“Eu fiquei absolutamente emocionado”, diz Brooks Wackerman sobre o convite para entrar no A7X

Postado por Tate - 04/11/2015 - Sem comentários

Avenged Sevenfold anunciou nesta quarta-feira que o antigo baterista do Bad Religion, Brooks Wackerman, se juntou à banda. Brooks irá assumir as baquetas já na composição do novo disco, que tem previsão de lançamento para o ano que vem. Brooks disse que ficou muito emocionado com o convite. Confira um trecho do podcast publicado pela Metal Hammer.

O grupo informou no mês passado que eles encontraram o substituto de Arin Ilejay antes mesmo da

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informação oficial que o garoto das baquetas tinha saído da banda. Agora eles nomearam o ex-baterista do Infectious Grooves e Bad Religion como o membro escolhido.
Wackerman falou no podcast do “Talk Is Jericho”: “Eu sou fã da banda por uma década e quando o Matt me ligou ano passado, eu fiquei absolutamente emocionado.

Este ano que passou eu vim avaliando o que eu queria fazer. Com uma banda como Bad Religion, eu tenho muito orgulho por todo o trabalho que fizemos juntos. Mas eu estava necessitado de algo novo, com um estilo diferente e foi durante esse tempo que eu recebi a ligação.” Wackerman também tocou com o Suicidal Tendencies, Blink-182 e Tenacious D.

 

Avenged Sevenfold anuncia seu novo baterista: Brooks Wackerman

Postado por Thammy Sartori - 04/11/2015 - 1 comentário

O anúncio do novo baterista do Avenged Sevenfold ocorreu hoje durante o Podcast Talk Is Jericho, de Chris Jericho.

M. Shadows e Brook Wackerman foram os convidados do episódio 192 e falaram um pouco sobre sua entrada na banda.

De acordo com Shadows, eles consideraram a entrada de Wackerman desde a morte de Jimmy “The Rev” Sullivan, em 2009.

Sinceramente, nós sempre consideramos Brooks para o cargo. Seu nome foi considerado quando Jimmy faleceu, para ver quem assumiria o Nightmare. Nós sentimos que Mike Portnoy era a escolha certa e ainda sentimos isso. Mike detonou nas gravações. Ele foi perfeito. O nosso produtor citou o nome de Brooks, mas ele estava o todo tempo ocupado com o Bad Religion também e as pessoas o olhariam diferente pois ele era um baterista punk naquele momento.

 

A banda se sentiu confiante em trazer o Arin Ilejay no meio de sua turnê e trabalhar ele na banda, mas parecia que precisavam de algo diferente para ser a banda que queriam. “Estava cada vez mais difícil ficarmos na mesma página, não só nas turnês, mas também enquanto estávamos escrevendo algo e para onde a gente queria levar isso.” Diz Shadows. “Nós éramos um monte de garotos perdidos e com várias influências diferentes e queríamos alguém que conseguiria juntar instantaneamente… que pudesse sentar e falar, ‘ Yeah, Eu tenho essa influência também, ou, eu entendo o porquê de continuarmos assim daqui pra frente. Eu entendo o porquê de fazermos isto.’”

 

Ele diz, “Chegou ao ponto, depois do Mayhem Festival ano passado, em que decidimos trabalhar do jeito que queríamos, precisávamos mudar. Nós tivemos uma conversa e falamos, “Olha só, podemos continuar assim do jeito que estamos e ficar ok com isso, ou podemos mudar um pouco e trabalhar pesado de novo. Queremos ser a melhor banda no planeta, queremos dominar o palco. Então eu percebi que queria realmente falar com o Brooks e ver se havia alguma chance e ver o que ele estava fazendo da vida no momento.

 

O vocalista ainda falou que não realizou audições para a vaga de baterista, e que tudo dependia do interesse ou não de Wackerman. “O Jimmy faz falta e não estamos tentando substituir isso, mas estamos num ponto onde se você tivesse que construir isso do zero, como

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faria – para apenas dizer nova banda, nova mentalidade, novo fogo. E uma das coisas era chamar Brooks e ver o que ele estava fazendo. Não era como se a gente fosse começar a fazer audições e estar sérios sobre essa mudança. Era sobre, se Brooks está disposto a fazer isso, é isso que queremos fazer. Então, não era como se a gente fosse começar a procurar outros bateristas.
Shadows diz que o Avenged Sevenfold não estava tentando roubar o Wackerman, eles sabiam que ele estava pronto para um desafio diferente. “Nós queríamos ter certeza que não estávamos entrando em algo muito rápido, então pra gente era, “Podemos tocar as músicas antigas? Vamos fazer alguns ensaios. Podemos escrever músicas juntos? Vamos escrever músicas juntos. Vamos mandar alguns riffs para ele e ver o que ele tocaria em cima do riffs, e se ele poderia nos dar 10 batidas diferentes na bateria em torno do riff.’ E instantaneamente se encaixou e ficamos todos animados.” .

 

Wackerman disse que foi meio difícil falar pro Bad Religion os seus planos de mudar, mas que eles ficaram felizes por ele e entenderam. “Não houve um processo para isso e ninguém sabia. Inicialmente foi um choque para todos”, diz o baterista, “Eu falei com todos os integrantes da banda individualmente no nosso dia de descanso, logo após nosso último show. Temos muitas histórias lá, mas eles entenderam. Eles entendem. Eu digo, a banda tá aí há 35 anos, então eles já passaram por isso antes.

 

Shadows da crédito a The Rev por realmente apresentar os membros da banda ao estilo de Wackerman, apresentar seu trabalho no Infectious Grooves no álbum Family Cyco Mas Borracho como sendo o disco que realmente os excitou por seu trabalho. Ele relembra descobrir que Wackerman se juntou ao Bad Religion logo após e estava excitado em saber que o Avenged estaria em turnê com eles nos próximos dias. “Foi legal ver um estilo diferente, porque nós estávamos acostumados aquele baterista de funk metal, aquela coisa totalmente diferente com nuances divertidas.” diz Shadows. Porque Wackerman vem com uma bagagem não apenas tocando punk, mas tendo outras influências, isso é parte da razão pela qual ele era o cara certo. Ele é a essência do que The Rev trouxe a banda. “Nós gostamos da ideia de não ir com alguém que simplesmente seja rápido no pedal duplo e caixa.” diz Shadows. “Nós queremos algo que é completamente diferente. Então essa é a ideia de ter alguém que não somente se conecte completamente com a banda, mas também possa fazer de tudo.

 

Shadows também deu uma ideia sobre a nova música que a banda fará: “A ideia do ultimo álbum foi de um som bastante despojado e para o próximo é de um som não tão despojado.“, Shadows disse também que a banda acredita na idéia de que Brooks deve ser livre na produção do álbum, ao invés de simplesmente pedir-lhe para tocar o que está escrito.

Fonte: Loudwire

Synyster e Zacky na Kerrang! – Confira matéria completa (traduzida)

Postado por Tate - 26/10/2015 - 3 comentários

Na última capa da revista Kerrang!, em comemoração ao novo Guitar Hero, a revista fez uma edição especial com vários guitarristas influentes nos dias atuais e para esta edição, não poderia faltar uma matéria e entrevista exclusiva com Synyster Gates e Zacky Vengeance. Eles falam desde o começo da vida deles com uma guitarra do lado, como foi o inicio do Avenged Sevenfold e também o futuro da banda com o novo álbum, que tem previsão para sair até o final do ano que vem.

Confira abaixo a matéria traduzida na íntegra pela equipe do Avenged Sevenfold Brasil.

Guitarras por todos os lados

Sem as guitarras o mundo que conhecemos seria completamente diferente. O Rock não seria nadaRock. Lendas estariam em empregos comuns. Cara, mesmo a Kerrang! não teria este nome. E já que o novo jogo do Guitar Hero está vindo depois de uma longa pausa, nas próximas 10 páginas nós celebramos os maiores nomes que seguram uma guitarra, começando pelo par de guitarristas o Avenged Sevenfold, headliner do Download Festival.

A Dupla do Deahtbat: Synyster Gates e Zacky Vengeance

Quando Zacky Vengeance e Synyster Gates se encontraram pela primeira vez em um estúdio em 2001, sua noite de abertura foi regada à “um bom uísque e cigarros Chesterfield sem filtro”. Sua banda, o Avenged Sevenfold, estava tomando forma. Zacky estava à procura de um frontman, M.Shadows tinha se instalado nos vocais, junto do baterista James Sullivan – The Rev – e o baixista Matt Wendt. Mas como um guitarrista base, ele precisava de alguém que pudesse adicionar solos e riffs complexos à sua banda. Synyster que havia estudado Jazz e Guitarra Clássica na L.A Musicians Institute, fez o teste.

“Todos nós sabíamos que ele era um guitarrista muito bom”, diz Zacky, relembrando do primeiro dia. “O Jimmy convidou o Syn para ir nos ver um dia em que estávamos gravando o Sounding The Seventh Trumpet (álbum de estreia). Antes disso eu nunca havia tocado com alguém que era tão talentoso ou que sabia perfeitamente o que estava fazendo. Eu não fazia ideia de como manter a velocidade, eu nem ligava minha própria guitarra. Aquilo foi duro e punk rock como poderia ter sido. O Syn abriu os meus olhos para tocar guitarra. Eu aprendi todas minhas habilidades estando com ele.”.

Synyster ri enquanto fala sobre essa primeira temporada juntos. “Sim, nós ficávamos muito bêbados e fumávamos cigarros sem filtro a noite toda.”, ele conta. “Foi o laço que estabeleceu entre mim e Zacky.Hoje nós somos como amigos de bar. Nós nos apaixonamos quase que imediatamente.” .

O que aconteceu depois foi uma série de ensaios que pareceu trabalho fácil para o Synyster, pelo menos no começo. Apesar dele não fazer parte da composição do Sounding The Seventh Trumpet, já que as músicas já estavam prontas, o line-up do Avenged Sevenfold estava fortemente inclinado para notas mais trashs. Foi seu trabalho definir os músculos para as notas ‘pesadas para caralho’ do Zacky.

“Foi muito divertido.”, diz ele. “Não havia expectativa. Não quero soar como um babaca, mas era só bagunça. O Jimmy teve muito trabalho a fazer e o Matt também, pois os vocais eram bem doidos, mas foi o trabalho mais fácil que eu já fiz.” Mas a partir do momento em que começamos a trabalhar juntos (Para o segundo disco da banda, o Waking the Fallen de 2003.), virou uma louca Caixa de Pandora.”.

O que veio a seguir definiu foi a união que definiu Synyster e Zacky como compositores. Ao longo dos cinco discos de estúdio da banda (começando no Waking The Fallen e indo até o Hail To The King lançado em 2013.), os guitar-heros do Avenged Sevenfold colocaram os solos metal-punk, desestabelecendo a velocidade e adicionando quartos de Jazz ao Hail to The King. Seu pioneiro trabalho de estúdio tornou o quinteto em uma das maiores bandas do planeta. Sua ambição não mostra sinais de querer parar por enquanto.

“Nós nos sentamos todos juntos muitos meses antes e perguntamos o que queremos fazer (para o novo álbum).”, diz Zacky. “É muito uma decisão unânime. Vamos fazer basicamente aquilo que gostamos. Vamos escrever e ver o que encaixa ao Avenged Sevenfold ou não. Literalmente escrever coisas loucas e escolher o que é melhor.”.

Para o Zacky, sua inspiração vem desde os elementos do punk rock que ele cresceu ouvindo. Já para o Synyster a inspiração é algo menos enérgico.

“Ficar até tarde com um bom uísque, um pouco de erva e documentários”, ele diz. “Eu não sou tão compositor assim, então para mim é legal ver os processos de bandas como o The Beatles, The Beach Boys, o Guns N’ Roses, Pantera e Faith No More. Eu tenho muito acesso à este conteúdo e é algo absolutamente enriquecedor e ótimo para abrir os olhos. Mas leva um baita tempo…’.

Foram dois caminhos completamente diferentes que levaram o Synyster e o Zacky ao Avenged Sevenfold. Zacky era um garoto skatista que vivia no estado de Washington. Ele pintava os cabelos e usava camisetas de bandas. O jeito de tocar do Rancid e do Offspring o animava, assim como o Bad Religion, o Social Distortion e todas essas outras bandas punks da Califórnia. Quando seus pais lhe deram de presente uma Fender Stratocaster na cor creme, quando ele tinha 12 anos de idade, ele começou a se abrir para as possibilidades de ter sua própria banda.

“Aquilo com certeza me fez me sentir importante.” Conta ele. “Eu conseguia me ver no meu quarto, colocar minhas bandas preferidas para tocar, pendurar a guitarra sobre meus ombros e tentar ao máximo tocar, eu conseguia entender de verdade o que era fazer música. Eu conseguia me imaginar tocando em frente às pessoas pulando moshs. Eu já havia ido à tantos shows que sonhava em estar no palco. Segurar minha guitarra me dava uma centelha de esperança que um dia seria chegaria minha vez.”.

Quando a família de Zacky se mudou para Huntington Beach, uma cidade beira-mar na Califórnia, uma girada do destino orbitou sobre ele com aquilo que mais tarde se tornaria o Avenged Sevenfold. Ele estava ensaiando em casa um riff do Black Sabbath durante uma tarde, ou encarando o desafio que seu pai tinha passado (uma recompensa de U$ 100,00 para aprender o solo do Jimmy Page para a música Communication Breakdown do Led Zeppelin, que foi algo bem tentador), quando seu vizinho bateu em sua porta querendo saber quem era que estava tocando guitarra.

“Aquilo foi bem estranho.”, diz Zacky. “Eu nunca achei que aquele tipo de coisa iria acontecer. Naquele ponto ele entrou e começou me contar sobre a banda que ele estava tocando e como seu tio era baterista do Pennywise. Eu não conseguia acreditar que eu havia me mudado para a Meca do Punk Rock. Ele me convidou para ir assistir sua banda ensaiar e eu não conseguia compreender o nível que aqueles caras estavam tocando. M.Shadows estava lá e na época ele ainda era conhecido como Matt.”

A história do Synyster também tem bastante do destino. Sua família já estava na música – seu pai, seus tios e avós são músicos – que houve uma compulsão em seguir os passos. Sua primeira guitarra foi uma acústica, que veio como parte de um acordo para uma gravação. O rosto do Michael Jackson estava desenhado nela. “Eu tinha 4 anos!”, conta ele. “Lembro-me de ficar tocando como uma guitarra havaiana então meu pai veio, girou ela e me ensinou a tocar do jeito certo.”.

No começo ele ensaiou algumas músicas pop que tocavam na rádio,hits de artistas como Singer e Duran Duran, mas quando tinha por volta dos dez anos de idade, ele se trancou em novos heróis da guitarra que eram como um espectro mais distorcido: Jimmy Hendrix, Jimmy Page e Slash.

“Eu conheci o Guns N’ Roses sozinho.”. diz ele. “Eu vi o clipe de November Rain e eu senti vontade de ser o Slash naquele telhado, ou no piano, ou fazendo aquele monte de coisas doidas. Foi quando eu me apaixonei pela performance.”. “O Slash tocou com a gente algumas vezes, o que definitivamente foi uma grande honra. Cara, ele quebrou duas cordas da sua guitarra de uma só vez e eu fiquei abismado como ele podia continuar tocando com as cordas quebradas. O cara realmente não está nem aí. O cara chegou, plugou sua guitarra sem as cordas em um Marshall e começou a tocar e foi incrível. Mas ele é um baita profissional, um grande veterano.”.

Anos depois, o Synyster foi estudar no LA Musicians Institute, onde ele finalmente conheceu a vida como um guitarrista, compondo riffs e escrevendo para outros músicos. Mas aquela noite bêbada em Huntington Beach como Zacky, Jimmy e M.Shadows mudou sua vida para sempre.

“O Matt e o Zack estavam naquela pegada hardcore. E eu adorava a abordagem deles, achava que era bem único, tinha muito punk rock. Eu era um grand fã do NOFX, então pareceu um casamento perfeito. O The Rev era um dos melhores bateristas, aliás, na minha opinião é o melhor que eu já ouvi até hoje. E ele escrevia aquelas músicas maravilhosas no piano. Era uma loucura!”.

Alias, foi no começo desse relacionamento que ele computava. “Existe um entendimento mútuo”, ele diz sobre o Avenged Sevenfold de hoje. “Nós somos melhores amigos e todos crescemos juntos. Muitas pessoas começam como amigos e aí vem as desilusões de grandeza, que iremos ganhar milhares de dólares e que será incrível. Mas nós somos todos seres humanos e estamos sujeitos a instabilidades e foda-ses. Mas nós amamos uns aos outros e isso é o principal.”.

São seis discos do Avenged Sevenfold até o momento e serão sete até o fim do ano que vem. Mas pedir ao Zacky e ao Syn para nomear o mais harmonioso, eles se dividem em opiniões diferentes. Para o Synyster é o City of Evil: “Ele nos levou à um outro nível.”. “Eu me lembro do Zacky ficando bêbado e falando um pouco de merda sobre o disco, mas todos nós fizemos isso. Eu tenho certeza que ele estava se auto-depreciando um pouco e tocando abaixo da sua habilidade, mas ele é bem psicótico, consegue tocar tudo que jogamos.”.

A lista do Zacky diferente: O Waking The Fallen por causa das guitarras duplas, o City of Evil pelo desafio e o Nightmare pela emoção.

“Isso nos segurou muito como seres humanos. Não como uma experiência técnica, mas muito mais mental e emocional. Nos ajudou a seguir em frente como pessoas. Zacky e eu estávamos dividindo um apartamento durante as gravações do álbum. Tivemos que nos apoiar um no outro para conseguir passar por aqueles dias, porque foi um período muito escuro mesmo.”.

Ao longo dos 14 anos, sua produção de estúdio se casou mutuamente com o entendimento de estúdio. Synyster e Zacky sabem como cada um pode cooperar mais e também tem o desejo de criar música melhor possível e qualquer tipo de ego, ambos dizem, que é deixado da porta para fora durante as sessões do Avenged Sevenfold.

“Enquanto o processo de estúdio está rolando,”, diz Zacky, “há uma só regra: fazer o que for necessário para tornar aquele disco o melhor. E é isso. Não há outra fórmula. E se tiver algo que for tocado por mim, eu vou pisar fundo e tocar. E se tiver algo que é tocado por ele, ele faz isso. Se alguém estiver em um bom dia e tiver energia e quiser continuar, e se tiver alguém que está cansado de passar 10 horas ali, eles podem trocar. Isso funciona para todos da banda.”

Essa maneira flexível parece certa para continuar. Para seu próximo álbum ainda sem título, o Avenged Sevenfold vem escrevendo com foco. Músicas e partituras de guitarra estão passando por avaliações individuais antes de serem enviadas para os outros integrantes. Ao mesmo tempo há reuniões em grupo também. Recentemente

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M.Shadows comprou uma casa no deserto da Califórnia. Pelos últimos meses a banda vem se encontrando lá para compor e as ideias têm fluído. Seu objetivo é escrever o máximo ‘humanamente possível’.

“Está bem no início.”, diz Zacky. “Definitivamente algumas músicas estão tomando forma ao ponto que há música, eu acho que está todo mundo animado com isso. Estamos nos divertindo apenas. Nós estamos escrevendo de uma maneira que nos lembra o nosso início, escrever o máximo possível sobre coisas que gostamos. Eu não acho que houve uma paralisação nas ideias ou criatividade de ninguém. Estamos tentando vários tipos de coisas para nos inspirar. Estamos tentando criar as melhores músicas que somos capazes. E estamos fazendo o que é necessário.”. As composições do Avenged Sevenfold vem em um ciclo completo então. A camaradagem criativa que informou desde seus primeiros trabalhos está de volta. Mas como tudo na banda foi feito ao longo dos últimos anos seu próximo disco é improvável que mostre passos para trás, é só uma desacelerada que eles estão tendo para isso.

Uma mensagem do Avenged Sevenfold sobre os testes para novo baterista

Postado por Lucas - 01/10/2015 - 1 comentário

Percebemos que muitos bateristas talentosos, que desejam tentar uma vaga no Avenged Sevenfold, postaram seus vídeos. Ao mesmo tempo que agradecemos muito o interesse, gostaríamos de dizer que já temos alguém. Na verdade, temos trabalhado com essa pessoa por volta de um ano para termos certeza que se encaixa perfeitamente no grupo, antes de fazermos qualquer mudança drástica.
Quando tivermos mais notícias, podem ter certeza que vamos compartilhar com vocês. E para o Sr. Chris Hawkins, você é foda irmão. Nós esperamos que você consiga alcançar seus objetivos na música futuramente. Agradecemos muito o vídeo e tudo que faz pelo nosso país. Nós o contataremos e amaríamos conhecê-lo quando nossos caminhos se cruzarem.

Conteúdo bônus do novo Guitar Hero é divulgado

Postado por Lucas - 17/09/2015 - Sem comentários

O próximo jogo da franquia Guitar Hero, intitulado Guitar Hero Live, que será lançado no dia 20 de Outubro, terá conteúdo exclusivo do Avenged Sevenfold.
Através da GHTV, modo em que você pode jogar dentro dos videoclipes de várias bandas, a performance do A7X no Download Festival 2014 estará disponível com as músicas Shepherd of Fire, Buried Alive e Nightmare. Confira o teaser abaixo:

Comunicado Oficial: Arin Ilejay não é mais membro do Avenged Sevenfold

Postado por Tate - 23/07/2015 - 9 comentários

O Avenged Sevenfold compartilhou em sua página oficial uma mensagem sobre a saída do baterista Arin Ilejay como membro da

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banda. Confira a tradução abaixo.

Olá todos

Nós estamos escrevendo para informar todos vocês que iremos continuar sem o Arin Ilejay como nosso baterista. O Arin foi uma energia extremamente positiva e um baterista monstruoso para nós nos últimos 4 anos. Nós amamos o cara e sempre amaremos. Nós estamos e sempre estaremos gratos pela ajuda que ele deu em nos fazer continuar caminhando durante um período muito escuro. Criativamente, nós sentimos que precisávamos tomar direções diferentes. Por enquanto não podemos dizer mais, mas estamos animados para o futuro e ansiosos para compartilhar nossos planos com os melhores fãs do mundo. Como sempre, nós agradecemos sua compreensão e seu incansável apoio.

Com amor,

Matt, Zack, Brian e Johnny

 

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    12/01 – Newcastle Upon Tyne, Tyne and Wear
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    18/01 – Nottingham, Inglaterra
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    22/01 - Londres, Inglaterra
    12/02 – Frankfurt, Alemanha
    13/02 – Hamburgo, Alemanha
    15/02 – Berlim, Alemanha
    16/02 – Düsseldorf, Alemanha
    18/02 - Amsterdam-Zuidoost, Holanda
    20/02 – Estugarda, Alemanha
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    25/02 – Munique, Alemanha
    26/02 – Zurique, Alemanha
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    01/03 – Luxemburgo, Luxemburgo
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    04/03 – Copenhague, Dinamarca
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