Zacky: “Arin é um baterista de brilhante, mas não tem a mesma maneira de compor que The Rev”

Postado por Lucas - 17/02/2017 - Sem comentários

Em entrevista à Metal Forces Magazine, Zacky falou um pouco sobre a mudança de baterista que aconteceu na gravação do álbum The Stage. Confira o trecho abaixo:

“Uma das coisas que sempre nos diferenciou foi ter um baterista como The Rev. Depois que ele morreu, nós sabíamos que ia ser realmente difícil de preencher esse vazio. Nós trouxemos um jovem chamado Arin para fazer uma turnê conosco e ele tocou no álbum ‘Hail To The King’. Ele é um baterista brilhante, mas não tinha a mesma maneira de compor que o The Rev. Nós estávamos realmente perdendo esse elemento no nosso processo de composição e Brooks foi sempre um baterista que nós gostávamos pelo seu estilo único, vindo da cena punk rock e de uma famosa família de bateristas. Perguntamos se ele estaria interessado, e ele estava. Estamos juntos e foi definitivamente um ajuste perfeito para nós musicalmente.”

Uma mensagem do Avenged Sevenfold sobre os testes para novo baterista

Postado por Lucas - 01/10/2015 - 1 comentário

Percebemos que muitos bateristas talentosos, que desejam tentar uma vaga no Avenged Sevenfold, postaram seus vídeos. Ao mesmo tempo que agradecemos muito o interesse, gostaríamos de dizer que já temos alguém. Na verdade, temos trabalhado com essa pessoa por volta de um ano para termos certeza que se encaixa perfeitamente no grupo, antes de fazermos qualquer mudança drástica.
Quando tivermos mais notícias, podem ter certeza que vamos compartilhar com vocês. E para o Sr. Chris Hawkins, você é foda irmão. Nós esperamos que você consiga alcançar seus objetivos na música futuramente. Agradecemos muito o vídeo e tudo que faz pelo nosso país. Nós o contataremos e amaríamos conhecê-lo quando nossos caminhos se cruzarem.

Arin Ilejay e M. Shadows falam sobre Hail to The King: Deathbat

Postado por Thammy Sartori - 10/08/2014 - Sem comentários

Durante turnê no Mayhem Festival 2014 com o Korn, Scottsquatch do programa Video Game Sellers conversou com Arin Ilejay (2:23 – 3:18) e M. Shadows (14:28 – 16:36) e perguntou a Arin o que ele tem jogado ultimamente, e sobre o Hail to the King: Deathbat (incluindo a data aproximada do lançamento) e alguns dos jogos favoritos de M. Shadows, e o provável lançamento do jogo amanhã.

Confiram a tradução da entrevista com Arin Ilejay:

Scottquatch – O que você tem jogado ultimamente?
Arin Ilejay – Ultimamente eu jogo ‘Call of Duty: Black Ops 2’.
Scottquatch – Quando você está em casa?
Arin Ilejay – Sim, quando estou em casa.
Scottquatch – E quando você está na estrada?
Arin Ilejay – Quando estou na estrada eu jogo muito mais jogos mobile, como agora estou jogando ‘Clash of Clans’, ‘Boom Beach’…
Scottquatch – O que é ‘Boom Beach?’
Arin Ilejay – ‘Boom Beach’ é tipo, é também feito por ‘Clash of Clans’ então é tipo o mesmo conceito, mas ao invés de um cenário medieval é mais Segunda Guerra Mundial, tipo o “Dia D – em que fizeram vários ataques pelas praias”.
Scottquatch – Então é tipo um jogo com nome bobo, mas é juro sério? (risos)
Arin Ilejay – Isso, muito sério! (risos) Eu nunca sorrio quando estou jogando
Scottquatch – E você joga muito quando está estrada? Quer dizer isso é algo que você faz com frequência?
Arin Ilejay – Sim, quase sempre, assim que acabarmos essa conversa eu provavelmente sente num sofá e comece a jogar ‘Boom Beach’.
Scottquatch – Tem um sofá logo atrás de nós, então obrigado cara!

E a entrevista com M. Shadows:

Scottquatch – Ok, esse é o Matt, do Avenged Sevenfold, acabou de sair de um show, mas ele foi muito simpático ao nos dar algum tempo para responder algumas perguntas.
E a primeira é, eu li um pouco sobre um jogo que você está fazendo em uma revista, você pode falar sobre isso?
M. Shadows – Claro cara, estamos fazendo um jogo de ação, com muitas tendência oldshool, é um jogo mobile pra começar, e hoje em dia, a maioria dos jogos mobile são completamente feitos sobre upgrades e aumentar os poderes.
Scottquatch – Ter que comprar vários itens e extensões.
M. Shadows – É, bem isso, e esse não é um jogo sobre ficar comprando as coisas dentro dele, é tudo sobre criar o seu personagem e desenvolvê-lo, não sobre comprar extensões, eu o consideraria oldschool como ‘Castlevania’, ‘Super Mario’ ou ‘Zelda’, e nós não temos visto muitos jogos assim, exceto talvez por Oceanhorn e alguns outros para plataformas mobile, então estamos tentando algo novo.
Scottquatch – E ele será relacionado com o Avenged Sevenfold? O universo do jogo será inspirado na banda certo?
M. Shadows – Sim, é relacionado ao Avenged Sevenfold mas nós deixamos nosso nome fora disso, nos realmente queriamos fazer um jogo respeitado por jogadores e não queriamos esfregar a nossa banda na cara deles.
Scottquatch – Entendi, e quando está previsto para o jogo ser lançado?
M. Shadows – Em 11 de Agosto.
Scottquatch – Realmente falta pouco.
M. Shadows – Estamos apenas esperando umas otimizações e a Apple avaliar essa semana e nos dar o aval.
Scottquatch – Ok, uma outra pergunta, qual seu jogo favorito de todos os tempos?
M. Shadows – Ah, ‘Zelda’ é meu jogo favorito, quer dizer, minha franquia favorita, e eu posso falar de todos esses jogos, eu cresci jogando ‘Mario Bros’ e realmente viciei em ‘Mortal Kombat’, eu gosto bastante de jogos de tiro, eu gosto muito das três edições de ‘Call of Duty’, eu amo ‘Battlefield’.
Scottquatch – Vocês apareceram em um dos ‘Call of Duty’ não?
M. Shadows – Sim, nós aparecemos nos créditos no fim de ‘Black Ops II’ e nós fazemos um show para todos os personagens do jogo.
Scottquatch – Isso é incrível
M. Shadows – Sim! Capitaram muita emoção e foi incrível.
Scottquatch – Muito obrigado por favor com a gente.
M. Shadows – Valeu cara, obrigado.

Confiram o Vídeo com a entrevista completa:

Entrevista com Arin Ilejay no G1

Postado por Thammy Sartori - 12/03/2014 - Sem comentários

Por Telefone Arin Ilejay deu uma entrevista para o Portal de notícias G1, onde comenta sobre sua entrada e expectativas na banda,

e comenta de forma bem humorada sobre o Rock in Rio e as incessantes perguntas do estilo da banda.

 

G1 – Vocês tocaram no Rock in Rio há seis meses. Como foi a experiência? 
Foi incrível! Ver todos aqueles fãs e o quanto eles estavam empolgados, a resposta deles a tudo. Todo mundo sempre fala sobre a magnitude do Rock in Rio, então ter tido a chance de tocar lá foi simplesmente incrível. Eu amei.

G1 – E quanto ao público gritando ‘Maiden, Maiden’? M. Shadows até brincou com a situação, mas isso incomodou vocês de alguma forma? 
Ah não, de forma alguma. Sabe, a banda entende esse tipo de coisa, nem é algo novo para nós (risos). Já aconteceu antes e tivemos nossa cota durante outras turnês. Mas acho que ninguém gostaria muito de estar na nossa pele nessa situação (risos).

G1 – Esta é a quinta vez que o Avenged Sevenfold vem ao Brasil. Vocês acham que os brasileiros já ocupam um capítulo especial na história da banda? 
Sim, definitivamente é uma história especial. Quero dizer, fazemos nosso melhor para construir nossa história em todos os lugares aos quais vamos, mas só o fato de tocar no Rock in Rio e com o Iron Maiden, por exemplo, isso já é realmente histórico para nós. E os fãs brasileiros são, com certeza e de longe, os mais malucos e comprometidos. Nem sei explicar o quanto eles são incríveis. É simplesmente louco ver o quanto são barulhentos. Você está lá tocando e só consegue ouvir os gritos em seu retorno. E isso acontece comigo, que fico sentado lá no fundo. Se eu posso ouvir isso através dos meus fones, imagine os caras lá na frente do palco. E também é impressionante como, assim que descemos do avião, eles já estão lá nos esperando, com CDs e pôsteres.

G1 – E como é sua relação, especificamente, com os fãs? Afinal você entrou na banda em um momento bastante delicado e triste. Como eles te receberam?
Havia uma pequena resistência, claro, porque a banda já tinha uma história sem mim. Mas algumas pessoas foram mais rápidas em aceitar… (minha chegada) foi em uma situação terrível, que ninguém escolheu, não teve nada a ver com egos ou alguém sendo expulso, teve a ver com perder alguém muito querido. Mas a maior parte dos fãs foi realmente bastante compreensiva e apoiou a banda na escolha de alguém que pudesse ajudá-los a seguir em frente. Acho que tive mais apoio do que imaginava até.

G1 – Você começou a tocar bateria com apenas nove anos e estudou ritmos como funk e jazz também. Como isso influencia a banda? Qual seria sua maior contribuição ao som do Avenged Sevenfold? 
Sobre minha contribuição… diria apenas que eu me tornei útil à banda. Acho que continuamos a ser como antes e demos sequência ao que The Rev já fazia, porque ele era um cara muito sensível e que tocava com um groove funk, ele combinava funk e metal em batidas incríveis, não tinha nada de robótico, era um baterista que tinha alma.

G1 – Durante muito tempo, implicaram com o Avenged Sevenfold. Havia a clássica provocação de que vocês não eram metal ‘o suficiente’. Isso ainda incomoda vocês? 
Não muito. Não sei se isso poderia me afetar. Não recebo mensagens ou e-mails sobre isso. Na verdade não sou muito ligado à internet, não leio muita coisa. No início até fazia isso, mas agora só posto umas fotos no Instagram de vez em quando e vejo algumas mensagens positivas. De qualquer forma, sei de onde eu vim, conheço bem a música que estudei, sei de que estilos eu gosto. É legal demais estar em uma banda de metal e tocar metal, mas não me considero apenas um baterista de metal. Não considero nenhum de nós apenas músicos de metal, mas criamos metal e fazemos isso bem. E é simplesmente incrível estar nessa posição, sabe? Não importa o que digam. Somos, definitivamente, uma banda de metal.

G1 – Seus últimos dois discos ficaram em 1º lugar na parada da Billboard, à frente de muitos artistas pop. Vocês consideram isso uma resposta a quem diz que o rock perdeu força? 
Ah, sim, com certeza. Diria que é nossa resposta aos boatos, a essa coisa de que tudo é completamente pop hoje em dia. Definitivamente esta é uma forma de trazer o metal de volta aos holofotes e até criar uma nova base de fãs para o estilo.

G1 – Você é o único na banda que usa seu verdadeiro nome. Por quê? Seus colegas nunca sugeriram que você também adotasse um nome artístico? 
Sabe o que foi? Quando eu comecei a tocar na banda era apenas um cara contratado, e estava preocupado em fazer com que tudo desse certo naquela turnê. Foi só depois de um tempo que eles decidiram que eu era o cara certo e vieram me perguntar se eu queria ficar, tipo, para sempre (risos). E a essa altura os fãs já me conheciam como Arin, eles tinham sido até mais rápidos em me dar o “boas-vindas à família” (risos). E estava todo mundo mais preocupado em saber como me sairia na estrada, como iríamos compor juntos, como eu seria no estúdio. Também não tenho muita certeza se adotaria um nome artístico só por que os outros caras já têm os deles.

G1 – Mas você nunca chegou a pensar em algo? Ou existe algum apelido ‘secreto’? 
Ah, de vez em quando eu penso nisso, mas só imagino vários apelidos bobos, nenhum que considere bom o suficiente para usar. E nenhum nunca é tão ‘cool’ quanto Synyster Gates, Zacky Vengeance ou M. Shadows (risos).

Créditos: G1

Arin: “Eu sou um cara do meio do nada que costumava tocar em uma banda de hardcore”

Postado por Lucas - 14/11/2013 - 4 comentários

Em entrevista ao site Rock Sound, Arin falou sobre como sua vida mudou depois de entrar para o Avenged Sevenfold. Confira a tradução abaixo:

Como está indo a vida com o Avenged Sevenfold até agora?

“Cara, tem sido uma correria incrível. Eu sou um cara do meio do nada que costumava tocar em uma banda de hardcore e semana passada eu me vi tocando no Rock in Rio para 80 mil pessoas. Eu nunca tinha vivenciado algo do tipo antes, os caras me colocaram nesse mundo enorme e louco. Eu quero fazer com que todos fiquem orgulhosos.”

Quais foram os maiores desafios?

“Eu já tinha entrado em turnê antes disso, mas tem sido uma experiência completamente diferente. Em vez de dormir em uma van agora eu estou dormindo em um ônibus gigantesco! Na verdade eu estou com alguns probleminhas, porque estou acostumado com um tipo totalmente diferente de estilo de turnê. Tem horas que eu fico tentando ajudar a equipe técnica a arrumar tudo e eles ficam tipo “Que diabos você está fazendo aqui?” e eu não estou acostumado a ser ‘o talento’, relaxar no camarim antes do show, e demorei para me acostumar com esse tratamento. Eu não tenho ideia do que fazer comigo mesmo!”

Eu também descobri que a mentalidade de negócios da banda é desafiadora. Eu sempre passei a vida vivendo o momento. De repente eu tive que começar a lidar com finanças e o mercado musical… tenho grandes responsabilidades. Mas eu ainda quero ser um garoto e me divertir, aproveitar a viagem.

Arin toca seu primeiro show como membro oficial do Avenged Sevenfold

Postado por Lucas - 10/08/2013 - 3 comentários

M. Shadows anunciou no show de ontem, realizado em Mashantucket, Connecticut, que aquele foi o primeiro show que “Arin decidiu que queria se tornar parte do Avenged Sevenfold”. Ele disse que está comprometido com isso pelo resto da vida e nós estamos muito orgulhosos de tê-lo – disse o vocalista. O vídeo com o anúncio, além da setlist do show, segue abaixo:

Setlist:
01-Critical Acclaim
02-Beast and the Harlot
03-Welcome to the Family
04-Almost Easy (Tocada duas vezes – Shadows interrompeu a música para parar uma briga)
05-Buried Alive
06-Fiction
07-Nightmare
08-Hail to the King
09-Afterlife
10-Chapter Four (um fã subiu ao palco e cantou parte da música)
Bis:
11-Bat Country
12-Unholy Confessions

Thanks to: DBNews

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    10/01 – Glasgow, Escócia
    12/01 – Newcastle Upon Tyne, Tyne and Wear
    13/01 – Birmingham, Inglaterra
    15/01 – Sheffield, Inglaterra
    16/01 – Manchester, Inglaterra
    18/01 – Nottingham, Inglaterra
    19/01 – Cardiff, País de Gales
    21/01 – Londres, Inglaterra
    22/01 - Londres, Inglaterra
    12/02 – Frankfurt, Alemanha
    13/02 – Hamburgo, Alemanha
    15/02 – Berlim, Alemanha
    16/02 – Düsseldorf, Alemanha
    18/02 - Amsterdam-Zuidoost, Holanda
    20/02 – Estugarda, Alemanha
    21/02 - Rudolfsheim-Fünfhaus, Áustria
    25/02 – Munique, Alemanha
    26/02 – Zurique, Alemanha
    28/02 – Lila, França
    01/03 – Luxemburgo, Luxemburgo
    02/03 – Paris, França
    04/03 – Copenhague, Dinamarca
    07/03 – Helsínquia, Finlândia
    09/03 – Estocolmo, Suécia
    10/03 – Oslo, Noruega
    07/05 – Kannapolis, Carolina do Norte

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