avenged Sevenfold tocava, o público fazia o backing vocal com as partes do The Rev, que mais uma vez fez o vocalista parar e agradecer. Uma piada ali, outra aqui, o vocalista brincou sobre os tamanhos dos sutiãs jogados no palco e sobre Johnny Christ pagar para dizerem que a música título do novo álbum, Hail To The King, é dedicada a ele.

O final o show teve como sempre ‘Unholy Confessions’ e a  última música  foi dedicada ao falecido baterista, mas desta vez não foi ‘Fiction’ e nem ‘So Far Away’, que já estão fora do setlist desde turnês passadas, a musica foi ‘A Little Piece of Heaven’ que fez o Espaço das Américas vir abaixo aos 45 minutos do segundo tempo. Os gritos clamando pela banda não foram cessados tão cedo, mesmo eles já tendo saído do palco.

Confesso que desde a ultima turnê em 2011 o Avenged Sevenfold não estava tão bem e tão em sintonia como estavam no palco nesta quarta feira e em uma transmissão de energia incrível fez com que a turnê brasileira fosse iniciada com chave de ouro.

12/03/2014 – São Paulo, Brasil

Postado por Lucas - 13/03/2014 - 4 comentários

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Ontem, dia 12 de Março, começou a tão esperada turnê do Avenged Sevenfold pelo Brasil. Começando por São Paulo, a banda tocou no Espaço das Américas. Durante o show, Shadows anunciou a gravação de um DVD: provavelmente se trata de uma filmagem que a banda tinha planejado por vários cantos do mundo. Confira a setlist:

Setlist
01-Shepherd of Fire
02-Critical Acclaim
03-Beast and the Harlot
04-Hail to the King
05-Doing Time
06-Buried Alive (fã subiu ao palco para cantar a música)
07-Seize the Day
08-Nightmare
09-Eternal Rest
10-Guitar Solo
11-Afterlife
12-This Means War
13-Almost Easy
Bis:
14-Unholy Confessions
15-A Little Piece of Heaven

Confira a galeria de fotos 

Midiorama

Midiorama 

Renan Facchiolo 

Wikimetal

Território da Música 

UOL Música 

Fernando Yokota
)

)

 

Entrevista com Arin Ilejay no G1

Postado por Denis Lobato - 12/03/2014 - Sem comentários

Por Telefone Arin Ilejay deu uma entrevista para o Portal de notícias G1, onde comenta sobre sua entrada e expectativas na banda,

e comenta de forma bem humorada sobre o Rock in Rio e as incessantes perguntas do estilo da banda.

 

G1 – Vocês tocaram no Rock in Rio há seis meses. Como foi a experiência? 
Foi incrível! Ver todos aqueles fãs e o quanto eles estavam empolgados, a resposta deles a tudo. Todo mundo sempre fala sobre a magnitude do Rock in Rio, então ter tido a chance de tocar lá foi simplesmente incrível. Eu amei.

G1 – E quanto ao público gritando ‘Maiden, Maiden’? M. Shadows até brincou com a situação, mas isso incomodou vocês de alguma forma? 
Ah não, de forma alguma. Sabe, a banda entende esse tipo de coisa, nem é algo novo para nós (risos). Já aconteceu antes e tivemos nossa cota durante outras turnês. Mas acho que ninguém gostaria muito de estar na nossa pele nessa situação (risos).

G1 – Esta é a quinta vez que o Avenged Sevenfold vem ao Brasil. Vocês acham que os brasileiros já ocupam um capítulo especial na história da banda? 
Sim, definitivamente é uma história especial. Quero dizer, fazemos nosso melhor para construir nossa história em todos os lugares aos quais vamos, mas só o fato de tocar no Rock in Rio e com o Iron Maiden, por exemplo, isso já é realmente histórico para nós. E os fãs brasileiros são, com certeza e de longe, os mais malucos e comprometidos. Nem sei explicar o quanto eles são incríveis. É simplesmente louco ver o quanto são barulhentos. Você está lá tocando e só consegue ouvir os gritos em seu retorno. E isso acontece comigo, que fico sentado lá no fundo. Se eu posso ouvir isso através dos meus fones, imagine os caras lá na frente do palco. E também é impressionante como, assim que descemos do avião, eles já estão lá nos esperando, com CDs e pôsteres.

G1 – E como é sua relação, especificamente, com os fãs? Afinal você entrou na banda em um momento bastante delicado e triste. Como eles te receberam?
Havia uma pequena resistência, claro, porque a banda já tinha uma história sem mim. Mas algumas pessoas foram mais rápidas em aceitar… (minha chegada) foi em uma situação terrível, que ninguém escolheu, não teve nada a ver com egos ou alguém sendo expulso, teve a ver com perder alguém muito querido. Mas a maior parte dos fãs foi realmente bastante compreensiva e apoiou a banda na escolha de alguém que pudesse ajudá-los a seguir em frente. Acho que tive mais apoio do que imaginava até.

G1 – Você começou a tocar bateria com apenas nove anos e estudou ritmos como funk e jazz também. Como isso influencia a banda? Qual seria sua maior contribuição ao som do Avenged Sevenfold? 
Sobre minha contribuição… diria apenas que eu me tornei útil à banda. Acho que continuamos a ser como antes e demos sequência ao que The Rev já fazia, porque ele era um cara muito sensível e que tocava com um groove funk, ele combinava funk e metal em batidas incríveis, não tinha nada de robótico, era um baterista que tinha alma.

G1 – Durante muito tempo, implicaram com o Avenged Sevenfold. Havia a clássica provocação de que vocês não eram metal ‘o suficiente’. Isso ainda incomoda vocês? 
Não muito. Não sei se isso poderia me afetar. Não recebo mensagens ou e-mails sobre isso. Na verdade não sou muito ligado à internet, não leio muita coisa. No início até fazia isso, mas agora só posto umas fotos no Instagram de vez em quando e vejo algumas mensagens positivas. De qualquer forma, sei de onde eu vim, conheço bem a música que estudei, sei de que estilos eu gosto. É legal demais estar em uma banda de metal e tocar metal, mas não me considero apenas um baterista de metal. Não considero nenhum de nós apenas músicos de metal, mas criamos metal e fazemos isso bem. E é simplesmente incrível estar nessa posição, sabe? Não importa o que digam. Somos, definitivamente, uma banda de metal.

G1 – Seus últimos dois discos ficaram em 1º lugar na parada da Billboard, à frente de muitos artistas pop. Vocês consideram isso uma resposta a quem diz que o rock perdeu força? 
Ah, sim, com certeza. Diria que é nossa resposta aos boatos, a essa coisa de que tudo é completamente pop hoje em dia. Definitivamente esta é uma forma de trazer o metal de volta aos holofotes e até criar uma nova base de fãs para o estilo.

G1 – Você é o único na banda que usa seu verdadeiro nome. Por quê? Seus colegas nunca sugeriram que você também adotasse um nome artístico? 
Sabe o que foi? Quando eu comecei a tocar na banda era apenas um cara contratado, e estava preocupado em fazer com que tudo desse certo naquela turnê. Foi só depois de um tempo que eles decidiram que eu era o cara certo e vieram me perguntar se eu queria ficar, tipo, para sempre (risos). E a essa altura os fãs já me conheciam como Arin, eles tinham sido até mais rápidos em me dar o “boas-vindas à família” (risos). E estava todo mundo mais preocupado em saber como me sairia na estrada, como iríamos compor juntos, como eu seria no estúdio. Também não tenho muita certeza se adotaria um nome artístico só por que os outros caras já têm os deles.

G1 – Mas você nunca chegou a pensar em algo? Ou existe algum apelido ‘secreto’? 
Ah, de vez em quando eu penso nisso, mas só imagino vários apelidos bobos, nenhum que considere bom o suficiente para usar. E nenhum nunca é tão ‘cool’ quanto Synyster Gates, Zacky Vengeance ou M. Shadows (risos).

Créditos: G1

Avenged Sevenfold: Salve o Rei – Resenha do Show em Buenos Aires

Postado por Denis Lobato - 11/03/2014 - Sem comentários

A banda californiana voltou a Buenos Aires com mais força que nunca, desta vez diante de um embalado Luna Park, que se ajoelhou diante dos reis do Metal Moderno.

 

Foram três anos para que a banda mais comentada na mídia Heavy retornasse.

O Avenged Sevenfold não apenas acumulou prêmios e títulos em todo mundo, mas também melhora a qualidade de suas apresentações no palco, onde por uma hora e meia suas músicas exploram Centenas de almas feridas, sons sinistros e que tocam nossos corações em partes melancólicas. “A Little Piece of Heaven” é um exemplo claro: Ela mostra o ultimo pedaço do céu que é o próprio grupo. Não por acaso a música fechou a noite, A fim de lembrar a todos quem são, e de onde vem. Para a apresentação de um novo álbum.

“Hail to the King” (2013) é o sexto estúdio Avenged Sevenfold, é o seu “disco obscuro” reforçado pela popularidade já alcançada em “Nightmare” (2011), levando-os a outro nível.

A abertura do show no Luna Park foi de responsabilidade da banda local Pork. Para os que conheciam a banda mostrou sua caracterizada garra, àqueles que não conheciam a banda, tenho certeza que se surpreenderam ao ver que o cenário nacional é saudável.

Próximo das 21h, reinados pela escuridão, o grande momento foi anunciado, seguido por gritos ensurdecedores dos fãs no Luna Park. “Sherpherd of Fire” levou os fãs a loucura, seguida por “Doing Time” que foram as duas únicas músicas do ultimo álbum interpretadas na primeira parte do show. O restante do setlist foi dedicado a percorrer os outros cinco discos dos californianos.

“Critical Acclaim” e “Best and the Harlot” foram as primeiras jóias. A banda começou com um som mais baixo do que o esperado, mas a mistura e sintonia eram perfeitas.

A banda se apresentou muito bem humorada, tanto que o vocalista M. Shadows, começou a conversarr com o público e brincou com um balão ou “camisinha”, como ele mesmo disse. E várias vezes fui interrompido com a clássica música “ole ole”

Quase não houve menções ao baterista, Jimmy “The Rev” Sullivan, como houve em 2011 nas Malvinas, mas seu espírito foi sentido em “Eternal Rest”, uma música que dificilmente alegra os fãs mais assíduos. Desta vez o lugar foi ocupado por Arin Ilejay  que apresentou sem erros até as composições mais maduras, como “Waking The Fallen” (2003) e “City of Evil” (2005) e também “Unholy Confenssions” e “Seize the Day”.

Após a explosão que “Nightmare” significou, toda euforia foi contida pelo solo de guitarra de Synyster Gates, que mostrou que não é apenas um rostinho bonito com uma viola distorcida. Ele continou com “Afterlife” e “Almost Easy” do álbum Avenged Sevenfold, e “This Means War” completou a trilogia antes do Bis.

Ninguém saiu de seu lugar, na expectativa pelos  movimentos do palco escuro com a gigante caveira de fundo. Os óculos de sol de M. Shadows (os quais não tirou em nenhum momento). Se tornaram-se novamente presentes para a apresentação final, que contou com “Unholy Confessions” e “A Little Piece of Heaven”, o Lua Park inteiro comemorou como se o show estivesse começando de novo.

Infelizmente para todos não era o começo do show, mas de todas as formas este show mostrou que a ligação do país e feita pela vibração que irradiava do público ou o feedback entre banda e público. O que nos faz sonhar ansiosos pelo próximo show do Avenged Sevenfold.

 

Créditos/Resenha Original: Elacople

Avenged Sevenfold no Wikimetal e Promoção

Postado por Denis Lobato - 11/03/2014 - Sem comentários

Essa semana o WikiMetal fez um episódio especial, dedicado inteiramente ao Avenged Sevenfold.

“Esta semana o Power Trio do Wikimetal fez um episódio especial só sobre uma grande banda americana que veio pra ficar: Avenged Sevenfold! Conversamos sobre a banda que aterriza no Brasil este mês.

Passamos por vários álbuns da carreira do Avenged Sevenfold, conversando sobre méritos e curiosidades de sua história. Uma das bandas com a base de fãs mais fiel atualmente, o Avenged Sevenfold rendeu um episódio cheio de trivias e uma lembrança de uma cobertura do show da banda em 2011.”

 

Confira o progroma, no link: Programa

O programa também conta com uma entrevista com os membros da banda nacional Project46

 

O WikiMetal também está sorteando um álbum e poster autografados pela banda, para conferir o regulamento, confira o site abaixo;

Lembrando que a promoção vai até o dia 31/03

Promoção

 

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    08/01 – PEQUIM, China
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