O processo do Avenged Sevenfold com a Warner Bros. Records irá para julgamento em dezembro.

Postado por Thammy Sartori - 06/09/2017 - Sem comentários

De acordo com o Hollywood Reporter, o processo contra o Avenged Sevenfold de sua então gravadora, Warner Bros Records pode tomar outros precedentes legais se realmente for a julgamento em dezembro. A Warner processou o Avenged Sevenfold no fim de 2015 quando a banda deixou a gravadora baseando-se no código do Estado da Califórnia chamado “lei dos setes anos”. A lei permite que as partes possam romper o contrato depois de sete anos certas condições desfavoráveis existirem. Quase todos, se não todos, casos similares foram acordados antes de ir a julgamento.

Mas há uma brexa na lei que permite que os selos possam coletar o dinheiro que seria ganhado pelos álbuns não entregues. A Warner Bros. está alegando danos baseado no fato que o Avenged Sevenfold tinha mais um álbum no contrato, enquanto a banda discute a grande rotatividade na equipe do selo deixou um relacionamento de trabalho insatisfatório. Caso perca, o Avenged Sevenfold deve arcar com um veredito que gira em torno de 5 a 10 milhões de dólares. A Warner Bros. também está autorizada a cobrar um montante de mais de 1.5 milhões de dólares.

“Nós percebemos que essa batalha é maior do que apenas nós”, disse o vocalista do Avenged Sevenfold, M. Shadows. “Nós estamos lutando para que todos os artistas musicais tenham os mesmo direitos que todo mundo tem. Não é como se quiséssemos estar ali, mas estamos prontos para a briga.”

Caso não haja acordo antes do julgamento, a Warner Bros. terá de apresentar evidencias na corte de quanto o selo poderia ter ganho com o novo álbum da banda, “The Stage”, caso ele tivesse sido lançado pela gravadora, em vez de ter sido pelo selo novo deles, a Capitol Records. Esse processo pode ser um exemplo para casos futuros.

Complicando a questão é que o ” The Stage” foi lançado de surpresa e isso enfraqueceu o grupo porque vendeu menos nas primeiras semanas do que os 3 álbuns anteriores do Avenged Sevenfold.

O advogado do Avenged Sevenfold Howard King está argumentando que não haveria multo, se houvesse, o que a Warner perderia com o novo disco. “Nós acreditamos que o juri irá concluir que não tem como provar os danos.” Ele conclui falando que o “The Stage” foi um desapontamento comercial. A Warner na verdade perderia dinheiro e teria entregado para o marketing.

“Ninguém consegue te ensinar como é estar em uma banda” – Synyster Gates

Postado por Thammy Sartori - 23/07/2017 - Sem comentários

Em entrevista para “The Star”, Synyster Gates contou sobre o convite do Metallica para participar de sua turnê, como ele realmente se sente em questão ao álbum ‘The Stage”, se ele entrou no mundo da música por conta de seu pai e como foram os anos antes do sucesso da banda.

Confira tradução:

O convite inesperado do Metallica para sair em turnê com eles, fazendo os cinco integrantes abandonarem a promoção do seu próprio cd ‘The Stage’, após a produção e o grande investimento que tiveram no palco. Aceitando o convite deles, dependendo do ponto de vista, a banda abandonou os esforços para chegar ao topo, como fizeram em 2010 com Nightmare e 2013 em Hail to the King.

Porém o guitarrista, Synyster Gates, diz que a banda não está se importando com isso.

“Bem, tem aquela consideração que você chega a um ponto quando você é headliner, mas certamente não fazemos shows em estádios ainda” diz Synyster Gates em nome dos outros integrantes da banda.

“Nós achamos que este convite foi sensacional e não queríamos deixar essa oportunidade, de tocar com nossa banda favorita, passar. São ótimos amigos que tem sido tão legais conosco durante anos. Estamos honrados que a primeira escolha deles foi o Avenged Sevenfold. Então para mim, é um pequeno sacrifício a se fazer, no qual eu não estou sentido que seja, estou me divertindo muito.”.

O Avenged Sevenfold está tendo um tempo limitado de 74 minutos no palco, já que a turnê é do Metallica, até a banda voltar com sua própria turnê.

Produzido por Jose Barresi, o álbum (The Stage) é provavelmente o que tem mais aventuras, já que as músicas combinam elementos de rock progressivo, metal e trash, nanobots em Paradigm, a teoria do Big Bang em Exist, a política americana em GodDamn e para os que não acreditam que exista vida extraterrestre, tem a música Fermi Paradox.

Alguns rotularam The Stage como um álbum conceitual, mas Gates prefere chamar de ‘temático’.
“Há muitos temas para ele e eu acho que eles se entrelaçam de alguma forma, mas menos de um tipo de conceito é melhor do que ter apenas um tema futurístico,”

É exatamente no que estávamos nos aprofundando, lemos muito sobre o espaço e ciência (Só posso falar sobre mim), coisas como ‘Entrepreneur Magazine’ e livros que focam em computação quântica, inteligência artificial, impressão 3D, longevidade humana e um pouco de tudo sobre coisas diferentes. À medida que você vai ficando velho e começa a beber mais café do que necessário, você começa a falar um pouco mais sobre assuntos de gente grande.

Então esses tópicos dominavam nossas conversas diárias enquanto estávamos reunindo material para o álbum.

Eu meio que equiparo The Stage ao álbum Pinkerton do Weezer, já que sou um grande fã da banda e o álbum é totalmente louco e neurótico. Só que ele mostra exatamente como a banda é, a mesma coisa acontece com o The Stage, isso é quem somos. Não consigo nos imaginar fazendo algo mais legal ou melhor do que fizemos no The Stage, e eu sinto que demos tudo de nós.”

O álbum também conta com a presença de Neil deGrasse Tyson, um astrofísico e apresentador de TV, que entrega um monólogo que te faz pensar e é super esperançoso na última faixa do álbum, Exist.

Gates diz não ter certeza se o Tyson chegou ouvir a música do Avenged Sevenfold.

“Eu duvido que ele seja fã da banda, mas nunca se sabe. Ele é um cara muito legal e gosta muito de ensinar as pessoas – o que é ótimo – é muito altruísta, quase um filantropo.

Acho que nós estávamos levando nosso trabalho tão a sério, feito nossa lição de casa e estávamos apaixonados na ideia de apelar para ele. Não acho que ele se prejudicou por conta do gênero da música, ele só queria que aquilo ficasse autêntico. – Eu espero e acredito que ele tenha sentido que era – ficamos muito honrados em tê-lo e pelo fato que ele levaria esses roqueiros bêbados ter uma obra prima para fechar o álbum, é o mais longe pensei em chegar.”

Uma nota: O pai do Gates é guitarrista, comediante e autor, já trabalhou com ‘Sam Sham And The Pharaohs’, ‘Norman Whitfield’ e o ventríloquo ‘Jeff Dunham’ e também fez participações nos últimos seis álbuns da banda.
Gates já recebeu alguma dica de negócios de seu pai durante sua carreira na banda?

“Eu não colocaria assim, eu sempre soube que queria ser musicista por causa dele. Não tinha duvida alguma que eu faria o que o meu pai fez, mas isso não era algo tipo ‘negócio da família’.

Eu não acho que alguém consiga te ensinar como é estar em uma banda. Os primeiros anos da banda é algo único, você não consegue acreditar que passou anos em uma van ou na merda de um carro, comendo – se com sorte – um dollar por dia e dividindo um “Taco Bell Burritos’ em três refeições, – café da manhã, almoço e janta – Isso tudo em um dia bom. Você fica rapidamente sem dinheiro, mas éramos jovens e roubamos muita cerveja e bebidas quentes, mas finalmente chegamos lá!”

Os 10 álbuns de Metal favoritos do M. Shadows – Parte I

Postado por Thammy Sartori - 14/07/2017 - 1 comentário

Em uma entrevista para a Rolling Stone, M. Shadows citou seus 10 álbuns de Metal favoritos e contou o significado por trás de cada um.
Confira a primeira parte:

“Quando eu fiz essa lista eu tentei buscar álbuns que realmente me impactaram em termos de estilo, tipo: ‘Uau, você consegue fazer isso com o Heavy Metal’. Então, pensei nos momentos que marcaram minha vida quando eu ouvi algo diferente, que provocou algo em mim.” M. Shadows

 
At the Gates, ‘Slaughter of the Soul’ (1995)
Eu ia todos os dias após o colégio na Bionic Records, e lá tinha um cara chamado Mike, ele só tocava Death Metal, Thrash Metal, Black Metal na loja enquanto trabalhava. Ele me apresentou In Flames e Dark Tranquillity.
Um dia ele me apresentou At The Gates. Eu entrei e perguntei ‘O que é isso?’ porquê era bem punk rock. Eu estava amando a velocidade e ferocidade daquilo. Eu estava tipo: ‘Bom, nem todas as músicas podem ser assim, isso é inacreditável’. E ele: ‘Pegue o álbum Slaughter of the Soul, você vai me agradecer depois.’
Eu estava ouvindo em meu carro e o álbum era como se alguém tivesse esmagando seu rosto com tijoladas. Os riffs eram bons, as letras eram boas, o álbum soava muito bom. Até tinha uns momentos suaves, mas quando isso acontecia do nada voltava a pancadaria. Então, pra mim esse álbum mudou tudo, porquê eu entendi que tinha bandas que tocavam coisas mais pesadas, fortes e melhor que qualquer outra. Também fazendo ótimas letras, que eram de certa forma bastante melódicas.
Depois eu ouvi muitas bandas de black metal e pra mim os riffs não eram tão bons quanto o At The Gates. O álbum ficou no meu carro durante um ano inteiro e eu mostrava para todo mundo. Eu acho que usamos bastante dele no Avenged. Foi um grande álbum pra mim.
Nós tocamos com eles na Bélgica quando eles se reuniram. Eu imaginava que eles usavam um look totalmente louco, mas foi engraçado porque eles são totalmente normais. Eu fiquei: ‘Uau, isso é louco, vocês são totalmente iguais a mim, cara’.

 

Dream Theater, ‘Metropolis Pt. 2: Scenes from a Memory’ (1999)
Esse foi o primeiro álbum do Dream Theater que eu dei uma chance. Eu me lembro de estar na Warped Tour em 2004, talvez, e o The Rev estava ouvindo isso na van. Nós tínhamos um novo cd player e ele estava ouvindo enquanto dirigia. Eu lembro que eu peguei o cd e coloquei no walkman, sentei no fundo da van para ouvir e absorver o álbum.
Eu amei a história dele, eu amei tudo sobre o Dream Theater naquele álbum. Depois de ouvir, eu estava pronto para voltar e ouvir a discografia completa. Aquele álbum mudou tudo porque foi a primeira vez que eu ouvi a história de um álbum e eu não tinha ouvido ‘Operation: Mindcrime’ ainda.
Esse foi o primeiro álbum que eu me aprofundei e mudou minha forma de pensar nas coisas. As coisas se encaixam tão perfeitamente neste álbum e as melodias são brilhantes. Foi a primeira vez que ouvi John Petrucci tocar guitarra, além de ser um dos guitarristas mais respeitados, é subestimado, porque eu sinto que ele não é apenas brilhante na técnica, mas também ele coloca emoção na guitarra toda vez que toca.
Este álbum me mostrou que você pode contar uma história tocando Heavy Metal, pode colocar muita coisa em um cd e nem sempre precisa ser músicas simples, pode fazer dele uma aventura. Isso realmente abriu meus olhos.

 

Helloween, ‘Keeper of the Seven Keys: Part II’ (1988)

Eu ouvi a música “I Want Out” em uma loja de tatuagem em San Jose. Fui à algumas lojas de cds, comprei álbuns do Maiden e de alguns power metal Europeus. Então ouvi essa música e fiquei “Sem chance que possa existir uma música tão nítida, limpa e ótima como está”. Então comprei ‘Keeper of the Seven Keys Part I and II’, que vieram juntos, e as músicas eram tão bem trabalhadas que poderiam ser músicas pop.
Temos o Michael Kiske que provavelmente é um dos meus vocalistas favoritos de todos os tempos, ele é impressionante. – sua voz chega ao topo sem esforço algum, é inacreditável, não parece que ele está tentando. Ele é o tipo de vocalista que é tão subestimado, porquê as pessoas nunca falam dele. Digo, você nunca encontraria o CD deles em uma Best Buy, teria que encomendar e agora finalmente já tem no iTunes. As letras são brilhantes, seria algo que o Iron Maiden faria se tivessem fazendo algo mais pop.
Esse álbum me mostrou o que é possível fazer dentro do metal melódico. Você nem sempre precisa ser audacioso e vulnerável igual ao Korn ou insano como o System. Em algumas partes parece punk rock, mas também é suave e tem ótimas letras.
Você pode perceber que este álbum influenciou o “Beast and the Harlot”. Tem algumas músicas que foi tipo: “Ok, aqui temos uma parte ótima no piano, faça uma grande progressão em cima disso”.
É um daqueles álbuns que, para mim, lembra parte da minha infância, mas quando você mostra para os outros eles ficam “Que porra é essa? Quem é esse cara cantando?” E eu sempre achei isso engraçado.

 

Iron Maiden, ‘The Number of the Beast’ (1982)

O primeiro álbum do Maiden que eu comprei foi o “Piece of Mind”, e eu só comprei porque a arte do álbum era legal e todos falavam sobre Iron Maiden, eles não eram necessariamente uma banda importante para uma criança de 12 anos na America, que foi quando eu os descobri. Então, eu ouvi o Piece of Mind e foi difícil acompanhar as músicas, com tantos solos diferentes acontecendo.
Comecei a comprar mais álbuns deles, mas “Number of the Beast” foi o que me tornou fã deles.
Eu amei as letras, era conciso, tinha tantos elementos bons e duelos de guitarras. Eu já tinha ouvido In Flames e coisas do tipo, mas eu não sabia da onde eles tinham tirado toda a influência.
Aquele álbum mudou tudo pra mim, lembro de mostrar ao Brian e Zacky e eles disseram: “Cara, esse duelo de guitarras é muito louco, olha o que eles estão fazendo! In Flames faz isso também, mas aqui é totalmente diferente, o jeito que eles colocaram isso é diferente e é muito bom”. Eu me lembro que este álbum nos mudou, que era ok ter vários solos em uma música e de repente mudar a melodia.
Logo, esse álbum foi uma grande influência para o Avenged Sevenfold, com certeza.

 

Korn, ‘Korn’ (1994)
Naquela época eu estava ouvindo mais músicas pesadas, eu conheci o Pantera por causa do The Rev. Um dia eu estava dirigindo e tocou “Blind” no rádio e eu lembrei do Phil Anselmo, porque parecia ele cantando, mas nessa música ele estava ‘rosnando’. Parecia mais escuro e assustador, então eu tive a sensação de nunca ter ouvido música antes.
Depois eu descobri que aquilo era Korn, perguntei à todos se conheciam, mas ninguém sabia o que era. No outro dia eu fui a loja de cds e comprei um álbum deles, o que foi um momento inesquecível, pois quando eu ouvi o álbum eu tive certeza que nunca ouvi nada parecido antes. As pessoas chamavam aquilo de ‘nu-metal’ ou algo do tipo, mas parecia outra coisa para mim, parecia ‘funky’ e ‘tortura’. Tinha todos esses elementos que eu nunca tinha ouvido antes, então esse álbum me marcou muito.
Jonathan Davis tinha uma vulnerabilidade que o Phil não tinha. Phil era tipo “alfa”, era bem direto na maioria das vezes e então tinha o Jonathan que na maioria das vezes estava cantando e berrando ao mesmo tempo.

Avenged Sevenfold chama fãs para novo vídeo clipe!

Postado por Thammy Sartori - 04/02/2017 - Sem comentários

O Avenged Sevenfold está à procura de fãs para participar de seu novo clipe.
O que eles pedem é que sejam pessoas que não tenham problemas em trazer muita energia.
As filmagens serão em Los Angeles  no dia 8 de fevereiro e não há data prevista para lançamento ainda.

 

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Of Mice & Men: Este álbum é o nosso “City Of Evil”.

Postado por Thammy Sartori - 13/02/2014 - 2 comentários

A Metal Hammer conversou com o vocalista da banda Of Mice & Men, Austin Carlile sobre o novo álbum “Restoring Force”,

onde ele diz que a banda está seguindo os passos do Avenged Sevenfold.

 

“Quando você forma uma banda, você tem que pensar que vai passar dois anos na estrada e que as coisas que forem feitas irá impactar você posteriormente. Este álbum é o nosso “City of Evil”, mas o próximo é o que nos dará impulso para chegarmos onde queremos.”

“O Avenged Sevenfold viu uma oportunidade e se jogou nela, enquanto continuava fazendo ótimos álbuns. Olha onde isso os levou. É isto que eu nos vejo fazendo.”

Avenged Sevenfold anuncia participação no Carolina Rebellion.

Postado por Thammy Sartori - 28/01/2014 - Sem comentários

O Avenged Sevenfold anunciou seu retorno ao festival Carolina Rebellion, após três anos, em sua página oficial no Facebook.

 “Foram três longos anos, mas estamos emocionados para tocar novamento no Carolina Rebellion este ano. Deixem sua timidez porta pra fora e veremos vocês lá!”

O festival acontecerá entre os dias 3 e 4 de Maio, no Charlotte Motor Speedway, Carolina do Norte, e contará com bandas como Motorhead, A Day to Remember, Black Label Society e Seether.

 

 

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Turnê


    10/01 – Glasgow, Escócia
    12/01 – Newcastle Upon Tyne, Tyne and Wear
    13/01 – Birmingham, Inglaterra
    15/01 – Sheffield, Inglaterra
    16/01 – Manchester, Inglaterra
    18/01 – Nottingham, Inglaterra
    19/01 – Cardiff, País de Gales
    21/01 – Londres, Inglaterra
    22/01 - Londres, Inglaterra
    12/02 – Frankfurt, Alemanha
    13/02 – Hamburgo, Alemanha
    15/02 – Berlim, Alemanha
    16/02 – Düsseldorf, Alemanha
    18/02 - Amsterdam-Zuidoost, Holanda
    20/02 – Estugarda, Alemanha
    21/02 - Rudolfsheim-Fünfhaus, Áustria
    25/02 – Munique, Alemanha
    26/02 – Zurique, Alemanha
    28/02 – Lila, França
    01/03 – Luxemburgo, Luxemburgo
    02/03 – Paris, França
    04/03 – Copenhague, Dinamarca
    07/03 – Helsínquia, Finlândia
    09/03 – Estocolmo, Suécia
    10/03 – Oslo, Noruega
    07/05 – Kannapolis, Carolina do Norte

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