Synyster Gates compartilha sua paixão pelo surfe

Postado por Tate - 13/02/2017 - Sem comentários

Em uma pequena entrevista ao NME’s, Synyster Gates contou um pouco da sua paixão pelo surfe e suas melhores histórias envolvendo o mar e as ondas.

Confira abaixo a tradução da entrevista (em texto) e também o vídeo completo (em inglês).

 

Eu comecei a surfar porque a minha família surfa e meus avós me buscavam todos os domingos para me levar até a praia desde que eu tinha uns dois anos de idade. Quando eu completei 11 ou 12 anos, eu comecei a surfar com meu pai e meu padrasto, já que todos eram fãs de praia. Minha família é cercada de música e de surfe. Eu tive o prazer de viajar para muitos lugares legais com a minha esposa, que também é uma baita surfista e nós até nos casamos em um local muito frequentado por surfistas.

Das histórias engraçadas, uma delas foi em Fiji. Lá as ondas eram grandes, comparando com um cara do meu tamanho, mediam em torno de 2, 5 metros e eram bem pesadas.  Sorte que tinha uma camada macia de algas que normalmente são bem duras e afiadas.  Então, fui sugado pela onda e arremessado pro meio de um recife e eu fiquei me puxando pra sair de lá.  Em Fiji, todas as noites eu ficava tocando guitarra com os locais e a gente bebia um drink chamado Cava.  Nós ficávamos lá tocando e cantando músicas locais, mas quando eu fiquei preso nesse recife levando ondas e ondas na nuca, acabei machucando todos meus dedos e todas minhas unhas quebraram na carne.  Aí eu ficava bebendo mais Cava e trocando os curativos. O problema é que dois dias depois disso nós tocaríamos na Australia e eu mal conseguia tocar de tão machucada que minha mão estava. Foi preciso de muito uísque para conseguir completar o show .

 

 

 

Mensagem do Johnny Christ

Postado por Thammy Sartori - 12/02/2017 - Sem comentários

Johnny Christ deixou uma mensagem aos fãs informando o porquê da ausência em alguns shows na Alemanha.

Olá para todos os fãs,
Eu queria compartilhar com vocês que recentemente minha esposa e eu adicionamos mais um membro para a família A7X, Franklin James. Infelizmente, por causa dessa notícia incrível, eu perdi alguns shows em um dos meus países favoritos, Alemanha. Eu vou retornar no dia 15 de fevereiro em Berlim. Mal posso esperar para vê-los, obrigado pelo apoio.
– Papai Christ

“Não queríamos estar rodeados de pessoas imbecis” – Zacky Vengeance

Postado por Thammy Sartori - 04/02/2017 - Sem comentários

Em entrevista para a The National Student, Zacky Vengeance falou um pouco sobre o lançamento do novo álbum, como surgiu a ideia de Inteligência Artificial, onde buscaram inspiração para as músicas e sua antiga gravadora.
Confira a tradução:

Em outubro de 2016 o Avenged Sevenfold chocou o mundo com o lançamento surpresa do seu 7º álbum. Na era das mídias sociais, onde as bandas adoram lançar o maior número de músicas possíveis antes do lançamento do álbum, os Californianos desafiaram todas as formas de convenções, não somente no lançamento repentino do álbum, mas também na música em si. Fornecendo mais de 70 minutos de puro metal com algumas faixas batendo um quarto de uma hora. The Stage talvez tenha sido a surpresa do ano para os fãs de metal.E como uma imensa rocha caindo em um lago enorme, ainda da para sentir os efeitos após o impacto inicial. Este ano, The Stage levou o Avenged Sevenfold à banda principal de vários shows no Reino Unido, com uma turnê junto ao Disturbed e In Flames.

Antes do penúltimo show, o guitarrista Zacky Vengeance, fala sobre o sucesso do álbum e o que os levaram a chegar neste ponto.

“Para nós, tudo isso era para surpreender nossos fãs. Porque no nosso último álbum, levamos três meses para lançar e sentimos o quanto nossos fãs ficaram entediados: ‘Ah, o Avenged está nos sacaneando. Eles só fazem campanha, lança logo essas músicas! Nós só queremos ouvir o álbum!’ Desta vez, não demos nada e então demos o álbum!”.

“As vendas não foram tão boas, mas até qual ponto as pessoas criticam o sucesso em quantos álbuns você vende em uma semana, do que o quão grande suas bolas são? Então para nós, eu acho que temos umas bolas enormes e fizemos algo bem excitante. –risos- E acho também que os fãs apreciaram isso”.

Um dos fatores predominantes no The Stage é o seu conceito e ideias centrais: o álbum todo aborda o tema de Inteligência Artificial, a condição humana e olhar as estrelas para obter respostas.

“Estávamos procurando e lendo muita coisa sobre o espaço e o universo. Eu mandei um artigo sobre inteligência artificial ao Matt e pensei em pegarmos essa ideia para o álbum. Ele me mandou vários artigos sobre o Bill Nye, e seu livro Undeniable (Inegável) falando sobre a evolução e nosso lugar no universo, lemos também o livro Cosmos, de Carl Sagan”.

“Então a minha mente já estava bem focada no espaço e inteligência artificial, então criei a arte e o centro do álbum. Nós queríamos juntar a tecnologia e o universo, e onde nós nos encaixávamos nisso tudo”.

A enorme criatividade de The Stage bate em contraste com o seu antecessor, Hail To The King, que foi claramente inspirado em bandas clássicas de metal como Metallica e Guns n’ Roses.

“Obviamente você consegue enxergar a grande influencia do heavy metal no Hail To The King”, Zacky admite e explica quando se trata de The Stage, “Matt ouviu alguns hip-hops obscuros e trouxe um toque de bateria que pôde transmitir ao Brooks, que de alguma forma, seria mais metal, mas foi inspirado por algum riff de hip-hop maluco ou algo do tipo. Eu não seria capaz de decifrar que veio do hip-hop. A mente de todo mundo trabalha de formas diferentes”.

Ele continua: “Nós estávamos tão focados em criar algo novo dentro do heavy metal ou do hard rock, incorporando batidas doidas e longas, tentando criar algo mais ambicioso. Nossas influencias estavam longe do que costuma ser”.

Tanto para o álbum como para a turnê no Reino Unido, Vengeance afirma que “a parte visual é tão importante quanto a música”, o diretor de arte do Avenged criou um palco bem elaborado e envolvente para o nível da arena.

“Eu fui à mais artistas do que eu gosto de mencionar, esperando que eles conseguissem entender o que eu queria, o que eu estava tentando passar para eles.”.

“Ninguém foi capaz de enxergar, então por fim, eu mesmo fiz com a ajuda do meu irmão e elaboramos a capa do álbum e o visual do astronauta.”

“Houve poucos artistas que conseguiram fazer o que nós procurávamos com aquele material, então, a mesma coisa aconteceu com o clipe. Eu tive uma ideia e queria que fosse perfeito.

Nós tivemos a sorte de encontrar o Chris Hopewell do Reino Unido, porque ele tinha a mesma visão que eu. Ele entrou na minha mente e foi divertido!”

Apesar do The Stage ter sido um grande álbum criativo para o Avenged Sevenfold, não poderia não ter controvérsias. Em outubro começou a especulação sobre o título do novo álbum da banda, então a ex gravadora da banda, Warner Bros., tratou de tentar atrapalhar o lançamento de The Stage com um cd de “Melhores Músicas”, querendo causar uma pequena confusão para os fãs da banda.

“No que diz respeito a nossa antiga gravadora, nós não tínhamos ideia que fariam algo desse tipo. Não sabíamos sobre este álbum até ser lançado. Nós achamos uma atitude meio histérica, pois eles foram enganados por um tweet falso do nosso amigo Chris Jericho. Isso nos mostrou o tipo de gravadora que eles são, eles foram conduzidos por um rumor. E foi esse o motivo do porque nós saímos de lá, não queríamos estar rodeados de pessoas… – eu odeio usar essa palavra ‘imbecis’ mas eu vou usar- de pessoas imbecis.”.

Independente disso, o Avenged Sevenfold continua sendo uma das maiores bandas de rock do século 21, e o experimental e imprevisível álbum The Stage pode provar facilmente ser um destaque em sua carreira.

Avenged Sevenfold chama fãs para novo vídeo clipe!

Postado por Thammy Sartori - 04/02/2017 - Sem comentários

O Avenged Sevenfold está à procura de fãs para participar de seu novo clipe.
O que eles pedem é que sejam pessoas que não tenham problemas em trazer muita energia.
As filmagens serão em Los Angeles  no dia 8 de fevereiro e não há data prevista para lançamento ainda.

 

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Avenged Sevenfold no Brasil: produtoras estão tentando, mas está difícil

Postado por Lucas - 30/01/2017 - Sem comentários

José Norberto Flesch, jornalista do Destak conhecido em divulgar com antecedência as bandas que virão pro Brasil, participou de uma sessão de perguntas e respostas no Facebook. Quando perguntaram sobre Avenged Sevenfold, Flesch disse: “esse tá difícil, também não é por falta de tentativa, quem sabe uma hora vai chegar?”

Confira em 2:35 nesse link

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Live Nation Germany entrevista M.Shadows e Synyster Gates

Postado por Tate - 25/01/2017 - Sem comentários

Durante a passagem da banda pela Alemanha, a Live Nation Germany – Austria – Switzerland se encontrou com M.Shadows e Synyster Gates para uma entrevista onde eles falaram sobre a nova estrutura de shows do Avenged Sevenfold, quais suas bandas favoritas atualmente, seus rituais e muito mais. Confira os principais trechos traduzidos da entrevista e assista a versão completa (em ingles), clicando aqui.

Quais os primeiros shows que vocês foram?

Synyster Gates: Eu não fui a muitos shows na verdade. Se eu dissesse que fui, estaria mentindo. Mas eu me lembro de assistir muito MTV e quando eu tinha uns 10 ou 11 anos, assisti ao clipe de November Rain pela primeira vez e aquilo foi suficiente para mim.

M.Shadows: Para mim, esses da MTV, era o Van Halen e eu até fazia parte do fã clube. Um dia minha mãe me inscreveu para ganhar um pôster autografado por eles e eu nem sei no que deu, mas ela sempre fala sobre isso. Mas eu costumava ir a muitos shows de punk rock acompanhado do The Rev e íamos assistir shows como do No Doubt ou Reel Big Fish, mas estávamos sempre com nossas camisetas do Slayer. E todo mundo lá ficava dando mosh e fazendo bate-cabeça e a gente nem sabia o que era. E as pessoas ficavam até bravas com a gente, mas no fim nós éramos muito jovens apenas tentando começar mais um bate-cabeça. Nós íamos a muitos shows da cena punk californiana e shows locais.

Para alguém que nunca viu vocês ao vivo ainda, o que vocês diriam para ele? O que tem de tão especial em assistir ao Avenged Sevenfold?

Matt: Eu acho que é o espetáculo. Nós investimos muito na produção dos nossos shows. Vocês têm bandas como o Rammstein que fazem isso. Mas, para nós não há muitas bandas que fazem esse tipo de coisa, são apenas algumas e os artistas pop. Por isso criamos um show para inserir as pessoas dentro do nosso mundo e dar a elas a sensação que todos podem tocar com a gente.  Com essa energia e o espetáculo ao vivo faz com que vire uma grande família e vira uma ótima noite.

Vocês já se tocaram que são rockstars agora?

Syn: Não, eu não acho que isso aconteceu. Acho que o “humano” está muito presente dentro da gente e nós sempre estamos trabalhando para melhorar e nunca terá um final que pensaremos “pronto, chegamos ao topo”.  Eu sempre vou querer criar coisas novas e fazer sempre melhor e melhor e criticar aquilo que fizemos há dez anos.

Antes de entrarem no palco existe algum tipo de ritual que vocês sempre fazem?

Matt: Eu faço aquecimento vocal para preparar a minha voz. Eu fico muito nervoso antes dos shows e eu preciso de meu espaço para me aquecer. Eu canto para aquecer para que na hora que eu chegar lá não aconteça nada.  Todos nós nos preparamos psicologicamente, fazemos nossos aquecimentos e nos alinhamos para que saia tudo do jeito que tem que ser. Sabe, existiam muitas bandas nos anos 80 que apenas subiam no palco e no fim os shows iam ficando piores conforme passavam. E, hoje, se você faz um show ruim ele está todo pela internet e já era.

E sobre a pergunta do rockstar: bom, eu tenho dois filhos e é meio difícil ser um rockstar com duas crianças que você precisa trocar fraldas e ser um pai. Eles nem ligam pra quem você é, porque para eles, você é o pai deles.

Muitas pessoas dizem que dá para saber se um show vai ser bom ou ruim mesmo antes dele começar. O que vocês acham disso?

Matt: Acho que dá para dizer pela reação do público como será o show. E eu também sei dizer por sentir como minha voz está ao longo do dia. Se ela está boa, será um show fácil para sim. E se for um show fácil é um show bom! Se ela não está boa e eu preciso forçar, então acabo me preocupando com o público e é mais difícil. São alguns indicadores que nos dizem como será.

Vocês já erraram feio em algum show?

Matt: Eu me lembro de quando estávamos no começo ainda, uma das nossas primeiras turnês fomos para Denver e eu confundi o nome das cidades, chamando de Detroit. Quando fui saldar o público falei “E aí Detroiveeeeeen”.

Syn: No nosso primeiro show com o Brooks que abrimos para o Metallica, a introdução foi Nightmare. Estávamos subindo no palco e assumindo nossos lugares e o Brooks parecia muito relaxado, o que era bom. Quando eu comecei a tocar, não teve a bateria me acompanhando e foi depois que ele se tocou que estava atrasado e começou a tocar meio afobado. Ele não tinha ouvido e todo mundo ficou “o que foi isso?”.  Só que todos os nossos amigos e familiares que estavam lá acharam que isso aconteceu porque combinamos de pregar uma peça nele, tocando diferente. Ninguém percebeu que ele errou porque acharam que a gente estava zoando com ele.

Na opinião de vocês, qual banda vocês acham que é a melhor atualmente?

Matt: Para mim o Gojira. Eles são ótimos.

Syn: Eu gosto de Volbeat. Eles são muito únicos e trazem muitos elementos clássicos para o seu som.

Vocês tiram influencias dessas bandas para colocar em suas músicas?

Matt: Se eles fazem algo legal que se encaixa com a gente, sim. Eu estava ouvindo Wolfmother e Gojira e pensando que as duas bandas tem as mesmas influencias e pegaram essas influencias e trabalharam da sua maneira. Para mim, o Gojira trouxe algo novo para a mesa e tem muitas coisas que podem ser levadas como influência, como o último álbum do David Bowie por exemplo.

Vocês podem dizer como será a estrutura dos shows agora?

Matt: Quem já viu nossos shows grandes já conhece a produção. Tínhamos um rei gigante, muito fogo e muitos fogos. Agora estamos saindo um pouco disso por causa do conceito do nosso novo álbum que tem mais a ver com o espaço e inteligência. Estamos tentando fugir do script um pouco, daquela coisa metal dos anos 80 e fazer algo diferente e novo que nós ainda não vimos outras bandas de rock fazer. Vamos trazer novos elementos.

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Turnê


    10/01 – Glasgow, Escócia
    12/01 – Newcastle Upon Tyne, Tyne and Wear
    13/01 – Birmingham, Inglaterra
    15/01 – Sheffield, Inglaterra
    16/01 – Manchester, Inglaterra
    18/01 – Nottingham, Inglaterra
    19/01 – Cardiff, País de Gales
    21/01 – Londres, Inglaterra
    22/01 - Londres, Inglaterra
    12/02 – Frankfurt, Alemanha
    13/02 – Hamburgo, Alemanha
    15/02 – Berlim, Alemanha
    16/02 – Düsseldorf, Alemanha
    18/02 - Amsterdam-Zuidoost, Holanda
    20/02 – Estugarda, Alemanha
    21/02 - Rudolfsheim-Fünfhaus, Áustria
    25/02 – Munique, Alemanha
    26/02 – Zurique, Alemanha
    28/02 – Lila, França
    01/03 – Luxemburgo, Luxemburgo
    02/03 – Paris, França
    04/03 – Copenhague, Dinamarca
    07/03 – Helsínquia, Finlândia
    09/03 – Estocolmo, Suécia
    10/03 – Oslo, Noruega
    07/05 – Kannapolis, Carolina do Norte

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