Avenged Sevenfold March Mania Song Tournament

Postado por Thammy Sartori - 05/03/2016 - 1 comentário

No maior espírito March Metal Madness o Avenged Sevenfold quer saber, qual de suas músicas é

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a melhor? Para isso lançaram o March Mania Song Tournament,
uma competição entre suas músicas na qual você coroará a campeã.

Para votar acessem o fórum do Avenged Sevenfold, através do link, cadastrem-se e votem.

As competições dessa semana serão entre 64 músicas, dentre elas, Critical Acclaim vs Planets, Natural Born Killer vs The Wicked End, M.I.A. vs Second Heartbeat, não deixem de participar.

Nightmare para Melhor Música de Metal do Século 21.

Postado por Thammy Sartori - 05/03/2016 - Sem comentários

No mês de março a Revista Loudwire está realizando o March Metal

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Madness, uma competição para eleger a melhor música de metal do século 21, e o Avenged Sevenfold está concorrendo com a música Nightmare, contra Everytime I Die, do Children of Bodom.

A música mais votada segue na competição, para votar no Avenged Sevenfold, acesse o link.

A votação vai até o dia 08 de Março.

Conheça melhor o novo baterista do Avenged Sevenfold, Brooks Wackerman!

Postado por Paula Quissack - 05/11/2015 - Sem comentários

O Avenged Sevenfold acabou de anunciar seu novo baterista e seu nome é Brooks Wackerman. Nunca ouviu falar dele? Não se preocupe! Aqui te mostramos 10 coisas que você precisa saber sobre o cara:

Steve Vai deu um empurrãozinho no começo

Brooks começou sua carreira musical como um mero adolescente sob a tutela de nada mais nada menos que Steve Vai, que produziu o primeiro álbum de sua banda Bad4Good , titulado Refugee. Lançado em 1992, a banda se separou logo depois, apesar do apoio de Steve. O vocalista Danny Cooksey é o único outro membro da banda a ter uma carreira notável- ele é mais conhecido por ser um artista de dublagem & voiceover e também já atuou em O Exterminador do Futuro 2 – sendo o amigo do John Connor. Isso tinha sido a coisa mais legal que um membro do Bad4Good tinha feito…até agora!

Ele já substituiu O Substituto de Baterista Mais Famoso do Mundo

Todos provavelmente já ouviram falar de Josh Freese, ele é mais conhecido por assumir temporariamente a bateria de grandes bandas quando eles precisam de uma mãozinha.  Considere Nine Inch Nails, Guns N’ Roses, A Perfect Circle, algumas que  Josh se dedicou um bom tempo. O que você talvez não saiba é que ele começou sua carreira com os skaters punks The Vandals… que imaginamos não pagar o tanto que, quebrando um galho para, Trend Reznor ou Axl Rose pagam. Então, enquanto o Josh estava fora do Vandals, quem deveria entrar em seu lugar para tocar nos shows?  Nosso querido Brooks, claro!

Ele também vestiu a camisa de outra banda legendaria da cena punk

Em 2001, o baterista do Bad Religion, Bobby Schayer, machucou seu ombro e foi forçado a se aposentar, Brooks foi escolhido pra substituir o cara, cujo tinha tocado anteriormente em várias bandas clássicas do punk. Sem pressão então! Ele contribuiu para os últimos seis álbuns do Bad Religion.

Ele substituiu Travis Barker devido seu medo de voar.

Em 2013, as estrelas pop-punk do Blink 182 deveriam tocar no festival Soundwave, na Austrália.  Infelizmente, devido ao medo de voar, o baterista do Blink estava impossibilitado de ir até o outro lado do globo para tocar nos shows.

Tal fato fez com que Brooks conseguisse o melhor lugar pra ver o show, enquanto dois caras crescidinhos faziam piadinhas sobre ter relações sexuais com gado…cara, todos nós já fizemos muita merda na vida!  PL Brooks

Ele deu uma boa impressão no On Said Tour

Brooks deve ter dado uma boa impressão nos caras do Blink, tanto que Tom Delonge o contratou para tocar bateria em seu álbum solo To The Stars.

Seu apelido é “Thunderskin” e foi dado pelo Jack Black.

Em 2012, Brooks foi  baterista dos comediantes do Tenacious D. Os caras estavam escalados para tocar no The Late Show With David Letterman, e depois da apresentação, Jack Black fez referências humorísticas a Brooks, chamando-o de “Thunderskin”. E o apelido ficou até o final da turnê.

Lembra-se daqueles caras que costumavam ficar de pé no fundo do show do Korn?

Lembra quando o Korn costumava ter boa parte da banda atrás da cortina?  Bem, poderia Brooks ter sido um dos percussionistas? Ainda não temos certeza disso, mas estamos cientes de que ele contribuiu para o segundo álbum do Korn, em 2007. Então, quem sabe?

Ele não é contra um pouco de pop

Bem, isso é especulação nossa de novo. Mas ele tocou bateria a Sk8er Boi Avril Lavigne em 2004, no seu álbum Under My Skin. O que temos certeza que deve ter sido bem divertido…?

Ele canta também!!!

Ele não fica apenas confinado atrás da bateria, Brooks se sente à vontade quando assume o microfone também. Atualmente, Brooks canta a banda Kidneys, junto com o seu irmão, John Wackerman e John Spiker do Tenacious D.  A banda já lançou dois álbuns até agora, Talkie Walkie em 2007 e o Sophomore em 2012.

Ele já tocou com todos que você pode imaginar.

Escolha qualquer nome do mundo do rock e metal e é quase certeza que Brooks já dividiu no palco ou estúdio de gravação com ele.  Desde Mike Muir e o restante do Suicidal Tendencies, até Billy Gould do Faith No More, Munky do Fear and The Nervous System ( projeto paralelo do Korn), Brandon Schieppati ( do Bleeding Through)  no supergrupo thrash The Innocent – Brooks não está intimidado com o desafio de ser baterista do A7X e mostra que veio para impressionar. Boa sorte, Brooks!

Fonte: Metal Hammer

Avenged Sevenfold anuncia seu novo baterista: Brooks Wackerman

Postado por Thammy Sartori - 04/11/2015 - 1 comentário

O anúncio do novo baterista do Avenged Sevenfold ocorreu hoje durante o Podcast Talk Is Jericho, de Chris Jericho.

M. Shadows e Brook Wackerman foram os convidados do episódio 192 e falaram um pouco sobre sua entrada na banda.

De acordo com Shadows, eles consideraram a entrada de Wackerman desde a morte de Jimmy “The Rev” Sullivan, em 2009.

Sinceramente, nós sempre consideramos Brooks para o cargo. Seu nome foi considerado quando Jimmy faleceu, para ver quem assumiria o Nightmare. Nós sentimos que Mike Portnoy era a escolha certa e ainda sentimos isso. Mike detonou nas gravações. Ele foi perfeito. O nosso produtor citou o nome de Brooks, mas ele estava o todo tempo ocupado com o Bad Religion também e as pessoas o olhariam diferente pois ele era um baterista punk naquele momento.

 

A banda se sentiu confiante em trazer o Arin Ilejay no meio de sua turnê e trabalhar ele na banda, mas parecia que precisavam de algo diferente para ser a banda que queriam. “Estava cada vez mais difícil ficarmos na mesma página, não só nas turnês, mas também enquanto estávamos escrevendo algo e para onde a gente queria levar isso.” Diz Shadows. “Nós éramos um monte de garotos perdidos e com várias influências diferentes e queríamos alguém que conseguiria juntar instantaneamente… que pudesse sentar e falar, ‘ Yeah, Eu tenho essa influência também, ou, eu entendo o porquê de continuarmos assim daqui pra frente. Eu entendo o porquê de fazermos isto.’”

 

Ele diz, “Chegou ao ponto, depois do Mayhem Festival ano passado, em que decidimos trabalhar do jeito que queríamos, precisávamos mudar. Nós tivemos uma conversa e falamos, “Olha só, podemos continuar assim do jeito que estamos e ficar ok com isso, ou podemos mudar um pouco e trabalhar pesado de novo. Queremos ser a melhor banda no planeta, queremos dominar o palco. Então eu percebi que queria realmente falar com o Brooks e ver se havia alguma chance e ver o que ele estava fazendo da vida no momento.

 

O vocalista ainda falou que não realizou audições para a vaga de baterista, e que tudo dependia do interesse ou não de Wackerman. “O Jimmy faz falta e não estamos tentando substituir isso, mas estamos num ponto onde se você tivesse que construir isso do zero, como

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faria – para apenas dizer nova banda, nova mentalidade, novo fogo. E uma das coisas era chamar Brooks e ver o que ele estava fazendo. Não era como se a gente fosse começar a fazer audições e estar sérios sobre essa mudança. Era sobre, se Brooks está disposto a fazer isso, é isso que queremos fazer. Então, não era como se a gente fosse começar a procurar outros bateristas.
Shadows diz que o Avenged Sevenfold não estava tentando roubar o Wackerman, eles sabiam que ele estava pronto para um desafio diferente. “Nós queríamos ter certeza que não estávamos entrando em algo muito rápido, então pra gente era, “Podemos tocar as músicas antigas? Vamos fazer alguns ensaios. Podemos escrever músicas juntos? Vamos escrever músicas juntos. Vamos mandar alguns riffs para ele e ver o que ele tocaria em cima do riffs, e se ele poderia nos dar 10 batidas diferentes na bateria em torno do riff.’ E instantaneamente se encaixou e ficamos todos animados.” .

 

Wackerman disse que foi meio difícil falar pro Bad Religion os seus planos de mudar, mas que eles ficaram felizes por ele e entenderam. “Não houve um processo para isso e ninguém sabia. Inicialmente foi um choque para todos”, diz o baterista, “Eu falei com todos os integrantes da banda individualmente no nosso dia de descanso, logo após nosso último show. Temos muitas histórias lá, mas eles entenderam. Eles entendem. Eu digo, a banda tá aí há 35 anos, então eles já passaram por isso antes.

 

Shadows da crédito a The Rev por realmente apresentar os membros da banda ao estilo de Wackerman, apresentar seu trabalho no Infectious Grooves no álbum Family Cyco Mas Borracho como sendo o disco que realmente os excitou por seu trabalho. Ele relembra descobrir que Wackerman se juntou ao Bad Religion logo após e estava excitado em saber que o Avenged estaria em turnê com eles nos próximos dias. “Foi legal ver um estilo diferente, porque nós estávamos acostumados aquele baterista de funk metal, aquela coisa totalmente diferente com nuances divertidas.” diz Shadows. Porque Wackerman vem com uma bagagem não apenas tocando punk, mas tendo outras influências, isso é parte da razão pela qual ele era o cara certo. Ele é a essência do que The Rev trouxe a banda. “Nós gostamos da ideia de não ir com alguém que simplesmente seja rápido no pedal duplo e caixa.” diz Shadows. “Nós queremos algo que é completamente diferente. Então essa é a ideia de ter alguém que não somente se conecte completamente com a banda, mas também possa fazer de tudo.

 

Shadows também deu uma ideia sobre a nova música que a banda fará: “A ideia do ultimo álbum foi de um som bastante despojado e para o próximo é de um som não tão despojado.“, Shadows disse também que a banda acredita na idéia de que Brooks deve ser livre na produção do álbum, ao invés de simplesmente pedir-lhe para tocar o que está escrito.

Fonte: Loudwire

Especial City of Evil 10 Anos – Burn it Down

Postado por Lucas - 05/07/2015 - 1 comentário

Burn it Down tem uma história um tanto quanto irônica. Lançada no dia 12 de Junho de 2005 como primeiro single do álbum, a música tinha tudo pra se tornar um grande sucesso, pelo menos se levarmos em conta o aspecto técnico da música: começando com um belo dueto de arpejos entre Zacky e Gates, passando por riffs pesados e um pré e pós-refrão que são diferentes e bem trabalhados, deixando a música bem variada e nada repetitiva, um belo trabalho de Shadows no vocais (assim como nos backing vocals) e um solo sólido e rápido de Synyster. Mas ela não “vingou” – não alavancou as vendas do City of Evil (que só se tornou um sucesso após Bat Country), e hoje em dia é lembrada mais pelos fãs mais hardcores da banda.

Liricamente não se tem muito o que falar. A letra basicamente fala sobre alguém que foi traído várias vezes e busca vingança.

AO VIVO

Burn it Down foi tocada bastante entre 2005 e 2006, período das turnês do City of Evil. Depois, ficou um bom tempo esquecida, até que a banda resolveu voltar a tocá-la em 2014, para alegria dos fãs mais fervorosos (inclusive chegou a ser tocada no Brasil, no último show de São Paulo). Confira algumas performances da música abaixo:

CURIOSIDADES E OUTROS

-Faz parte da trilha sonora de Jogos Mortais III
-Seu CD single contém o clipe e uma faixa bônus: Beast and the Harlot [Live from BBC Radio 1’s Lock Up]

Especial City of Evil 10 anos

Postado por Lucas - 04/07/2015 - Sem comentários

Em comemoração aos 10 anos de lançamento do álbum City of Evil, começaremos uma série de postagens comentando sobre cada música do disco: entre hoje (04 de Julho) até o dia 14 de Julho,

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todo dia teremos um post abordando uma música diferente do CD, desde Beast and the Harlot até M.I.A.

Clique nos links abaixo e saiba mais sobre as canções desse maravilhoso álbum:

01-Beast and the Harlot
02-Burn it Down
03-Blinded in Chains
04-Bat Country
05-Trashed and Scattered
06-Seize the Day
07-Sidewinder
08-The Wicked End
09-Strength of the World
10-Betrayed
11-M.I.A.

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Último Vídeo

Turnê


    12/01 – Nashville, Tennessee
    14/01 – Grand Rapids, Michigan
    16/01 – Reading, Pensilvânia
    17/01 – State College, Pensilvânia
    19/01 – Quebec, Canadá
    21/01 – Ottawa, Canadá
    22/01 – Hamilton, Canadá
    24/01 – Green Bay, Wisconsin
    25/01 – Peoria, Illinois
    27/01 – Sioux Falls, Dakota do Sul
    29/01 – Tulsa, Oklahoma
    31/01 – Biloxi, Mississippi
    02/02 – North Little Rock, Arkansas
    03/02 – Evansville, Indiana
    06/02 – Wichita, Kansas
    08/02 – Lincoln, Nebraska
    09/02 – Cedar Rapids, Iowa
    11/02 – Fargo, Dakota do Norte
    12/02 – Winnipeg, Canadá
    14/02 – Saskatoon, Canadá
    15/02 – Edmonton, Canadá
    17/02 – Vancouver, Canadá
    28/04 – Jacksonville, Flórida
    01/06 – Nürburg, Alemanha
    03/06 – Nurembergue, Alemanha
    08/06 – Leicestershire, Inglaterra
    28/06 - Madrid, Espanha
    30/06 – Madrid, Espanha

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