Avenged Sevenfold indicado à três categorias no ‘2017 Loudwire Music Awards’

Postado por Thammy Sartori - 16/08/2017 - Sem comentários

O Avenged Sevenfold foi indicado ao Loudwire Music Awards 2017. A banda concorre em três categorias este ano, sendo elas ‘Metal Artist of the Year’ (Artista do Ano no Metal), ‘Metal Album of the Year’ (Álbum do Ano no Metal) e ‘Best Guitarists’ (Melhores Guitarristas com Synyster Gates e Zacky Vengeance).

A votação já começou e você pode votar uma vez por hora nas categorias até o dia 2 de Outubro!
Os ganhadores serão anunciados na primeira premiação ao vivo ‘Loudwire Music Awards’ no dia 24 de Outubro em Los Angeles.

“Fazia tempo que não tínhamos que conquistar uma plateia que normalmente é hostil.” M. Shadows

Postado por Thammy Sartori - 25/07/2017 - Sem comentários

Em entrevista para a revista Metal Hammer, M. Shadows e Synyster Gates contam sobre o relacionamento entre os integrantes da banda, o que pensam enquanto estão compondo, o lançamento surpresa do álbum ‘The Stage’ e sobre as músicas do ‘The Stage Experience’.

Confira tradução completa:

“Meu café da manhã favorito é definitivamente o inglês,” diz M Shadows a caminho de um hotel luxuoso em Manhattan. “Vamos fazer essa entrevista comendo esse café da manhã!”
O tom do vocalista do A7X está jovial e relaxado hoje, como se ele não tive com o que se preocupar. É surpreendente, considerando que sua banda teve de cancelar um show com o Metallica na Filadélfia, que era o segundo show da turnê World Wired. Após a primeira apresentação das bandas, em Baltimore, Synsyter Gates teve de voltar para casa pois sua esposa, Michelle, entrou em trabalho de parto pré-maturo.
“Baltimore foi um show incrível! E pensamos ‘nossa, isso vai ser foda’. E aí: não. Isso foi um belo soco no estômago porque tinha 52.000 pessoas com ingressos. E muitas dessas pessoas compraram os ingressos com o pacote completo, e então elas ficam chateadas e você não pode fazer nada por elas, pois no ingresso não tem o seu nome.
Isso até poderia ter causado uma super discórdia entre a banda, mas foi o contrário. Não só o A7X é uma banda de amigos muito próximos, como Synyster Gates e M.Shadows são cunhados. “Ainda bem que tenho meus melhores amigos nessa banda,” diz Gates no dia seguinte no camarim do show em Nova Jersey. Eles não me fizeram sentir nenhum pouco culpado por dizer ‘preciso cancelar o show com o Metallica, caras.’ Eles me olharam e disseram, “Vai logo, porra! Vá se tornar pai!”. Créditos ao Metallica também, eles me apoiaram muito. James veio aqui há um segundo para me parabenizar – os caras exalam classe e nós aprendemos demais com eles. Somos muito sortudos de passarmos esse tempo juntos.” No cantinho do camarim, Shadows está fazendo aquecimento vocal.
Não é nenhuma surpresa que há tanta solidariedade entorno do Avenged Sevenfold. Após o falecimento de Jimmy “The Rev ” Sullivan, eles estão ligados a um laço emocional muito forte, o que os fizeram seguir seus caminhos nos seus próprios termos. Um grande exemplo é o sétimo álbum da banda, “The Stage” que elevou o estilo da banda a um metal mais progressivo e orquestral.
“Uma coisa que amo nessa banda é que não temos medo. A última coisa que passa pela nossa cabeça é escrever algo que o público irá gostar. A gente apenas escreve o que nós queremos.”
Essa atitude se estende em todos os aspectos relacionados a banda. O lançamento de “The Stage” teve um ato ousado quando o vocalista do Fozzy, Chris Jericho, fingiu que deixou escapar informação sobre o então álbum “Voltaic Oceans”, com lançamento para dezembro. Assim, quando a banda realmente lançou seu álbum mais cedo do que a data “vazada” por Chris, todos foram pegos desprevenidos. Eles foram a primeira banda de metal a fazer um lançamento surpresa, com uma apresentação ao vivo no topo da gravadora. Como resultado, o álbum vendeu 76.000 cópias na primeira semana. Parece bastante. mas para o A7X , esse foi seu menor número numa década e eles não se importam com isso.
“Eu realmente não ligo pra isso. Na verdade, se você começar a ligar pra isso, tudo desmorona. Sabíamos que se não lançássemos de surpresa, teríamos um número diferente. Às vezes no fundo do seu cérebro você pensa “Foda-se”. Nós subestimamos tudo que empurra música as pessoas, todos foram pegos desprevenidos. As rádios não queriam pegar o “The Stage” porque diziam que não era novidade mais, as revistas não queriam fazer resenha do álbum, pois eles já tinha sido lançado. Essas são coisas que nunca pensamos antes, a gente só queria que fosse divertido. “Todos perguntando se mudaríamos alguma coisa” diz Gates no dia seguinte, “e a resposta é ‘Não, mas talvez’.” Pra gente, a recepção do álbum foi incrível. Lançar uma música de 9 minutos foi a coisa mais inteligente a fazer? Talvez não, mas temos a consciência de que, pra gente, era o certo a ser feito e ainda há mais sete músicas para serem lançada que foram gravadas na mesma época que “The Stage” estava sendo gravado. Elas estarão disponível aos poucos para os fãs. Shadows não quer dar muita informação sobre elas, preferindo manter os elementos sob sigilo, mas ele demonstra estar empolgado por entregar mais agrados inesperados. “Fizemos seis covers e uma música que simplesmente não se encaixava no álbum. Até o final do ano, haverá 18 faixas que chamamos de The Stage Experience”, conta Matt.
Ao fazer as coisas dessa forma, a banda pretende promover o álbum até 2019. “Nós tocamos nosso primeiro show nos Estados Unidos há três semanas. O álbum lançou não faz um ano. É tudo muito complicado” diz Shadows.
Mesmo sendo complicado ou quais sejam os números finais, o A7X está apoiando o Metallica. Então, estão fazendo algo certo. Eles não podem usar o mesmo palco que criaram para a turnê na Europa e Reino Unido, mas isso não os incomoda. O show começa e está dia ainda e tudo que eles têm é um efeito pirotécnico atrás deles. Eles sequer tem seus nomes no banner. Acontece que eles não precisam. Do momento que eles sobem ao palco, eles ficam muito confortáveis, não importa se é uma grande arena ou se os gigantes do metal vão tocar depois deles. “É um ato de humildade” diz Gates. É uma energia diferente tocar para todos aqueles fãs que não são seus, mas é inspirador pois você se dá conta que não se pode acomodar e que há muita estrada pela frente. Você tem que curtir todo o processo e colocar 110% do seu coração em tudo que faz.”
Shadows diz que tem que se confiar na música. “Fazia tempo que não tínhamos que ir até lá, tocar durante o dia e conquistar uma plateia que normalmente é hostil. É algo legal de fazer, algo que nos trouxeram aqui, que é trabalhar duro. Transformar descrentes em crentes. Mostrar a eles que podemos tocar e que pertencemos àquele lugar. A gente acredita demais que pertencemos àquele lugar.”
Isso é muito claro durante o set, principalmente durante a canção Nightmare, que a platéia canta em coro. A banda recebe o triunfo e todos aproveitam muito, menos Gates. “Depois do show, voo direto pra casa. Não pretendo ficam muito bêbado como provavelmente ficaria após um show do Metallica, talvez eu beba apenas um vinho branco no caminho…ou dois. Talvez três.”
Ele esboça um sorriso feliz. E porque não estaria feliz? Ele agora é pai, sua banda está tocando com o Metallica e seus planos de dominar o mundo estão se concretizando. Um café da manhã após o outro.

Tradução: Paula Quissack

Os 10 álbuns de Metal favoritos do M. Shadows – Parte II

Postado por Thammy Sartori - 17/07/2017 - Sem comentários

Em entrevista para a Rolling StoneM. Shadows citou seus 10 álbuns de Metal favoritos e contou o significado por trás de cada um deles.
Confira a segunda parte da tradução: (Para ler a primeira parte, basta clicar aqui)

 

Megadeth, ‘Countdown to Extinction’ (1992)
Eu lembro de ouvir KNAC e eles tocaram “Sweating Bullets” e foi tipo: “O que é isso? Esse cara está narrando essa coisa enquanto toca essa música assustadora”, então no outro dia eu comprei o ábum “Countdown to Extinction”.
Enquanto eu ouvia o álbum teve a frase “Fucking Hostile” (Hostil para caralho) e o meu pai ouviu e falou “Você não está ouvindo isso, né? O cara disso ‘Hostil para caralho’.” E eu “Não, não está. É Megadeth, você precisa ouvir!”. E ele ficou “Tá, ok”. No outro dia meu pai voltou “Este álbum é inacreditável!” e começou a comprar os cds do Megadeth.
Era acessível e muito bom, a voz do Dave Mustaine era sinistra, mas no álbum soava tão limpa, perfeita, era ótima.
Conforme fui ficando mais velho, comecei a perceber o quão inacreditável Marty Friedman era naquele álbum. E de novo, voltamos as letras, eu ficava “Isto se conecta comigo, eu entendo isso, eu entendo essas coisas sobre heavy metal”. Toda aquela era me trouxe até aqui, com tantas músicas e álbuns bons.

 

Metallica, ‘Master of Puppets’ (1986)
O “Black Album” foi minha introdução ao Metallica. Eu tinha 12 ou 13 anos naquela época e estava conhecendo música ainda. Eu amei aquele álbum, mas não mudou minha vida necessariamente. Quando eu comecei ouvir todos os álbuns do Metallica, o ‘Master of Puppets’ foi o que me chamou atenção com aquelas letras. Eu nunca tinha ouvido elementos trashs daquele jeito. Eu ouvia muito Slayer naquela época e nunca  um álbum tinha me pegado de jeito como o ‘Master of Puppets’, mesmo eles sendo muito bons. O álbum tinha letras e aqueles elementos trashs que eu nunca tinha ouvido antes. Se eu fosse tocar qualquer coisa para alguém que me perguntasse “O que é Metal?” eu com certeza tocaria o ‘Master of Puppets’.
As progressões e as conexões são brilhantes. Quantas vezes as pessoas tentam fazer aquelas conexões onde tudo vem abaixo, daí vão para caminhos diferentes e ainda tentam voltar. Só que ninguém consegue fazer tão bem quanto a própria música. O álbum tem muita diversidade, o que mantém o interesse nele também. É inacreditável do começo ao fim, é brilhantes, somente.

 

Pantera, ‘Far Beyond Driven’ (1994)
The Rev me apresentou este álbum, já que ele era muito fã de Pantera. Na época que eu ouvi ‘Far Beyond Driven’ eu estava ouvindo muito punk rock, como Bad Religion e NOFX. Quando ouvi a rapidez de ‘Strength Beyond Strength’ e os grooves de ‘Becoming’ e ‘Five Minutes Alone’, o Dime tocando, a voz do Phil e o jeito que ele cantava, que não eram só gritos, ouvi as melodias no meio daquela agressão toda. Eu nunca me arrependi.
Eu sempre gostei mais desse álbum do que dos anteriores, mesmo tendo músicas ótimas como ‘Cowboys’ e ‘Vulgar’. Para mim, Far Beyond Driven tem uma energia imensa e agressão pura e eu sempre amei isso. Sempre achei ele muito foda e tem sido meu álbum favorito do Pantera.
A primeira metade do álbum tem grandes batidas e a segunda metade tem coisas bem interessantes. Minha favorita é ‘Slaughtered’, não tem melodia nesta música, é agressão pura. E a música ‘[Hard Lines,] Sunken Cheeks’ que tem, para mim, o melhor solo que o Dimebag já fez na vida.

 

Queensryche, ‘Operation: Mindcrime’ (1988)
Meu pai me apresentou à este álbum. Um dia estavamos falando de músicas que ele cresceu ouvindo e ‘Operation: Mindcrime’ era um que ele sempre citava. Ele sempre dizia que era ‘o melhor álbum conceitual de todos os tempos’ e um dia eu parei pra ouvir e amei. Eu fiquei “Eles só tem hits, só música boa”.
O álbum tem uma história incrível e foi a primeira vez que eu ouvi o Geoff Tate cantar. Eu achei a voz dele incrível. Era suave, mas com muitas texturas. Fiquei obcecado pelo álbum.
Eu colocaria este álbum e o Scenes From a Memory do Dream Theater no topo da lista. É o tipo de álbum que você pode mostrar para qualquer pessoa, até as que não gostam de metal, que eles vão gostar. São bons e incríveis neste nível.

 

System of a Down, ‘Toxicity’ (2001)
Eu ia bastante à São Francisco para fazer tatuagens e a primeira vez que eu ouvi SOAD foi em uma loja do tatuagem, mas não me impactou. Porém, teve esse dia que o Brian me ligou e disse “Cara, eu acabei de ouvir essa música chamada ‘Chop Suey’ do System of a Down, é inacreditável!”. Quando ele levou o álbum até minha casa eu fiquei perplexo como algo poderia ser tão melódio, esquizofrênico e intenso, tudo junto. Eu pensei “Bom, não tem chance de ter alguma música melhor do que está neste cd”. Então ouvi ‘Prison Song’ e todas as outras e fiquei louco, eu nunca tinha ouvido algo tão esquizofrênico na vida.
Anos depois eu descobri que eles eram muito fãs de Mr. Bungle, que os influenciou muito, então eles adicionaram algo pesado naquilo. Eles tornaram as músicas mais atraente para o público. E eles tem essa vibe de oriente médio também, que eu nunca tinha ouvido antes. Então, nos marcou muito, pois até hoje só ouvimos eles fazendo esse tipo de coisa no Metal e é insano.

MÍDIA: Cincinnati, Ohio – 10/07/2017

Postado por Thammy Sartori - 16/07/2017 - Sem comentários

No dia 10/07 o Avenged Sevenfold tocou em Cincinnati, Ohio.
Confira fotos:

– Avenged Sevenfold
– Out Of The Blue Magazine
– Cincy Music
– WEBN

Os 10 álbuns de Metal favoritos do M. Shadows – Parte I

Postado por Thammy Sartori - 14/07/2017 - 1 comentário

Em uma entrevista para a Rolling Stone, M. Shadows citou seus 10 álbuns de Metal favoritos e contou o significado por trás de cada um.
Confira a primeira parte:

“Quando eu fiz essa lista eu tentei buscar álbuns que realmente me impactaram em termos de estilo, tipo: ‘Uau, você consegue fazer isso com o Heavy Metal’. Então, pensei nos momentos que marcaram minha vida quando eu ouvi algo diferente, que provocou algo em mim.” M. Shadows

 
At the Gates, ‘Slaughter of the Soul’ (1995)
Eu ia todos os dias após o colégio na Bionic Records, e lá tinha um cara chamado Mike, ele só tocava Death Metal, Thrash Metal, Black Metal na loja enquanto trabalhava. Ele me apresentou In Flames e Dark Tranquillity.
Um dia ele me apresentou At The Gates. Eu entrei e perguntei ‘O que é isso?’ porquê era bem punk rock. Eu estava amando a velocidade e ferocidade daquilo. Eu estava tipo: ‘Bom, nem todas as músicas podem ser assim, isso é inacreditável’. E ele: ‘Pegue o álbum Slaughter of the Soul, você vai me agradecer depois.’
Eu estava ouvindo em meu carro e o álbum era como se alguém tivesse esmagando seu rosto com tijoladas. Os riffs eram bons, as letras eram boas, o álbum soava muito bom. Até tinha uns momentos suaves, mas quando isso acontecia do nada voltava a pancadaria. Então, pra mim esse álbum mudou tudo, porquê eu entendi que tinha bandas que tocavam coisas mais pesadas, fortes e melhor que qualquer outra. Também fazendo ótimas letras, que eram de certa forma bastante melódicas.
Depois eu ouvi muitas bandas de black metal e pra mim os riffs não eram tão bons quanto o At The Gates. O álbum ficou no meu carro durante um ano inteiro e eu mostrava para todo mundo. Eu acho que usamos bastante dele no Avenged. Foi um grande álbum pra mim.
Nós tocamos com eles na Bélgica quando eles se reuniram. Eu imaginava que eles usavam um look totalmente louco, mas foi engraçado porque eles são totalmente normais. Eu fiquei: ‘Uau, isso é louco, vocês são totalmente iguais a mim, cara’.

 

Dream Theater, ‘Metropolis Pt. 2: Scenes from a Memory’ (1999)
Esse foi o primeiro álbum do Dream Theater que eu dei uma chance. Eu me lembro de estar na Warped Tour em 2004, talvez, e o The Rev estava ouvindo isso na van. Nós tínhamos um novo cd player e ele estava ouvindo enquanto dirigia. Eu lembro que eu peguei o cd e coloquei no walkman, sentei no fundo da van para ouvir e absorver o álbum.
Eu amei a história dele, eu amei tudo sobre o Dream Theater naquele álbum. Depois de ouvir, eu estava pronto para voltar e ouvir a discografia completa. Aquele álbum mudou tudo porque foi a primeira vez que eu ouvi a história de um álbum e eu não tinha ouvido ‘Operation: Mindcrime’ ainda.
Esse foi o primeiro álbum que eu me aprofundei e mudou minha forma de pensar nas coisas. As coisas se encaixam tão perfeitamente neste álbum e as melodias são brilhantes. Foi a primeira vez que ouvi John Petrucci tocar guitarra, além de ser um dos guitarristas mais respeitados, é subestimado, porque eu sinto que ele não é apenas brilhante na técnica, mas também ele coloca emoção na guitarra toda vez que toca.
Este álbum me mostrou que você pode contar uma história tocando Heavy Metal, pode colocar muita coisa em um cd e nem sempre precisa ser músicas simples, pode fazer dele uma aventura. Isso realmente abriu meus olhos.

 

Helloween, ‘Keeper of the Seven Keys: Part II’ (1988)

Eu ouvi a música “I Want Out” em uma loja de tatuagem em San Jose. Fui à algumas lojas de cds, comprei álbuns do Maiden e de alguns power metal Europeus. Então ouvi essa música e fiquei “Sem chance que possa existir uma música tão nítida, limpa e ótima como está”. Então comprei ‘Keeper of the Seven Keys Part I and II’, que vieram juntos, e as músicas eram tão bem trabalhadas que poderiam ser músicas pop.
Temos o Michael Kiske que provavelmente é um dos meus vocalistas favoritos de todos os tempos, ele é impressionante. – sua voz chega ao topo sem esforço algum, é inacreditável, não parece que ele está tentando. Ele é o tipo de vocalista que é tão subestimado, porquê as pessoas nunca falam dele. Digo, você nunca encontraria o CD deles em uma Best Buy, teria que encomendar e agora finalmente já tem no iTunes. As letras são brilhantes, seria algo que o Iron Maiden faria se tivessem fazendo algo mais pop.
Esse álbum me mostrou o que é possível fazer dentro do metal melódico. Você nem sempre precisa ser audacioso e vulnerável igual ao Korn ou insano como o System. Em algumas partes parece punk rock, mas também é suave e tem ótimas letras.
Você pode perceber que este álbum influenciou o “Beast and the Harlot”. Tem algumas músicas que foi tipo: “Ok, aqui temos uma parte ótima no piano, faça uma grande progressão em cima disso”.
É um daqueles álbuns que, para mim, lembra parte da minha infância, mas quando você mostra para os outros eles ficam “Que porra é essa? Quem é esse cara cantando?” E eu sempre achei isso engraçado.

 

Iron Maiden, ‘The Number of the Beast’ (1982)

O primeiro álbum do Maiden que eu comprei foi o “Piece of Mind”, e eu só comprei porque a arte do álbum era legal e todos falavam sobre Iron Maiden, eles não eram necessariamente uma banda importante para uma criança de 12 anos na America, que foi quando eu os descobri. Então, eu ouvi o Piece of Mind e foi difícil acompanhar as músicas, com tantos solos diferentes acontecendo.
Comecei a comprar mais álbuns deles, mas “Number of the Beast” foi o que me tornou fã deles.
Eu amei as letras, era conciso, tinha tantos elementos bons e duelos de guitarras. Eu já tinha ouvido In Flames e coisas do tipo, mas eu não sabia da onde eles tinham tirado toda a influência.
Aquele álbum mudou tudo pra mim, lembro de mostrar ao Brian e Zacky e eles disseram: “Cara, esse duelo de guitarras é muito louco, olha o que eles estão fazendo! In Flames faz isso também, mas aqui é totalmente diferente, o jeito que eles colocaram isso é diferente e é muito bom”. Eu me lembro que este álbum nos mudou, que era ok ter vários solos em uma música e de repente mudar a melodia.
Logo, esse álbum foi uma grande influência para o Avenged Sevenfold, com certeza.

 

Korn, ‘Korn’ (1994)
Naquela época eu estava ouvindo mais músicas pesadas, eu conheci o Pantera por causa do The Rev. Um dia eu estava dirigindo e tocou “Blind” no rádio e eu lembrei do Phil Anselmo, porque parecia ele cantando, mas nessa música ele estava ‘rosnando’. Parecia mais escuro e assustador, então eu tive a sensação de nunca ter ouvido música antes.
Depois eu descobri que aquilo era Korn, perguntei à todos se conheciam, mas ninguém sabia o que era. No outro dia eu fui a loja de cds e comprei um álbum deles, o que foi um momento inesquecível, pois quando eu ouvi o álbum eu tive certeza que nunca ouvi nada parecido antes. As pessoas chamavam aquilo de ‘nu-metal’ ou algo do tipo, mas parecia outra coisa para mim, parecia ‘funky’ e ‘tortura’. Tinha todos esses elementos que eu nunca tinha ouvido antes, então esse álbum me marcou muito.
Jonathan Davis tinha uma vulnerabilidade que o Phil não tinha. Phil era tipo “alfa”, era bem direto na maioria das vezes e então tinha o Jonathan que na maioria das vezes estava cantando e berrando ao mesmo tempo.

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    10/01 – Glasgow, Escócia
    12/01 – Newcastle Upon Tyne, Tyne and Wear
    13/01 – Birmingham, Inglaterra
    15/01 – Sheffield, Inglaterra
    16/01 – Manchester, Inglaterra
    18/01 – Nottingham, Inglaterra
    19/01 – Cardiff, País de Gales
    21/01 – Londres, Inglaterra
    22/01 - Londres, Inglaterra
    12/02 – Frankfurt, Alemanha
    13/02 – Hamburgo, Alemanha
    15/02 – Berlim, Alemanha
    16/02 – Düsseldorf, Alemanha
    18/02 - Amsterdam-Zuidoost, Holanda
    20/02 – Estugarda, Alemanha
    21/02 - Rudolfsheim-Fünfhaus, Áustria
    25/02 – Munique, Alemanha
    26/02 – Zurique, Alemanha
    28/02 – Lila, França
    01/03 – Luxemburgo, Luxemburgo
    02/03 – Paris, França
    04/03 – Copenhague, Dinamarca
    07/03 – Helsínquia, Finlândia
    09/03 – Estocolmo, Suécia
    10/03 – Oslo, Noruega
    07/05 – Kannapolis, Carolina do Norte

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