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M. Shadows para O.C Register Leia a entrevista completa
Brooks Wackerman é o novo baterista do Avenged Sevenfold
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Synyster e Zacky na Kerrang!
Leia a entrevista traduzida
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Avenged Sevenfold listado entre as 60 maiores bandas do planeta no momento.

Postado por Thammy Sartori - 27/08/2014 - 1 comentário

A Kerrang! publicou hoje uma lista com as 60 bandas mais importantes da atualidade.

O que significa ser uma grande banda? Levando vendas de album/ingressos/produtos em consideração, assim como o alcance na mídia, Kerrang! TV selecionou as maiores estrelas do Rock. De Metallica e Foo Fighters, a mais recente estrelas em ascensão como Bring Me The Horizon, há vários grandes candidatos em nossas mãos, mas quem é a maior banda?

Dentre elas podemos destacar:

 

1. Linkin Park
2. Fall Out Boy
3. Metallica
14. Avenged Sevenfold

 

Confira a lista completa em: Kerrang!

O que há por dentro do Box de Colecionador do “Waking the Fallen: Resurrected”

Postado por Thammy Sartori - 24/08/2014 - 2 comentários

Hopeless Records divulgou hoje aos fãs como o Box de Colecionador do “Waking the Fallen: Resurrected” é por dentro. O Box tem 2 CD/DVD, um exclusivo vinil de 7″ e 4 LP vinils com imagens de M Shadows, Synyster Gates, Zacky Vengeance e Johnny Christ neles. O The Rev tem uma parte exclusiva de homenagem. Todas cinco imagens também estão inclusas como parte do “Pacote 2″, com 3 cds.

 

O quê esperar do Hail To The King: Deathbat

Postado por Tate - 22/08/2014 - 1 comentário

O site 148Apps fez uma resenha do novo jogo para dispositivos móveis criado pelo Avenged Sevenfold, Hail To The King: Deathbat. Confira abiaxo.

A popular banda de heavy metal, Avenged Sevenfold, vêm trabalhando em seu próprio “dungeon crawler” pelos últimos dois anos e os resultados são muito mais impressionantes do que a maioria provavelmente esperaria. Não, sério mesmo, é uma grande coisa.

“Hail to the King: Deathbat” foi ideia do vocalista, M. Shadows. Isso não é um mero ‘town builder’ ou  um jogo de matança casualmente amigável, no entanto; a intenção é que seja um retrocesso a uma época passada, quando os jogos não mimavam seus jogadores e a única maneira de avançar era melhorar no jogo.

De acordo com M. Shadows, tem sido uma experiência e tanto transformar uma ideia em um produto quase pronto para lançamento. O jogo vêm passando por várias iterações de otimização e ajustes, mas o lançamento está finalmente próximo e o mesmo parece muito bom. Os visuais tem um ar meio místico e sombrio, e a música é apropriada ao tema, mas também possui uma pitada de charme retrô.

À primeira vista, parece semelhante a outros jogos de ação e aventura, como ‘Diablo’, mas é muito mais ‘clássico’ do que isso. Os jogadores não estarão passando de nível e adquirindo habilidades, em vez disso, eles vão se reunir, adquirir armas brutais e desbloquear feitiços poderosos. Em ação, parece mais como um ‘Castlevania’ mais antigo, de verdade. Você estará evitando armadilhas, cronometrando seus ataques contra os inimigos, entendendo os padrões do chefão e todas as outras coisas boas.

Talvez a coisa mais promissora sobre “Hail to the King: Deathbat” é que obviamente foi um trabalho feito com amor por M. Shadows. Eu já falei com desenvolvedores de carteirinha de jogos que não estavam tão entusiasmados com seus trabalhos como ele está em relação a este jogo.

Hail to the King: Deathbat deve chegar a App Store em breve por $4,99. Compras adicionais no aplicativo estão disponíveis para desbloquear os personagens membros da banda como uma espécie de modo “fácil”, mas não são necessários para o progresso do jogo. A não ser que você seja muito ruim em relação a vídeo games.

 

Fonte e tradução: Avenged Brasil 

Entrevista: Johnny Christ para o Loudwire

Postado por Tate - 15/08/2014 - 1 comentário

Durante a turnê do Avenged Sevenfold pelo Mayhem Festival, Johnny Christ se sentou com o Loudwire para falar um pouco mais sobre o Waking The Fallen: Resurrected. Na entrevista você pode conferir algumas lembranças do baixista, é o processo de gravação para os discos do Avenged e o que ele mais gosta sobre estar em turnê. Confira a tradução abaixo.

 

Johnny, criar uma versão de aniversário para um álbum é como uma viagem em uma máquina do tempo. O que você tinha esquecido sobre você e a banda que você se lembrou enquanto passava por tudo isso de novo?

Ah cara, na verdade foi muita coisa. A maior parte são fatos que você esquece com o tempo. Teve uma vez que estávamos em uma van distribuindo nossos CDs na Warped Tour. Nós tínhamos um EP de duas músicas e estávamos apenas distribuindo para divulgar nosso trabalho. Isso foi durante o ‘Waking The Fallen’ que nós ficávamos andando por aí dando CDs e coisas to tipo. Eu pensei que realmente esse tipo de coisa é muito diferente de onde estamos agora.

Uma edição de aniversário é uma ótima oportunidade para fazer algo realmente especial para os fãs. Que outros álbuns especiais de outras bandas são os seus favoritos e quais outras ideias eles deram para o ‘Waking The Fallen: Resurrected’?

Eu não tenho costume de ouvir muito a edições especiais. As coisas que o Iron Maiden fez antes eu acho que eles fizeram novamente algumas vezes, onde eles fazem material de edições especiais que é muito legal, porque eles dão um pequeno extra, você sabe que eles não estão tentando remasterizar isso. Eu acho que isso é uma das ideias que a gente quis seguir. Você poderá dizer que o disco foi feito para o tempo certo e dentro do orçamento que tinha. O ‘Waking The Fallen’, quero dizer. Nós achamos isso legal, serve para seu propósito e seu tempo. Nós não queremos remasterizar ou nada do tipo. Para dar conteúdo extra, nós colocamos algumas faixas a mais de músicas que eram apenas demos que eventualmente se tornaram músicas do ‘Waking The Fallen’, mas que tinham partes nelas em que você escuta quatro ou cinco músicas diferentes porque nós estávamos escrevendo igual loucos. Então a gente tinha que ir lá e escutá-las. Começamos a escutar essas músicas e transformá-las em músicas mais concisas para criar o álbum. Tem ainda mais riffs lá que a gente não usou na criação do ‘Waking The Fallen’, mas usamos depois no ‘City of Evil’. É meio selvagem.

Johnny, foi difícil e ao mesmo tempo prazeroso rever videos antigos para montar o DVD do ‘Waking The Fallen: Resurrected’ e ver o The Rev neles?

Sim, você sabe, para todos nós. Era um tempo diferente então foi divertido ver todo mundo daquele jeito e obviamente que todas as vezes que vermos algo com o Jimmy é complicado. Você sabe, aos poucos nós vamos melhorando. Faz um tempinho que as coisas começaram a ficar um pouco mais fáceis assim como qualquer pessoa que perde alguém querido e muito próximo sabe que você se sente desse jeito. Mas você descobre que você apenas celebrar isso do que deixar te machucar,  então é bem legal ver o The Rev todo vestido de preto e ainda usando maquiagem e coisas do tipo, porque aquela era uma época em que a gente ainda colocava maquiagem e tentando parecer sérios todos vestidos de preto. Agora, isso não é mais o caso. É divertido olhar para trás e ver todo aquele tempo de juventude. 

Olhar para trás e ver os lançamentos antigos influenciou a criatividade e a direção da nova música do Avenged Sevenfold?

Eu acho que sim. As coisas que nós tiramos nossas influências em cada passo e como nós estamos nos sentindo naquele momento. Eu digo, sim, nós olhamos para o passado e tem um monte de coisas que amávamos sobre os discos antigos. Nós vamos andando e nós temos um pouco de tempo sobrando até fechar este ciclo, para então começarmos a pensar no que queremos para o próximo disco. Você nunca sabe, definitivamente pode aparecer. Você estará sentado e ficará “Se lembra daquela parte que era nesse estilo? Vamos tentar fazer algo deste tipo de novo”. Nós fizemos muito com essas referencias já.

Johnny, quanto tempo depois que um álbum é lançado que vocês começam a pensar em músicas novas e como é a primeira reunião que acontecem para vocês anotarem essas ideias?

Bom, depois que um disco novo é lançado nós entramos em turnê e ficamos fora por uns dois anos, que não começamos nem a pensar no assunto até que os ciclos estarem chegando ao fim. Quando vamos para a casa e tiramos alguns meses de férias, primeiramente gostamos de discutir o que queremos fazer. Definitivamente nós queremos ter certeza que o quê estamos fazendo é algo que nos orgulhará e algo que estamos inspirados para escrever. Se nós vamos lá e tentamos manufaturar algo então todos nós ficaremos muito tristes.

Sempre tentamos sentar, tomar alguns drinques e citar músicas que alguns dos caras não tenham ouvido ou sugerir algo que gostaríamos de fazer. Essas influencias podem vir de qualquer lugar. Muitas vezes acabam vindo de lugares aleatórios como o hip hop ou R&B, ou, sei lá, as coisas do Mr. Bungle. Aí criamos a sinfonia passando nossa criatividade e reescrevemos de um jeito diferente. Em qualquer ritmo as influencias vêm cada vez de diferentes lugares e você nunca sabe de verdade, então estamos tentando ter certeza de que estamos no lugar certo, então tiramos algum tempo de folga, discutimos, vemos o que queremos atingir com o próximo disso para aí nos inspirarmos.

Que aspecto não musical em estar em turnê faz com que você fique mais agradecido em ter a oportunidade de viver a vida de um músico na estrada?

Sabe, só o fato que estou lá com os meus melhores amigos. Pode soar brega, mas é verdade. Eu estou aqui com os meus melhores amigos, bebendo e me divertindo depois do show. Nós estamos apenas felizes em estarmos juntos e viajando o mundo. Essa parte, por mais cafona que seja, é o que vem depois da música.

[GALERIA] – 22/07/2014 – Mayhem Festival 2014

Postado por Thammy Sartori - 14/08/2014 - Sem comentários

No último dia 22Avenged Sevenfold se apresentou no festival Mayhem Festival 2014 em Mansfield, Bristol.

Confira abaixo a galeria de fotos do show:

a

– John Marden Photography (X)
– Mayhem Festival (X)
– Alex DiVincenzo (X)
– Maine Music News (X)
– New England Music News (X)

 

Fonte: DeathbatNews

Arin Ilejay e M. Shadows falam sobre Hail to The King: Deathbat

Postado por Thammy Sartori - 10/08/2014 - Sem comentários

Durante turnê no Mayhem Festival 2014 com o Korn, Scottsquatch do programa Video Game Sellers conversou com Arin Ilejay (2:23 – 3:18) e M. Shadows (14:28 – 16:36) e perguntou a Arin o que ele tem jogado ultimamente, e sobre o Hail to the King: Deathbat (incluindo a data aproximada do lançamento) e alguns dos jogos favoritos de M. Shadows, e o provável lançamento do jogo amanhã.

Confiram a tradução da entrevista com Arin Ilejay:

Scottquatch – O que você tem jogado ultimamente?
Arin Ilejay – Ultimamente eu jogo ‘Call of Duty: Black Ops 2′.
Scottquatch – Quando você está em casa?
Arin Ilejay – Sim, quando estou em casa.
Scottquatch – E quando você está na estrada?
Arin Ilejay – Quando estou na estrada eu jogo muito mais jogos mobile, como agora estou jogando ‘Clash of Clans’, ‘Boom Beach’…
Scottquatch – O que é ‘Boom Beach?’
Arin Ilejay – ‘Boom Beach’ é tipo, é também feito por ‘Clash of Clans’ então é tipo o mesmo conceito, mas ao invés de um cenário medieval é mais Segunda Guerra Mundial, tipo o “Dia D – em que fizeram vários ataques pelas praias”.
Scottquatch – Então é tipo um jogo com nome bobo, mas é juro sério? (risos)
Arin Ilejay – Isso, muito sério! (risos) Eu nunca sorrio quando estou jogando
Scottquatch – E você joga muito quando está estrada? Quer dizer isso é algo que você faz com frequência?
Arin Ilejay – Sim, quase sempre, assim que acabarmos essa conversa eu provavelmente sente num sofá e comece a jogar ‘Boom Beach’.
Scottquatch – Tem um sofá logo atrás de nós, então obrigado cara!

E a entrevista com M. Shadows:

Scottquatch – Ok, esse é o Matt, do Avenged Sevenfold, acabou de sair de um show, mas ele foi muito simpático ao nos dar algum tempo para responder algumas perguntas.
E a primeira é, eu li um pouco sobre um jogo que você está fazendo em uma revista, você pode falar sobre isso?
M. Shadows – Claro cara, estamos fazendo um jogo de ação, com muitas tendência oldshool, é um jogo mobile pra começar, e hoje em dia, a maioria dos jogos mobile são completamente feitos sobre upgrades e aumentar os poderes.
Scottquatch – Ter que comprar vários itens e extensões.
M. Shadows – É, bem isso, e esse não é um jogo sobre ficar comprando as coisas dentro dele, é tudo sobre criar o seu personagem e desenvolvê-lo, não sobre comprar extensões, eu o consideraria oldschool como ‘Castlevania’, ‘Super Mario’ ou ‘Zelda’, e nós não temos visto muitos jogos assim, exceto talvez por Oceanhorn e alguns outros para plataformas mobile, então estamos tentando algo novo.
Scottquatch – E ele será relacionado com o Avenged Sevenfold? O universo do jogo será inspirado na banda certo?
M. Shadows – Sim, é relacionado ao Avenged Sevenfold mas nós deixamos nosso nome fora disso, nos realmente queriamos fazer um jogo respeitado por jogadores e não queriamos esfregar a nossa banda na cara deles.
Scottquatch – Entendi, e quando está previsto para o jogo ser lançado?
M. Shadows – Em 11 de Agosto.
Scottquatch – Realmente falta pouco.
M. Shadows – Estamos apenas esperando umas otimizações e a Apple avaliar essa semana e nos dar o aval.
Scottquatch – Ok, uma outra pergunta, qual seu jogo favorito de todos os tempos?
M. Shadows – Ah, ‘Zelda’ é meu jogo favorito, quer dizer, minha franquia favorita, e eu posso falar de todos esses jogos, eu cresci jogando ‘Mario Bros’ e realmente viciei em ‘Mortal Kombat’, eu gosto bastante de jogos de tiro, eu gosto muito das três edições de ‘Call of Duty’, eu amo ‘Battlefield’.
Scottquatch – Vocês apareceram em um dos ‘Call of Duty’ não?
M. Shadows – Sim, nós aparecemos nos créditos no fim de ‘Black Ops II’ e nós fazemos um show para todos os personagens do jogo.
Scottquatch – Isso é incrível
M. Shadows – Sim! Capitaram muita emoção e foi incrível.
Scottquatch – Muito obrigado por favor com a gente.
M. Shadows – Valeu cara, obrigado.

Confiram o Vídeo com a entrevista completa:

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    10/01 – Glasgow, Escócia
    12/01 – Newcastle Upon Tyne, Tyne and Wear
    13/01 – Birmingham, Inglaterra
    15/01 – Sheffield, Inglaterra
    16/01 – Manchester, Inglaterra
    18/01 – Nottingham, Inglaterra
    19/01 – Cardiff, País de Gales
    21/01 – Londres, Inglaterra
    22/01 - Londres, Inglaterra
    12/02 – Frankfurt, Alemanha
    13/02 – Hamburgo, Alemanha
    15/02 – Berlim, Alemanha
    16/02 – Düsseldorf, Alemanha
    18/02 - Amsterdam-Zuidoost, Holanda
    20/02 – Estugarda, Alemanha
    21/02 - Rudolfsheim-Fünfhaus, Áustria
    25/02 – Munique, Alemanha
    26/02 – Zurique, Alemanha
    28/02 – Lila, França
    01/03 – Luxemburgo, Luxemburgo
    02/03 – Paris, França
    04/03 – Copenhague, Dinamarca
    07/03 – Helsínquia, Finlândia
    09/03 – Estocolmo, Suécia
    10/03 – Oslo, Noruega
    07/05 – Kannapolis, Carolina do Norte

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