Johnny Christ: “Haters vão odiar, mas há muito mais para se apreciar no Hail to The King”

Postado por Lucas - 08/01/2014 - Sem comentários

Em entrevista ao site Bass Player, Johnny Christ fala sobre suas influências musicais, suas técnicas como baixista e muito mais. Confira a tradução abaixo:

“Então, quem são suas influências?” É uma pergunta tão banal que lemos em revistas de música e que soa fútil não importa o quão ela seja habilmente disfarçada. Felizmente, não é preciso sequer pedir para o Johnny Christ do Avenged Sevenfold. Um rápido giro pelas dez faixas de Hail to The King, sexto álbum de sua banda, deixa pouco à imaginação. O álbum soa como um passeio por ondas de rádio de hard rock de 91”, com reverberações de Duff McKagan e Rex Brown e o chacoalhar de chassi e reflexões de Cliff Burton que piscam como labaredas no retrovisor.

A banda, que assumiu usar suas influências em suas mangas tatuadas após o vocalista  do Machine Head, Robb Flynn ter ido tão longe a ponto de felicitar satiricamente a banda em seu bem-sucedido “álbum de covers”. Haters vão odiar, mas há muito mais para se apreciar no Hail to The King, que marca uma nova etapa para uma banda que teve o seu início no cenário metalcore  do sul da Califórnia e cresceu a ponto de ser um dos maiores atos de hard rock do planeta. Por sua parte, Christ desfila suas influências em voz alta e com orgulho, e com o mesmo orgulho que ele formatou seu próprio tom, como ele faz meticulosamente criando linhas de baixo “certas” nos moldes de seus heróis.

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Novo álbum com inspirações em compositores do século 18!

Postado por Lucas - 15/07/2013 - 1 comentário

Com o lançamento do álbum “Hail to the King” em breve, o mundo está para ficar doido mais uma vez com o Avenged Sevenfold. Em uma entrevista recente com o site Music Feeds, o baixista Johnny Christ revelou que a banda estava de olho em lugares diferentes para inspiração.

Falando em quais suas influências para a gravação, Christ explica que ele e seus companheiros de banda se encontraram ouvindo trabalhos de compositores do século 18:

“Eu estava, acredite ou não, ouvido muita música clássica… Nós estivemos ouvindo alguns modos que os grandes compositores fizeram suas mudanças naquela época; ver como foi feito em um senso diferente, não no senso de rock and roll. Isso realmente ajudou na composição. Ouvimos aqueles clássicos e pensamos ‘O que faz disso tão bom?'”

Christ nos assegura que ainda há muita influência de Metallica e Guns N’ Roses, mas nas ordem de criar um álbum no nível de qualidade que eles queriam, a banda teve que modificar algumas coisas.

“Esta é a primeira vez que fizemos isso. Nós sempre compusemos do nosso modo, com o tempo muita coisa não mudou e agora queríamos realizar algo que nós nunca fizemos antes, na ideia de fazer isso, nós realmente tínhamos que pensar em algo de fora do nosso modo de composição. E acho que realizamos o que queríamos. Se as pessoas amam tanto quanto nós, ainda veremos, mas sim, na medida em que vamos realizando o que nós queremos fazer. Esperamos que todos estejam tão animados por isso quanto nós.”

Enquanto isso, os fãs Australianos terão que esperar até o próximo ano para ver e ouvir o que eles tem a oferecer ao vivo. Christ explica que eles já tem agenda para o resto do ano, mas está nos planos de 2014, seja para festival ou show solo.

“Nós definitivamente estaremos lá em 2014. Seja para um festival ou show próprio, não sei dizer sobre isso ainda – eu realmente não tenho informações suficientes, mas posso prometer que iremos voltar.”

“Hail To The King” será lançado na Austrália em 23 de Agosto. A entrevista completa será lançada próximo dessa data.

Traduzido por Wesley Carlos

Guitar Center entrevista Johnny Christ, Synyster Gates e Zacky Vengeance

Postado por Tate - 24/06/2013 - 2 comentários

O Avenged Sevenfold é capa da última edição da revista Guitar Center e além da entrevista com o M.Shadows eles também bateram um papo com os guitarristas Zacky Vengeance e Synyster Gates e o baixista Johnny Christ. Eles falaram um pouco sobre o novo disco, a evolução da música do A7X e também sobre a parceria com a Schecter Guitars.

Clique em leia mais para conferir a matéria completa.

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Johnny Christ fala sobre o álbum Vulgar Display of Power

Postado por Lucas - 15/06/2012 - 5 comentários

O álbum Vulgar Display of Power do Pantera completou 20 anos e está sendo relançado em versão de luxo. Foram postados alguns vídeos de músicos falando sobre o álbum no canal do Youtube da bandaJohnny Christ fala em um deles, e você confere o vídeo legendado abaixo:

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Resumo dos shows no Japão – Setlists, Vídeos e Fotos

Postado por Lucas - 21/04/2012 - 6 comentários

Dia 19 de Abril, o Avenged Sevenfold fez seu último show no Japão. A banda passou por quatro cidades diferentes. Confira setlists, vídeos e fotos dessa passagem do A7X pelo país logo abaixo:

Warner Music Japan – Synyster Gates agradecendo aos fãs japoneses

16/04/2012 – Tókio, Japão
01-Nightmare
02-Critical Acclaim
03-Welcome to the Family
04-Second Heartbeat
05-Buried Alive
06-So Far Away
07-Afterlife
08-God Hates Us
09-A Little Piece of Heaven
10-Bat Country
Bis:
11-Fiction
12-Unholy Confessions

18/04/2012 – Nagoia, Japão
01-Nightmare
02-Critical Acclaim
03-Welcome To the Family
04-Almost Easy
05-Buried Alive
06-So Far Away
07-Afterlife
08-Beast and Harlot
09-A Little Piece of Heaven
10-Bat Country
Bis:
11-Fiction
12-Unholy Confessions

19/04/2012 – Osaka, Japão
01-Nightmare
02-Critical Acclaim
03-Welcome To the Family
04-Chapter Four
05-Buried Alive
06-So Far Away
07-Afterlife
08-Beast and Harlot
09-A Little Piece of Heaven
10-Second Heartbeat
Bis:
11-Fiction
12-Unholy Confessions

Vídeos ao vivo:
Afterlife @ Club Citta 14/04
Nightmare @ Zepp Tokyo 16/04
A Little Piece of Heaven @ Zepp Tokyo 16/04
Fiction & Unholy Confessions @ Zepp Tokyo 16/04

Fotos:
Avenged Sevenfold @ Zepp Tokyo
Johnny Christ no metrô

Thanks to: Deathbat Japan

Entrevista com Johnny Christ

Postado por Lucas - 27/07/2010 - 18 comentários

O site Bloody-Disgusting postou hoje uma entrevista com Johnny, onde ele fala sobre sobre o processo de gravação do “Nightmare” e sobre o Mike:

Como você está?
Estou bem!

Fantástico! “Nightmare” está para ser lançado e as críticas, pelo menos aqui no Bloody-Disgusting estão sendo muito positivas e cheias de expectativas. Quais são suas esperanças e opiniões sobre o lançamento?

Eu acho que tudo o que eu esperava foi concretizado. A faixa de abertura é uma música que a gente queria que fosse “tapa na cara” de quem a ouvisse, e acho que conseguimos isso. Os fãs estão muito ansiosos, o que é ótimo e não se pode pedir mais que isso.

Eu te vi há muitos anos atrás quando o Avenged Sevenfold abriu para o Mushroomhead. Desde então, a popularidade de vocês tem crescido muito. Como está sendo essa jornada pra você?

Está sendo boa! [risos] Desde a turnê com o Mushroomhead, estamos praticamente fazendo shows sem parar e compondo a música que achamos que é boa sabe? Sempre temos certeza de que o que estamos escrevendo algo que queremos como banda. E amamos fazer turnê, sair por aí tocando, conhecendo os fãs e fazendo alguns novos. É parte do nosso trabalho e parte do que sempre quisemos fazer. Colocamos muito do nosso tempo e esforço para chegarmos onde estamos e com certeza valeu a pena. Agora a turnê é um pouco mais luxuosa. Tem sido uma longa jornada com muitos altos e baixos, mas no geral eu diria que foram mais altos do que baixos e eu fico muito feliz com isso.

Como foi trabalhar com Mike Portnoy no estúdio?

gente percebeu que queríamos mostrar essa música para a maior Foi legal! Mike Portnoy sempre foi um herói pra gente e para o Jimmy. Ele simplesmente combinava com o que queríamos fazer nesse novo álbum. Depois que Jimmy faleceu, não achamos que ia ter outro álbum. A banda ficou em segundo plano, o que estava em primeiro agora era o fato de que nós tínhamos perdido nosso irmão e melhor amigo e por causa disso fomos cuidadosos e percebemos que a gente tinha esse álbum onde Jimmy foi 100% parte dele, e ficamos muito orgulhosos e animados para lança-lo. Então fizemos algumas ligações para ver se Mike podia gravar as partes que Jimmy já havia escrito. E ficaram ótimas! Mike fez um ótimo trabalho, foi muito humilde e disse: “Não importa quantas vezes vocês precisem que eu faça isso, qualquer coisa para que esse álbum saia do jeito que vocês querem”. Ele foi objetivo, tem uma ótima personalidade e conseguiu se entrosar muito bem. Ele se ofereceu para a turnê por algum tempo. Naquela época ainda não estávamos preparados para turnê, mas conforme o tempo passou, a quantidade de pessoas possível, e para continuar o legado de Jimmy, nós vamos fazer uma turnê.

Mike irá ser o baterista do Avenged Sevenfold nessa turnê, para o festival Uproar e, pelo o que eu ouvi, algumas datas além. Pode ser um pouco cedo para perguntar, mas existem planos para depois, quando o Mike não puder continuar na turnê com vocês, a respeito de um novo baterista?

Sim, é muito cedo para dizer. Nós estamos em turnê com o Mike para dar suporte a esse novo álbum e também para fazer uma transição fácil. Mas, quando ele voltar para o Dream Theater ou qualquer coisa outra coisa, nós teremos que respirar fundo e repensar no que nós queremos fazer com a banda.

Além de uma intensa turnê vindo aí, no que mais vocês tem trabalhado?

Agora, nós apenas queremos promover esse álbum e sair por aí em turnê, encontrando os fãs que tem sido maravilhosos por toda nossa carreira e maravilhosos por tudo isso, chegar lá e encontrá-los novamente. Dar a eles um pouco de esperança a qual eles nos deram em um ponto que precisávamos.

A arte e os temas do Avenged Sevenfold tem forte relação com o gênero horror. O quanto esse gênero influencia vocês?

Eu adoro o horror como um gênero! Como uma criança, mais em filmes do que em artes visuais, para mim. Isso sempre foi muito intrigante para mim e eu também sempre amei os aspectos grotescos de uma grande parte dos filmes que eu cresci assistindo. Isso é uma influência maior no meu caráter e na minha personalidade do que na minha música, mas quando isso vai para o lado da arte, nós sempre fomos intrigados por esse tipo de coisa. Nossas artes de álbuns favoritos possuem esse visual de horror como o Eddie do Iron Maiden até o Vic do Megadeth e o Metallica sempre teve álbuns clássicos obscuros. Sempre foi algo que nos atraía e queríamos continuar.

Quais são seus filmes de horror favoritos?

Eu amo o Nightmare on Elm Street original, amo demais Sexta-feira 13 original e muitos outros. Muitos destes são os favoritos da maioria. Mas quando criança, eu tinha dois irmãos mais velhos que assistiriam esses filmes, mas não me era permitido e eu tentava espiar e tentava achá-los para assistir os filmes de qualquer jeito. De todo jeito, um grande fã de filmes de horror.

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Turnê


    12/01 – Nashville, Tennessee
    14/01 – Grand Rapids, Michigan
    16/01 – Reading, Pensilvânia
    17/01 – State College, Pensilvânia
    19/01 – Quebec, Canadá
    21/01 – Ottawa, Canadá
    22/01 – Hamilton, Canadá
    24/01 – Green Bay, Wisconsin
    25/01 – Peoria, Illinois
    27/01 – Sioux Falls, Dakota do Sul
    29/01 – Tulsa, Oklahoma
    31/01 – Biloxi, Mississippi
    02/02 – North Little Rock, Arkansas
    03/02 – Evansville, Indiana
    06/02 – Wichita, Kansas
    08/02 – Lincoln, Nebraska
    09/02 – Cedar Rapids, Iowa
    11/02 – Fargo, Dakota do Norte
    12/02 – Winnipeg, Canadá
    14/02 – Saskatoon, Canadá
    15/02 – Edmonton, Canadá
    17/02 – Vancouver, Canadá
    28/04 – Jacksonville, Flórida
    01/06 – Nürburg, Alemanha
    03/06 – Nurembergue, Alemanha
    08/06 – Leicestershire, Inglaterra
    28/06 - Madrid, Espanha
    30/06 – Madrid, Espanha

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