M.Shadows fala sobre o Waking The Fallen: Ressurrected e o This is Bat Country

Postado por Lucas - 06/07/2014 - Sem comentários

No Fórum do jogo Hail To The King: Deathbat, M.Shadows tirou um tempinho para tirar algumas dúvidas dos fãs referente ao Waking The Fallen: Ressurrected e também ao novo DVD da banda, This Is Bat Country. Confira!

 

Quanto ao novo “Waking The Fallen: Ressurrected”, vocês fizeram alguma remasterização do álbum original?

Quanto à resmasterização e remixagem… Isso é um problema para mim, porque eu já vi praticamente cada remasterização/remix de bandas que eu gosto destruírem completamente a sensação que eu tinha por esses álbuns. Vamos pegar
como exemplo os álbuns do Megadeth: esses álbuns não soam nada como os originais. Atingindo um pico para “guerra de volume”, faltam efeitos, efeitos foram acrescentados e sobre tudo a nostalgia foi toda removida. O mesmo aconteceu com Pink Floyd quando remasterizaram todos os álbuns, algo simplesmente não estava certo. Eu não teria um problema com isso se
as pessoas quiserem ouvir seus álbuns favoritos com uma sonoridade diferente, mas com os CD’s tornando-se obsoletos, nós
temos um lugar para comprar aqueles álbuns antigos, mas adivinhe, eles vendem apenas uma versão, a nova versão
“melhorada”. Você não consegue encontrar mais as versões originais desses álbuns, a não ser que você encomende o CD ou por
algum milagre a “Best Buy” (Loja de departamento americana), tenha um monte de álbuns de 20, 30 anos atrás no estoque. Agora, eu posso garantir que o nosso álbum não compete nessa “guerra de volume”, como você provavelmente pode notar, HTTK é por volta de 4 decibéis mais baixo que a maioria dos discos atuais e isso foi feito para salvar a dinâmica, mas eu sinto que mudar levemente o som para fazer com que pareça mais moderno tiraria a vibração, a vibração de 5 caras fazendo um álbum na garagem dos pais com nada a perder em um orçamento apertado. Eu só não quero dar às pessoas a chance de tornarem o álbum original obsoleto.

Esse relançamento é realmente para os fãs mais fervorosos que querem ouvir o processo de criação das demos e ouvir as músicas como elas foram tocadas pelo The Rev, naquela época que nós éramos desleixados pra caramba. Bem, ele não era, mas
o resto de nós,

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com certeza…

Mas esse é igualmente um álbum para apresentar as nossas raízes a nossa base de fãs internacionais. Quando nós tocamos em
outros países (que é uma grande parte do nosso público) a maioria deles não estão familiarizados com essas músicas e esse
disco. Provavelmente tem algo a ver com a Hopeless Record sendo uma gravadora indie e não tendo a distribuição que tem hoje.

Voltar ao “Waking The Fallen” despertou algum tipo de inspiração para trazer algumas dessas músicas ao vivo?

Eu não tenho certeza se despertou alguma coisa em termos de tocar ao vivo. Há uma pequena parcela de fãs que se
comprometeram com esse álbum, mas somos nós que ficamos em pé lá no palco toda noite e vemos como o público responde. Em
outros países, é o Nightmare e HTTK que pesam. Quando tocamos músicas do Waking, a energia simplesmente para. Tenho
certeza que as pessoas vão discutir isso, mas é verdade. Eu queria que não fosse. O relançamento poderia ajudar nisso.

Remenissions seria incrível ao vivo, tenho certeza que tocaremos ela em breve assim como Coming Home, Planets, Acid Rain, Scream, Trashed and Scattered, Gunslinger e a coleção de outras músicas que as pessoas estão sempre nos dizendo para tocar (risos). A versão ao vivo de Desecrate desse relançamento é foda pra caralho. Jimmy detona nela. É uma das minhas favoritas do álbum com certeza.

Em relação a “This is Bat Country”, há planos para lançá-lo em Blu-Ray?

Isso é algo que eu não faço ideia. Honestamente, eu não tenho certeza como a gravadora se sente sobre Blu-Ray e DVD. Tenho certeza que eles farão que o produto funcione no que for o padrão. Eu tive um Blu-Ray Player por um momento e nada estava sendo lançado, então voltei para o DVD. Mas eu vou verificar isso. Também, sobre um versão em CD, é uma boa questão, mas eu acho que nós sempre quisemos fazer um CD ao vivo adequado e não misturá-los no mesmo pacote. Nós gostaríamos de lançar uma trilha sonora de videogame com esse pacote também, então vamos ver como isso vai acabar.

Fonte: Deathbatnews

 

Arin Ilejay fala sobre o Mayhem Festival.

Postado por Tate - 06/07/2014 - Sem comentários

O Rockstar Energy Mayhem Festival começou ontem nos Estados Unidos e o Avenged Sevenfold é a atração principal, dividindo palco com Korn, Asking Alexandria e outras. Em uma conversa com o jornal The Telegraph, Arin Ilejay falou sobre como é entrar em turnê com o Korn, o setlist do Avenged Sevenfold, o que o show irá trazer aos fãs e muito mais! Confira a tradução.

Sobre o Korn

‘Eu gosto muito das bandas que irão tocar com a gente e estou muito ansioso para entrar em turnê com o Korn. Desde o Soundwave da Austrália, nós tivemos a chance de conhecer os caras, eles são fantásticos. Eu escutava Korn desde criança e hoje fico ‘Não é possível, eu sou amigo desses caras.'”

Sobre o festival: 

“Nós estamos trazendo um show mais louco, estamos trazendo muitas explosões. Sobre Saint Louis, essa é definitivamente uma cidade que estamos ansiosos para tocar (A banda se apresentará lá no dia 16 de julho). Estamos constantemente viajando de cidade em cidade e agora nos Estados Unidos, nós meio que estamos pegando fogo!”

“Para casa show estamos constantemente pensando o que é melhor para cada cidade. Nós não queremos dar aos fãs exatamente a mesma performance que fizemos no passado, especialmente que agora temos diversos álbuns para escolher o que iremos tocar. Nós sabemos que os fãs tem de ouvir ‘Afterlife’ ou ‘Critical Acclaim’ e nós fazemos o o nosso melhor para dar à eles o que desejam. Mas nós temos muita coisa do Hail To The King, especialmente ao vivo, por isso muda. A banda trabalha muito nisso e você vê isso se tornar vivo e ser vivido no palco.”

Synyster Gates divide seu guia de sobrevivência para o verão.

Postado por Tate - 06/07/2014 - 2 comentários

Em conversa com a Guitar World, Synyster Gates compartilhou o seu guia de sobrevivência para o verão e a turnê americana do Rockstar Mayhem Fest. Confira abaixo.

O seu show mais suado?
Definitivamente a Warped Tour de 2004 quando tocamos no Arizona. Eu acho que estavam um 50 graus Celsius e me lembro de sentir como se estivesse para desmaiar. Meu deus foi horrível. Então a gente bebeu algumas margaritas para nos manter extremamente sedados.

Considerações de quando toca em um lugar aberto contra um lugar fechado?
Nenhuma na verdade. Nós apenas subimos no palco e nos divertimos muito. Assim, a única vez que você se preocupa com algo é se tem elementos externos, como chuva ou vento forte.

O material principal que você irá tocar neste verão?
Meu equipamento é muito simples. Eu geralmente toco com meu amplificador Hellwin e a minha guitarra assinada (Synyster Custom da Schecter). Eu não sou um cara de grandes efeitos, gosto de manter as coisas simples.

Um item que você carrega com você todas as horas durante este verão?
Um ProTools amarrado às minhas costas, literalmente. Isso me mantém são, escrevendo diferentes coisas como clássicos ou qualquer coisa relacionada à guitarra. Eu não gosto de me ficar preso à uma cela de escalas criativas. Eu preciso de uma saída.

Algum ponto alto do setlist do Avenged Sevenfold?
Eu estou muito animado com a reação sobre ‘This Means War’ está tendo nesses dias. É uma música muito divertida de se tocar e eu gosto dos riffs dela.

Dicas para ganhar um público difícil?
Você só precisa ser confiante. Não dê a eles nada que possa causar desaprovação. Apenas vá lá, detone e aja como se aquela fosse a base de seus fãs. E não grite ou berre com eles.

Algum conselho para uma banda que está começando a fazer shows?
Apenas vá lá e aproveite, porque é algo muito especial poder fazer isso. Nós interagimos com o público, transformamos os shows em uma festa. Eu não me preocuparia com a performance ou em ter uma estrutura rígida de show. Se você se mantém solto, eventualmente você encontra seu estilo.

This Means War

Postado por Lucas - 04/07/2014 - 4 comentários

Synyster Gates fala sobre momento embaraçoso de seu primeiro Show

Postado por Thammy Sartori - 03/07/2014 - 1 comentário

Neste verão, o Avenged Sevenfold será a atração principal do Rockstar Energy Drink Mayhem Festival e irá lançar um novo jogo para celulares, o ‘Hail To The King: Deathbat’. Ainda tem mais, eles também lançarão uma versão estendida em homenagem ao décimo aniversário do seu segundo álbum,  Waking The Fallen, em agosto. O Waking The Fallen: Resurrected, terá 11 faixas. Também tem um DVD e uma arte renovada.

Se olharmos para uma década atrás, o guitarrista Synyster Gates recentemente compartilhou suas memórias do seu primeiro show com o Avenged Sevenfold.

“Eu me lembro do primeiro show,” ele diz. “Eu não estava nem um pouco nervoso. A pior parte sobre o primeiro show não foi o nervosismo, foi o fato que eu iria pintar meu rosto como algo tipo Wes Borland com uma pintura estranha, tudo ao mesmo tempo. Eu não sei porque, foi horripilante. Mas, uma vez que meu rosto estava pintado, eu rapidamente me toquei, um arrepio passou pela minha espinha que isso era uma péssima ideia. Eu tentei tirar a tinta, mas ela ficou um laranja, meio verde, como um Oompa Loompa e eu não conseguia me livrar isso. Mas quando eu subi no palco, essa foi a única coisa embaraçosa do show: a cor estranha da minha pele. Foi muito ridículo.”

Fonte: (X)

Porquê o vídeo de “This Means War” ainda não foi lançado.

Postado por Thammy Sartori - 30/06/2014 - 2 comentários

Ao responder perguntas no Fórum de Hail to the King: Deathbat, M. Shadows explicou porque o vídeo ainda não foi lançado.

 

“Quando ao vídeo de This Means War. Nós desfizemos a primeira ideia, e gravamos uma nova versão.
Não tenho certeza de quando será lançado, mas eu espero que logo.

Honestamente quando estávamos filmando o clipe estávamos muito animados com isso, mas quando tentamos editá-los, ele simplesmente parecia ruim, arrastado e sem conteúdo.

Especialmente porque a maioria das pessoas não teve a visão de que estávamos vindo do vídeo de Shepherd of Fire, e não queríamos vir com um vídeo de 6 minutos, chato num motim de gente.

Acho que todo mundo vai ficar feliz com o novo vídeo, especialmente nossos fãs da América do Sul e México. Argentina, Brasil, Cidade do México e Chile estão todos no vídeo”

 

No mesmo fórum, Shadows ainda falou sobre uma data, 04/07/2014, que de acordo com rumores, será a data de lançamento do clipe.

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Turnê


    10/01 – Glasgow, Escócia
    12/01 – Newcastle Upon Tyne, Tyne and Wear
    13/01 – Birmingham, Inglaterra
    15/01 – Sheffield, Inglaterra
    16/01 – Manchester, Inglaterra
    18/01 – Nottingham, Inglaterra
    19/01 – Cardiff, País de Gales
    21/01 – Londres, Inglaterra
    22/01 - Londres, Inglaterra
    12/02 – Frankfurt, Alemanha
    13/02 – Hamburgo, Alemanha
    15/02 – Berlim, Alemanha
    16/02 – Düsseldorf, Alemanha
    18/02 - Amsterdam-Zuidoost, Holanda
    20/02 – Estugarda, Alemanha
    21/02 - Rudolfsheim-Fünfhaus, Áustria
    25/02 – Munique, Alemanha
    26/02 – Zurique, Alemanha
    28/02 – Lila, França
    01/03 – Luxemburgo, Luxemburgo
    02/03 – Paris, França
    04/03 – Copenhague, Dinamarca
    07/03 – Helsínquia, Finlândia
    09/03 – Estocolmo, Suécia
    10/03 – Oslo, Noruega
    07/05 – Kannapolis, Carolina do Norte

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