Metalcore não é algo que gostamos de ouvir. – M. Shadows

Postado por Thammy Sartori - 28/01/2015 - Sem comentários

O Avenged Sevenfold tocou em Jacarta, na Indonésia, na semana passada, e para promover o show, o cantor M. Shadows conversou com o The Jakarta Post sobre o passado e futuro da banda – um futuro que não vai incluir o Metalcore.

Quando perguntado se a banda jamais voltaria às suas raízes metalcore, M. Shadows disse “O metalcore foi deixado para trás. Não é algo que qualquer um de nós encontra prazer em ouvir, por isso, obviamente, não é o tipo de canções que pretendo escrever. Eu não esperaria por um retorno. Estamos sempre em evolução, não retrocesso.”

O Avenged Sevenfold apareceu no cenário musical em 1999, e lançou dois álbuns de metalcore, antes de lançar seu álbum de estréia numa grande gravadora “City of Evil”

Então, como é que M. Shadows quer que o Avenged Sevenfold evolua? “Eu quero ficar longe das modinhas, quero fazer o que queremos fazer musicalmente” disse ele. “Nós escrevemos música, porque nós temos que escrever – é parte do que somos.À medida que desenvolvemos nossos corações nos seguirão nessa jornada musical.”
Quando perguntado se o ressurgimento e domínio contínuo de bandas de metal clássico como Iron Maiden, Black Sabbath e Metallica tem sido positivo para o Avenged Sevenfold, Shadows comentou: “Tem sido muito bom para nós, porque há grandes bandas para tocar junto. As pessosa pensam que é uma competição entre bandas, quando na verdade quanto mais bandas bem sucedidas melhor. Realmente ajuda todo mundo quando há grandes bandas no comando.”

Avenged Sevenfold acabou de terminar sua turnê no Sudeste Asiático, e tocou em Honolulu, Havaí, na noite passada.
A banda não tem mais datas agendadas para 2015 nesse momento.

Hail to the King: Deathbat – Behind the Scenes [LEGENDADO]

Postado por Lucas - 14/11/2014 - Sem comentários

Recentemente, M.Shadows e Synyster Gates

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concederam uma entrevista ao TouchArcade onde falaram sobre a trilha sonora do jogo Hail to the King: Deathbat. Confira o vídeo legendado abaixo:

Arin Ilejay e M. Shadows falam sobre Hail to The King: Deathbat

Postado por Thammy Sartori - 10/08/2014 - Sem comentários

Durante turnê no Mayhem Festival 2014 com o Korn, Scottsquatch do programa Video Game Sellers conversou com Arin Ilejay (2:23 – 3:18) e M. Shadows (14:28 – 16:36) e perguntou a Arin o que ele tem jogado ultimamente, e sobre o Hail to the King: Deathbat (incluindo a data aproximada do lançamento) e alguns dos jogos favoritos de M. Shadows, e o provável lançamento do jogo amanhã.

Confiram a tradução da entrevista com Arin Ilejay:

Scottquatch – O que você tem jogado ultimamente?
Arin Ilejay – Ultimamente eu jogo ‘Call of Duty: Black Ops 2’.
Scottquatch – Quando você está em casa?
Arin Ilejay – Sim, quando estou em casa.
Scottquatch – E quando você está na estrada?
Arin Ilejay – Quando estou na estrada eu jogo muito mais jogos mobile, como agora estou jogando ‘Clash of Clans’, ‘Boom Beach’…
Scottquatch – O que é ‘Boom Beach?’
Arin Ilejay – ‘Boom Beach’ é tipo, é também feito por ‘Clash of Clans’ então é tipo o mesmo conceito, mas ao invés de um cenário medieval é mais Segunda Guerra Mundial, tipo o “Dia D – em que fizeram vários ataques pelas praias”.
Scottquatch – Então é tipo um jogo com nome bobo, mas é juro sério? (risos)
Arin Ilejay – Isso, muito sério! (risos) Eu nunca sorrio quando estou jogando
Scottquatch – E você joga muito quando está estrada? Quer dizer isso é algo que você faz com frequência?
Arin Ilejay – Sim, quase sempre, assim que acabarmos essa conversa eu provavelmente sente num sofá e comece a jogar ‘Boom Beach’.
Scottquatch – Tem um sofá logo atrás de nós, então obrigado cara!

E a entrevista com M. Shadows:

Scottquatch – Ok, esse é o Matt, do Avenged Sevenfold, acabou de sair de um show, mas ele foi muito simpático ao nos dar algum tempo para responder algumas perguntas.
E a primeira é, eu li um pouco sobre um jogo que você está fazendo em uma revista, você pode falar sobre isso?
M. Shadows – Claro cara, estamos fazendo um jogo de ação, com muitas tendência oldshool, é um jogo mobile pra começar, e hoje em dia, a maioria dos jogos mobile são completamente feitos sobre upgrades e aumentar os poderes.
Scottquatch – Ter que comprar vários itens e extensões.
M. Shadows – É, bem isso, e esse não é um jogo sobre ficar comprando as coisas dentro dele, é tudo sobre criar o seu personagem e desenvolvê-lo, não sobre comprar extensões, eu o consideraria oldschool como ‘Castlevania’, ‘Super Mario’ ou ‘Zelda’, e nós não temos visto muitos jogos assim, exceto talvez por Oceanhorn e alguns outros para plataformas mobile, então estamos tentando algo novo.
Scottquatch – E ele será relacionado com o Avenged Sevenfold? O universo do jogo será inspirado na banda certo?
M. Shadows – Sim, é relacionado ao Avenged Sevenfold mas nós deixamos nosso nome fora disso, nos realmente queriamos fazer um jogo respeitado por jogadores e não queriamos esfregar a nossa banda na cara deles.
Scottquatch – Entendi, e quando está previsto para o jogo ser lançado?
M. Shadows – Em 11 de Agosto.
Scottquatch – Realmente falta pouco.
M. Shadows – Estamos apenas esperando umas otimizações e a Apple avaliar essa semana e nos dar o aval.
Scottquatch – Ok, uma outra pergunta, qual seu jogo favorito de todos os tempos?
M. Shadows – Ah, ‘Zelda’ é meu jogo favorito, quer dizer, minha franquia favorita, e eu posso falar de todos esses jogos, eu cresci jogando ‘Mario Bros’ e realmente viciei em ‘Mortal Kombat’, eu gosto bastante de jogos de tiro, eu gosto muito das três edições de ‘Call of Duty’, eu amo ‘Battlefield’.
Scottquatch – Vocês apareceram em um dos ‘Call of Duty’ não?
M. Shadows – Sim, nós aparecemos nos créditos no fim de ‘Black Ops II’ e nós fazemos um show para todos os personagens do jogo.
Scottquatch – Isso é incrível
M. Shadows – Sim! Capitaram muita emoção e foi incrível.
Scottquatch – Muito obrigado por favor com a gente.
M. Shadows – Valeu cara, obrigado.

Confiram o Vídeo com a entrevista completa:

O décimo aniversário do álbum “Waking the Fallen” promete surpresas! [bônus] Novo DVD ao vivo.

Postado por Paula Quissack - 28/03/2014 - 8 comentários

Originalmente lançado em 2003, o Waking The Fallen foi o álbum que introduziu o A7X ao mundo do metal em grande escala, estabelecendo-os como umas das melhores novas bandas de gêneros pesados. Com o ano passado sendo uma década do lançamento desse álbum, a banda decidiu relançar o álbum, com alguns bônus inclusos.

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Waking-the-Fallen

 

“Vamos juntar algumas coisas para o décimo aniversário do Waking the Fallen”, diz M Shadows à Lowdwire. “ Temos tentado pensar em algo que poderíamos acrescentar e encontramos algumas demos antigas que fizemos com o Teppei (Teranishi) do Thrice antes mesmos de gravarmos o álbum” .

As estrelas de Orange County também estarão filmando um show no México para o próximo DVD!

“Estamos filmando na Cidade do México agora e em outros shows também pra entrelaçar as apresentações pra esse grande DVD que queremos lançar,” diz o vocalista . “ Provavelmente será lançado antes do Natal”

 

Fonte: Metal Hammer ; Lowdiwire .

Entrevista com Arin Ilejay no G1

Postado por Thammy Sartori - 12/03/2014 - Sem comentários

Por Telefone Arin Ilejay deu uma entrevista para o Portal de notícias G1, onde comenta sobre sua entrada e expectativas na banda,

e comenta de forma bem humorada sobre o Rock in Rio e as incessantes perguntas do estilo da banda.

 

G1 – Vocês tocaram no Rock in Rio há seis meses. Como foi a experiência? 
Foi incrível! Ver todos aqueles fãs e o quanto eles estavam empolgados, a resposta deles a tudo. Todo mundo sempre fala sobre a magnitude do Rock in Rio, então ter tido a chance de tocar lá foi simplesmente incrível. Eu amei.

G1 – E quanto ao público gritando ‘Maiden, Maiden’? M. Shadows até brincou com a situação, mas isso incomodou vocês de alguma forma? 
Ah não, de forma alguma. Sabe, a banda entende esse tipo de coisa, nem é algo novo para nós (risos). Já aconteceu antes e tivemos nossa cota durante outras turnês. Mas acho que ninguém gostaria muito de estar na nossa pele nessa situação (risos).

G1 – Esta é a quinta vez que o Avenged Sevenfold vem ao Brasil. Vocês acham que os brasileiros já ocupam um capítulo especial na história da banda? 
Sim, definitivamente é uma história especial. Quero dizer, fazemos nosso melhor para construir nossa história em todos os lugares aos quais vamos, mas só o fato de tocar no Rock in Rio e com o Iron Maiden, por exemplo, isso já é realmente histórico para nós. E os fãs brasileiros são, com certeza e de longe, os mais malucos e comprometidos. Nem sei explicar o quanto eles são incríveis. É simplesmente louco ver o quanto são barulhentos. Você está lá tocando e só consegue ouvir os gritos em seu retorno. E isso acontece comigo, que fico sentado lá no fundo. Se eu posso ouvir isso através dos meus fones, imagine os caras lá na frente do palco. E também é impressionante como, assim que descemos do avião, eles já estão lá nos esperando, com CDs e pôsteres.

G1 – E como é sua relação, especificamente, com os fãs? Afinal você entrou na banda em um momento bastante delicado e triste. Como eles te receberam?
Havia uma pequena resistência, claro, porque a banda já tinha uma história sem mim. Mas algumas pessoas foram mais rápidas em aceitar… (minha chegada) foi em uma situação terrível, que ninguém escolheu, não teve nada a ver com egos ou alguém sendo expulso, teve a ver com perder alguém muito querido. Mas a maior parte dos fãs foi realmente bastante compreensiva e apoiou a banda na escolha de alguém que pudesse ajudá-los a seguir em frente. Acho que tive mais apoio do que imaginava até.

G1 – Você começou a tocar bateria com apenas nove anos e estudou ritmos como funk e jazz também. Como isso influencia a banda? Qual seria sua maior contribuição ao som do Avenged Sevenfold? 
Sobre minha contribuição… diria apenas que eu me tornei útil à banda. Acho que continuamos a ser como antes e demos sequência ao que The Rev já fazia, porque ele era um cara muito sensível e que tocava com um groove funk, ele combinava funk e metal em batidas incríveis, não tinha nada de robótico, era um baterista que tinha alma.

G1 – Durante muito tempo, implicaram com o Avenged Sevenfold. Havia a clássica provocação de que vocês não eram metal ‘o suficiente’. Isso ainda incomoda vocês? 
Não muito. Não sei se isso poderia me afetar. Não recebo mensagens ou e-mails sobre isso. Na verdade não sou muito ligado à internet, não leio muita coisa. No início até fazia isso, mas agora só posto umas fotos no Instagram de vez em quando e vejo algumas mensagens positivas. De qualquer forma, sei de onde eu vim, conheço bem a música que estudei, sei de que estilos eu gosto. É legal demais estar em uma banda de metal e tocar metal, mas não me considero apenas um baterista de metal. Não considero nenhum de nós apenas músicos de metal, mas criamos metal e fazemos isso bem. E é simplesmente incrível estar nessa posição, sabe? Não importa o que digam. Somos, definitivamente, uma banda de metal.

G1 – Seus últimos dois discos ficaram em 1º lugar na parada da Billboard, à frente de muitos artistas pop. Vocês consideram isso uma resposta a quem diz que o rock perdeu força? 
Ah, sim, com certeza. Diria que é nossa resposta aos boatos, a essa coisa de que tudo é completamente pop hoje em dia. Definitivamente esta é uma forma de trazer o metal de volta aos holofotes e até criar uma nova base de fãs para o estilo.

G1 – Você é o único na banda que usa seu verdadeiro nome. Por quê? Seus colegas nunca sugeriram que você também adotasse um nome artístico? 
Sabe o que foi? Quando eu comecei a tocar na banda era apenas um cara contratado, e estava preocupado em fazer com que tudo desse certo naquela turnê. Foi só depois de um tempo que eles decidiram que eu era o cara certo e vieram me perguntar se eu queria ficar, tipo, para sempre (risos). E a essa altura os fãs já me conheciam como Arin, eles tinham sido até mais rápidos em me dar o “boas-vindas à família” (risos). E estava todo mundo mais preocupado em saber como me sairia na estrada, como iríamos compor juntos, como eu seria no estúdio. Também não tenho muita certeza se adotaria um nome artístico só por que os outros caras já têm os deles.

G1 – Mas você nunca chegou a pensar em algo? Ou existe algum apelido ‘secreto’? 
Ah, de vez em quando eu penso nisso, mas só imagino vários apelidos bobos, nenhum que considere bom o suficiente para usar. E nenhum nunca é tão ‘cool’ quanto Synyster Gates, Zacky Vengeance ou M. Shadows (risos).

Créditos: G1

Synyster Gates: “O DNA do Avenged Sevenfold é uma importante veia progressiva”

Postado por Lucas - 15/01/2014 - Sem comentários

A Rolling Stone Italiana entrevistou Synyster Gates por telefone e ele falou sobre sobre o Avenged Sevenfold ser a banda sucessora do Metallica, drogas, suas influências e mais. Confira a tradução abaixo:

“Avenged Sevenfold: entrevista com os herdeiros do Metallica”

 O show em Assago com ingressos esgotados, em Novembro de 2013 foi a prova: A7X já é “A” banda de metal desse momento histórico.

Há uma razão para que o mal-humorado Joe Perry do Aerosmith em 1979, escreveu uma peça chamada “Let the Music Do the Talking” (Deixe a música falar): Guitarristas normalmente não falam. Eles deixam as suas guitarras falarem e as vezes para tirar algumas palavras de suas bocas pode ser muito difícil. Quando eu estava no telefone com Synyster Gates, guitarrista prodígio do Avenged Sevenfold – atualmente é uma banda de metal com um foguete no traseiro apontado para o sucesso mundial – não era apenas um passeio. Synyster Gates é um tipo de concreto e algumas abordagens bestas “à lá Rolling Stone” não pareciam surtir algum efeito nele, mas eventualmente ele nos contou muitas coisas  e nosso encontro às cegas foi menos embaraçoso do que parecia no início. Se vamos nos encontrar outra vez? Quem Sabe? O que você acha?

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Turnê


    12/01 – Nashville, Tennessee
    14/01 – Grand Rapids, Michigan
    16/01 – Reading, Pensilvânia
    17/01 – State College, Pensilvânia
    19/01 – Quebec, Canadá
    21/01 – Ottawa, Canadá
    22/01 – Hamilton, Canadá
    24/01 – Green Bay, Wisconsin
    25/01 – Peoria, Illinois
    27/01 – Sioux Falls, Dakota do Sul
    29/01 – Tulsa, Oklahoma
    31/01 – Biloxi, Mississippi
    02/02 – North Little Rock, Arkansas
    03/02 – Evansville, Indiana
    06/02 – Wichita, Kansas
    08/02 – Lincoln, Nebraska
    09/02 – Cedar Rapids, Iowa
    11/02 – Fargo, Dakota do Norte
    12/02 – Winnipeg, Canadá
    14/02 – Saskatoon, Canadá
    15/02 – Edmonton, Canadá
    17/02 – Vancouver, Canadá
    28/04 – Jacksonville, Flórida
    01/06 – Nürburg, Alemanha
    03/06 – Nurembergue, Alemanha
    08/06 – Leicestershire, Inglaterra
    28/06 - Madrid, Espanha
    30/06 – Madrid, Espanha

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